<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418</id><updated>2012-02-11T13:03:58.438-02:00</updated><category term='Animais'/><category term='sociedade'/><category term='Sunset'/><category term='individualismo'/><category term='Hegel'/><category term='Condição Humana'/><category term='Zé'/><category term='festas'/><category term='Ficção Científica'/><category term='Porto Alegre'/><category term='TV'/><category term='férias'/><category term='carnaval'/><category term='poesia'/><category term='Marx'/><category term='trombone'/><category term='Hannah Arendt'/><category term='Literatura'/><category term='linguística'/><category term='Trabalho'/><category term='massificação'/><category term='Kant'/><category term='Filmes'/><category term='receitas'/><category term='Fotos'/><category term='Pai'/><category term='youtube'/><category term='educação'/><category term='S3'/><category term='Leitura'/><category term='arte'/><category term='Música'/><category term='TCC'/><category term='idealismo alemão'/><category term='Alemanha'/><category term='Games'/><category term='Notícias'/><category term='verbetes'/><category term='Letras'/><category term='Natal'/><category term='experimentos'/><category term='turista'/><category term='Créditos'/><category term='Filosofia'/><category term='linguagem'/><title type='text'>.::Caderno da Loren::.</title><subtitle type='html'>Rascunhos, rabiscos e coisa e tal.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>90</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-737249209643466926</id><published>2012-02-11T12:44:00.001-02:00</published><updated>2012-02-11T12:52:56.180-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='trombone'/><title type='text'>Toque de recolher (para todos?)</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ontem, fui no &lt;a href="http://www.dirtyoldman.com.br/" target="_blank"&gt;Dirty Old Man&lt;/a&gt; – o que, pra quem me conhece, não é muita novidade. O pub é um dos lugares mais populares dos últimos meses na Cidade Baixa, frequentado, principalmente, por estudantes do ensino superior e oferece, além de cervejas importadas e chopps artesanais, uma lista variada de drinks. O que foi novidade, ao menos pra mim, foi ficar lá até perto da uma da manhã e ver dois soldados da brigada militar e um fiscal da Secretaria Municipal da Produção, Indústria e Comércio – SMIC – entrar, armados, no bar para “fiscalizarem”, para se certificarem de que o bar já estava mesmo fechando, e de que os donos não estavam desrespeitando o novo “toque de recolher” da Cidade Baixa, que determina que os bares devem fechar à meia-noite, se não tiverem alvará para continuar para além desse horário – fiscalização intensa que foi, inclusive, prometida pelo titular da SMIC, Valter Nagelstein (não só na Cidade Baixa, &lt;a href="http://www.correiodopovo.com.br/Noticias/?Noticia=359756" target="_blank"&gt;como em toda a cidade&lt;/a&gt;). Isso, até então, não parece nenhum problema, não fosse a própria prefeitura de Porto Alegre não conceder, ou demorar anos para conceder os alvarás para que bares desse tipo possam continuar abertos além da meia-noite. (Relembre algumas notícias de novembro, época do fechamento e da fiscalização “acirrada”, &lt;a href="http://www.correiodopovo.com.br/Noticias/?Noticia=358794" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://sul21.com.br/jornal/2011/11/porto-alegre-pode-ficar-quase-sem-bares-depois-da-meia-noite/"&gt;aqui.&lt;/a&gt;)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quase sem opções na Cidade Baixa, fui para o Bambus, lancheria/bar (ou boteco, melhor dizendo) localizado na Avenida Independência. Bom, quem já foi lá sabe que a mudança de rumo da minha noite foi radical. A calçada do bar estava cheia, sendo quase um incômodo passar pelas pessoas para pegar mais bebida. Aliás, sem muitas opções de drinks e cervejas de qualidade, pulei para o velho dilema: Polar ou Skol? Isso não é totalmente um problema, não fosse o fato de que eu já estava em um bar e tive que ir pra outro; outro que, diga-se de passagem, fazia muito – mas muito – mais barulho do que outros bares – fechados pela “fiscalização intensa” da SMIC – , incomodando os moradores da Independência, talvez mais do que os da Cidade Baixa (cuja reclamação de barulho foi levada muito a sério pela prefeitura, sendo um dos motivos dos fechamentos dos bares de lá), já que estes já pressupõem seu bairro como boêmio, enquanto aqueles não o fazem necessariamente. Não vou nem entrar em detalhes quanto ao tráfico de drogas e aos menores que bebiam por lá, pra não me estender, mas, como disse ali em cima, quem já foi no Bambus, sabe do que eu tô falando.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não estou, aqui, reclamando do Bambus em específico; eu gosto de ir lá, de fazer uma baderninha saudável de vez em quando, tomar umas cervejas ruins e sentar na calçada conversando com os bêbados sobre qualquer assunto – exatamente o que eu fazia no Élio, quando não tinha sido “fiscalizado” também. O que me indigna é o fato de tanto a brigada, quanto a SMIC, prometerem uma fiscalização não somente na Cidade Baixa, como na cidade toda (como diz o link acima e &lt;a href="http://www.radioguaiba.com.br/Noticias/?Noticia=368079"&gt;este&lt;/a&gt; também), e não cumprirem. Por que diabos o Dirty Old Man merece a visita dos fiscais à uma da manhã, pra assegurar que estão cumprindo as regras direitinho, e o Bambus não? Qual é exatamente a diferença entre um e outro, que permite que um fique aberto com toda aquela cena lá, com um monte de gente na rua, bebendo, gritando e jogando copos de plástico no chão, e outro, não? Por que pode haver Bambus na Independência, sem fiscalização acirrada, enquanto que não pode haver nem Élio, nem Mr. Xis, na José do Patrocínio? Bem, se vamos seguir a lei, vamos seguir em toda a cidade, como o próprio Valter Nagelstein prometeu, não é? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Enfim, não entendo muito de leis, [ironia] deve ser por isso a minha confusão toda [/ironia]. Só sei que é realmente desconcertante ver esse tipo de coisa na noite porto-alegrense, bares legais, com gente trabalhando normalmente, sendo fechados como se fosse reduto de bandidos e marginais, e outros... bem, e outros, não. Queria poder ter opções, poder escolher onde ir e até que horas ficar – e não ir pra algum lugar porque não tem outro –, mas, pelo visto, até isso não pode mais. Ou eu que tô errada. Deve ser.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-737249209643466926?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/737249209643466926/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=737249209643466926&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/737249209643466926'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/737249209643466926'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2012/02/toque-de-recolher-para-todos.html' title='Toque de recolher (para todos?)'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-3002407958875129192</id><published>2012-02-09T21:47:00.007-02:00</published><updated>2012-02-11T12:34:44.316-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='experimentos'/><title type='text'>Em defesa das mulheres legais (ou um direito de resposta)</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Já fiz um post há um tempo atrás (&lt;a href="http://cadernodaloren.blogspot.com/2011/01/em-defesa-dos-caras-legais.html" target="_blank"&gt;este&lt;/a&gt;) falando sobre como algumas mulheres idealizam os homens e acabam ficando sempre sozinhas – um post em defesa dos caras legais. Bem, é hora de fazer um post, em vista de coisas que muitas mulheres, amigas minhas, têm compartilhado comigo, em defesa das mulheres legais.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Sou uma mulher tranquila comigo mesma. Posso não saber exatamente o que quero, mas sei exatamente o que não quero – e acreditem, isso é metade do caminho. Sou relativamente (isto é, comparando com a grande maioria feminina) decidida, sou inteligente, gosto de compartilhar dos desejos e sonhos dos outros, que, às vezes, parecem absurdos , não tenho tantos pudores, não tenho vergonha do meu corpo, não tenho mil complexos, não tô muito preocupada se as pessoas vão gostar de mim ou não – muitas, inclusive, gostam porque sou como sou e eu tô muito feliz com essas pessoas, com o fato de elas, especificamente, gostarem de mim, e comigo mesma, por isso tudo. Conheço muitas mulheres assim como eu, muitas das minhas amigas são assim, mesmo que não se encaixem em todos os critérios acima. São mulheres completas, seguras, que, mesmo com os seus defeitos, não têm aquele mimimi todo que a maioria dos homens reclama. E, no entanto, esses mesmos homens – ou pelo menos, os que se intitulam assim – são os primeiros a desistirem delas. A pergunta, pra mim, é sempre a mesma: por quê?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Só consigo pensar numa única resposta: esse tipo de mulher – a de verdade – intimida. O cara tem que fazer um esforço incrível pra manter o interesse dela nele. Daí, como grande parte da parcela masculina é, no fundo, muito insegura&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;– mesmo que eles não admitam –,&lt;/span&gt;&amp;nbsp;pulam fora.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Conselho de amiga: não faça isso. Menos mimimi, homens! Ficar com uma mulher dessas não quer dizer que tem que ficar com ela para sempre; até porque, nem sempre essas mulheres estão procurando um relacionamento assim, imediatamente. Muitas, inclusive, querem só ter bons momentos, mesmo que venha a acabar um dia. É evidente, que, se acontecer, melhor – porque elas não vão ficar se fazendo de louca se se apaixonarem; vão assumir isso e ponto – e bem, tu também vai ganhar com isso, porque tu vai ter uma mulher de verdade do teu lado. Mas se não, paciência; elas também não vão guardar nenhum rancor, porque elas são melhores que isso. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Enfim, meninos, relaxem mais com elas. Não dispensem por medo, por insegurança. E se continuarem nessas, vão arrumar é um problema pra vocês mesmo – sim, porque algumas mulheres são exatamente isso, problemas. Vocês vão acabar afastando as mulheres legais, e ficando, como opção, só com as... bem, chatas. Mas, se por um lado, algumas mulheres são problemas, por outro,&amp;nbsp;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;algumas –&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;lembrem-se – são soluções.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-3002407958875129192?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/3002407958875129192/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=3002407958875129192&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/3002407958875129192'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/3002407958875129192'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2012/02/em-defesa-das-mulheres-legais-ou-um.html' title='Em defesa das mulheres legais (ou um direito de resposta)'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-5056209140012719349</id><published>2012-02-08T00:00:00.000-02:00</published><updated>2012-02-08T00:00:02.584-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fotos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='carnaval'/><title type='text'>No clima do carnaval, que a folia não pode parar</title><content type='html'>Já que eu ando só falando de chapéus e carnaval, seguem as fotos dos meus (dos que tenho até então):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-SurwZhhyndA/TzHTfpgHMZI/AAAAAAAABYc/EDZFCm3A6N8/s1600/DSC03825.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-SurwZhhyndA/TzHTfpgHMZI/AAAAAAAABYc/EDZFCm3A6N8/s320/DSC03825.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-hfcPxZIZbiA/TzHUBRd2aHI/AAAAAAAABYk/QEXcrh4ELeU/s1600/DSC03827.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-hfcPxZIZbiA/TzHUBRd2aHI/AAAAAAAABYk/QEXcrh4ELeU/s320/DSC03827.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-MDCh00FL7ws/TzHUjPQ2zjI/AAAAAAAABYs/LdcjRNqFWZQ/s1600/DSC03829.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-MDCh00FL7ws/TzHUjPQ2zjI/AAAAAAAABYs/LdcjRNqFWZQ/s320/DSC03829.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-XO7w4FpCG_E/TzHVD-ourjI/AAAAAAAABY0/QI3detnbcC8/s1600/DSC03831.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-XO7w4FpCG_E/TzHVD-ourjI/AAAAAAAABY0/QI3detnbcC8/s320/DSC03831.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-iE-HILtRHvU/TzHVb7tWNPI/AAAAAAAABY8/mOkcECzwP8o/s1600/DSC03832.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-iE-HILtRHvU/TzHVb7tWNPI/AAAAAAAABY8/mOkcECzwP8o/s320/DSC03832.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-BHf7sTmlNBs/TzHVyJRuy1I/AAAAAAAABZE/tBFgLUuUHpw/s1600/DSC03834.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-BHf7sTmlNBs/TzHVyJRuy1I/AAAAAAAABZE/tBFgLUuUHpw/s320/DSC03834.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-WcVNnTLZiOQ/TzHWE6LJaAI/AAAAAAAABZM/eOKTa4J8Dvs/s1600/DSC03835.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/-WcVNnTLZiOQ/TzHWE6LJaAI/AAAAAAAABZM/eOKTa4J8Dvs/s320/DSC03835.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;prometo mudar de assunto até a próxima semana, exceto pelo fato do carnaval ser daqui a pouco e de domingo ter mais bloco de rua em Porto Alegre. :P&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-5056209140012719349?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/5056209140012719349/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=5056209140012719349&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/5056209140012719349'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/5056209140012719349'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2012/02/no-clima-do-carnaval-que-folia-nao-pode.html' title='No clima do carnaval, que a folia não pode parar'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-SurwZhhyndA/TzHTfpgHMZI/AAAAAAAABYc/EDZFCm3A6N8/s72-c/DSC03825.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-7554154235151638491</id><published>2012-02-06T23:45:00.001-02:00</published><updated>2012-02-06T23:46:57.432-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Notícias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='carnaval'/><title type='text'>Repercutindo na avenida</title><content type='html'>&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-LQvdO-iJY0o/TzCAcaOPn5I/AAAAAAAABYU/CqiKYrZ-6YQ/s1600/imagem+carna.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="167" src="http://2.bp.blogspot.com/-LQvdO-iJY0o/TzCAcaOPn5I/AAAAAAAABYU/CqiKYrZ-6YQ/s400/imagem+carna.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Jornal do Comércio de Porto Alegre, 06/02/12&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Então tá, né gente. Domingo que vem tem mais festa na Cidade Baixa! Vamos sambar com o Bloco da Laje, saindo na João Alfredo, por volta das 17h. Ainda estou decidindo minha fantasia, alguma sugestão?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-7554154235151638491?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/7554154235151638491/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=7554154235151638491&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/7554154235151638491'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/7554154235151638491'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2012/02/repercutindo-na-avenida.html' title='Repercutindo na avenida'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-LQvdO-iJY0o/TzCAcaOPn5I/AAAAAAAABYU/CqiKYrZ-6YQ/s72-c/imagem+carna.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-2903445755099050849</id><published>2012-02-05T12:22:00.004-02:00</published><updated>2012-02-05T12:38:58.520-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='festas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='carnaval'/><title type='text'>Somos todos piratas</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;“Uma característica do Carnaval de Porto Alegre foram os Blocos Humorísticos como o Tô Com a Vela, Canela de Zebu, Te Arremanga e Vem, Saímos sem querer, Tira o dedo do pudim e outros, que marcaram época, mas foram perdendo terreno para o carnaval "estilo Rio de Janeiro" das escolas de samba. Os Blocos Humorísticos foram eliminados pela Prefeitura no ano de 1970. A razão principal de sua eliminação, na verdade, era sua crítica aguda, principalmente dirigida aos políticos.” (Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Carnaval_de_Porto_Alegre" target="_blank"&gt;Wikipedia&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Desde 2007, o Bloco Maria do Bairro vem tentando retomar essa característica (perdida?) do carnaval de Porto Alegre. Há seis anos, a rua Sofia Veloso, no bairro Cidade Baixa, é fechada para a folia. Este ano, no entanto, (seguindo uma onda maluca nessa cidade, onde &lt;b&gt;todas&lt;/b&gt; as formas de diversão incomodam - resultando, por exemplo, &lt;a href="http://sul21.com.br/jornal/2011/11/porto-alegre-pode-ficar-quase-sem-bares-depois-da-meia-noite/" target="_blank"&gt;nisso&lt;/a&gt;) surgiu um abaixo-assinado solicitando o cancelamento ou a transferência da festa para outro lugar, porque haveria idosos morando no local e, teoricamente, o barulho os incomodaria (veja &lt;a href="http://www.correiodopovo.com.br/Noticias/?Noticia=388067" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt;). A prefeitura não impediu a realização do evento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Bem, como eu disse no post anterior, fui de pirata nessa festa (ao menos, era o que dizia meu chapéu). Não me arrependo nem um pouco. Um dos fins de tarde mais divertidos que eu tive: dancei várias marchinhas – saiu até [mais] uma versão de “Ai se eu te pego” – peguei chuva – o que, no calor infernal que estava em Porto Alegre, foi uma benção – encontrei muita gente, todo mundo feliz, se divertindo. Porque carnaval não é só escola de samba e bunda; é brincar, é rir, é ser criativo, é – também, e por que não? – criticar, questionar, reagir; é se divertir. É moda agora: tudo o que for popular é automaticamente repudiado pelos “intelectuais”. Andam perdendo muito tempo arrumando alguma desculpa pra mostrar como são requintados, e acabam se tornando uns chatos que não sabem se divertir. Carnaval é legal sim – não precisa desfilar na Praiana só com um tapa-sexo! Ok, não precisa se obrigar a gostar, só pra parecer legal, mas também não precisa se esconder atrás de uma pose, só pra parecer inteligente. Aliás, o carnaval é a festa ideal pra quem gosta de se esconder atrás dessa máscara de intelectualóide. Vá se divertir, antes que fique velho e ranzinza.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;A propósito, os “velhos” que, teoricamente, estariam se incomodando com o barulho do Bloco, estavam lá se divertindo também, como a gente pode ver nas fotos abaixo. Não pareciam nem um pouco incomodados com o barulho, bem pelo contrário. Como dá pra notar, a juventude mesmo não tá na idade&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Cambria, serif;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Otv2iicyV20/Ty6Gw_zrLlI/AAAAAAAABXE/3cvK1bXc04c/s1600/DSC03723.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="223" src="http://1.bp.blogspot.com/-Otv2iicyV20/Ty6Gw_zrLlI/AAAAAAAABXE/3cvK1bXc04c/s400/DSC03723.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-DLqUqvwpPPo/Ty6H27xOWtI/AAAAAAAABXM/KashdUGp0cI/s1600/DSC03724.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="223" src="http://4.bp.blogspot.com/-DLqUqvwpPPo/Ty6H27xOWtI/AAAAAAAABXM/KashdUGp0cI/s400/DSC03724.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;Seguem abaixo mais algumas fotos da festa:&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-EUmMrAlfrBQ/Ty6GTNOMaLI/AAAAAAAABW8/7aeVXH3Ei2s/s1600/DSC03722.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="223" src="http://3.bp.blogspot.com/-EUmMrAlfrBQ/Ty6GTNOMaLI/AAAAAAAABW8/7aeVXH3Ei2s/s400/DSC03722.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Encontramos mais piratas por lá!&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ZPHp7sVOg_w/Ty6IsGUg-EI/AAAAAAAABXU/nN5dhZAmsks/s1600/DSC03730.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="223" src="http://4.bp.blogspot.com/-ZPHp7sVOg_w/Ty6IsGUg-EI/AAAAAAAABXU/nN5dhZAmsks/s400/DSC03730.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Até o Chacrinha apareceu!&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-VM3j-5m0Hlg/Ty6KCuDdBNI/AAAAAAAABXs/8tTJLX17CCE/s1600/DSC03777.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://1.bp.blogspot.com/-VM3j-5m0Hlg/Ty6KCuDdBNI/AAAAAAAABXs/8tTJLX17CCE/s400/DSC03777.JPG" width="300" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Folião de máscara&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-HVUuzDL55Jg/Ty6OWGQnNWI/AAAAAAAABX0/P86Lkc_7YWI/s1600/DSC037371.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="223" src="http://4.bp.blogspot.com/-HVUuzDL55Jg/Ty6OWGQnNWI/AAAAAAAABX0/P86Lkc_7YWI/s400/DSC037371.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Qualquer adereço já tá valendo!&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-ytR1hVAqouI/Ty6OdJbqivI/AAAAAAAABX8/Dw-T-QurRtY/s1600/DSC037671.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://1.bp.blogspot.com/-ytR1hVAqouI/Ty6OdJbqivI/AAAAAAAABX8/Dw-T-QurRtY/s400/DSC037671.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Mais piratas e um gato (UI)&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-5H9-W_CmmiM/Ty6Olc0gtPI/AAAAAAAABYE/cSvJ3bjQ9S4/s1600/DSC037941.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://1.bp.blogspot.com/-5H9-W_CmmiM/Ty6Olc0gtPI/AAAAAAAABYE/cSvJ3bjQ9S4/s400/DSC037941.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Visão geral da festa&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-eA0RzW66McA/Ty6OuWJkxpI/AAAAAAAABYM/2rrtB4YoA3w/s1600/DSC037951.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://2.bp.blogspot.com/-eA0RzW66McA/Ty6OuWJkxpI/AAAAAAAABYM/2rrtB4YoA3w/s400/DSC037951.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;O trio elétrico levantando a galera&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-2903445755099050849?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/2903445755099050849/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=2903445755099050849&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/2903445755099050849'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/2903445755099050849'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2012/02/somos-todos-piratas.html' title='Somos todos piratas'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-Otv2iicyV20/Ty6Gw_zrLlI/AAAAAAAABXE/3cvK1bXc04c/s72-c/DSC03723.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-292720085091047321</id><published>2012-02-03T21:16:00.001-02:00</published><updated>2012-02-03T21:19:35.561-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='experimentos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='férias'/><title type='text'>Na minha aba</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;Quando eu era pequena, eu via um seriado chamado &lt;i&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0101050/" target="_blank"&gt;Blossom&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;. A grande maioria de vocês deve lembrar desse seriado, mas talvez não pelo mesmo motivo que eu. O seriado (resumindo como se eu tivesse escrevendo no Twitter, já que vocês devem conhecer) era dessas comédias americanas – e eu dava muitas risadas, diga-se de passagem – sobre uma adolescente que é a única mulher vivendo em uma casa com seu pai e seus dois irmãos, tentando aprender as coisas da vida, junto com sua melhor amiga. Sim, era um dos meus programas de tv favoritos e marcou a minha infância. Mas o que eu mais gostava nesse seriado era a quantidade de chapéus que a Blossom usava. Cada dia, um diferente: meigos, grandes, com flores engraçadas. Sempre quis ter aqueles chapéus, mas isso foi uma das coisas que ficou guardado em algum lugar dos meus pensamentos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Quando eu trabalhei numa vídeo-locadora – sim, eu trabalhei em uma, caso você não saiba, em 2008 – saiu um filme muito fofinho em DVD: &lt;i&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0457419/" target="_blank"&gt;A Loja Mágica de Brinquedos&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;. Nele, o senhor Magorium (Dustin Hoffman), dono da loja de brinquedos, diz, um belo dia, para a sua assistente, a Molly (Natalie Portman) que precisa deixar a loja nas mãos dela, para que ela cuide da loja, com a ajuda de Henry (Jason Bateman), um contador que não acredita muito em mágica. No entanto, algumas coisas estranhas começam a acontecer com a loja e é preciso que Molly resolva a situação. É um filme que me lembrou, quando eu assisti pela primeira vez, os filmes tão “clássicos” da Sessão da Tarde, como &lt;i&gt;Os Goonies&lt;/i&gt; ou &lt;i&gt;A Fantástica Fábrica de Chocolate&lt;/i&gt;, por ser um filme para crianças, mas não ser um filme para idiotas – aliás, o filme é bastante sensível com algumas questões às quais não posso me referir, sob pena de estragar a surpresa. Bom, nesse filme, um dos personagens é um menino, o Eric (Zach Mills) que “vive” na loja, mas não tem muitos amigos. Mas por que eu tô falando disso? Porque o Eric coleciona chapéus. Muitos, muitos mesmo, espalhados pelo quarto. Cada dia, ele sai com um, porque, afinal, “quem teria chapéus se não fosse para usá-los, certo?” Bem, esse foi mais um personagem que foi fazer companhia à Blossom e seus chapéus, em algum lugar dos meus pensamentos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Hoje, em vista do bloco de carnaval de rua da Cidade Baixa, em Porto Alegre, saí com uma amiga para procurar alguns acessórios de fantasias. Fomos ao centro – debaixo de um calor torturante e uma sensação térmica de 46 graus – e nos deparamos com muitos, mas muitos... chapéus. A essa altura do campeonato, vocês já devem imaginar que eu parecia uma criança nas lojas, experimentando tudo e imaginando ser cada uma daquelas personagens: toureiros, mágicos, reis (porque não tinha chapéu de rainha, mas tinha de rei), mariachis, bruxas, piratas. Imagina ser um pirata! Alguma coisa entre o Jack Sparrow e o Barbosa, talvez misturado com o Willie Caolho, navegando por aí em busca de tesouros, mas sempre tentando escapar de traições e maldições. E rum, né gente, muito rum, porque pirata bebe rum. Bem, eu não resisti e decidi ser uma pirata amanhã, no bloco de carnaval: comprei um chapéu de pirata, meu primeiro chapéu de pirata! Amanhã, seremos todos piratas, audazes e temerários, temíveis e sanguinários... seremos os donos [só que] do bar. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Chapéu é um acessório tão simples, que muitas vezes chega a ser bobo o porquê de eu quase nunca ter usado antes - tanto que eu nem o conheço. Talvez os pais de hoje, ao invés de encher os filhos com eletrônicos e brinquedos tão frágeis, pudessem dar chapéus a eles, deixando eles serem alguns desses personagens, pelo menos algumas vezes na vida. Um policial, um arqueólogo, um detetive. Imaginem um grupo de crianças brincando, todas usando chapéus! Quantas histórias não viriam daí, quantas lembranças essas crianças não teriam, de ser muitas ideias num só. Chapéu é legal.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Também comprei, bem doida por futebol que eu sou, um chapéu de bola de futebol, pra ir no Grenal domingo – afinal, todo dia é carnaval nesse país. Mas os outros chapéus entraram na lista: ainda vou sair de cartola, de viking, de cowboy, de sombrero na rua, porque, afinal, como disse o Eric, quem teria chapéus se não fosse para usá-los? Só alguém sem imaginação alguma, e eu, como vocês notaram, tenho de sobra. Eu ainda sou uma criança, só que grande.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-292720085091047321?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/292720085091047321/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=292720085091047321&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/292720085091047321'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/292720085091047321'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2012/02/na-minha-aba.html' title='Na minha aba'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-7094405877789288732</id><published>2012-02-02T20:48:00.000-02:00</published><updated>2012-02-02T20:48:03.841-02:00</updated><title type='text'>Uma escolha</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Quando eu tinha uns 15, 16 anos, eu me lembro, me divertia muito, indo na casa de alguns amigos, tomando uns tragos dos quais até Homero teria inveja, passar horas rindo, na rua, com todos eles. Lembro que não era preciso nem ligar, às vezes, antes de passar na casa deles; era só ir lá. Os pais de todos conheciam todo mundo, conversavam com a gente enquanto o amigo tomava banho, ou a gente ficava lendo os gibis que eles tinham no quarto, enquanto esperava. Daí a gente saía, dava um toque pras pessoas de sempre nos encontrarem em algum lugar, e ficávamos lá, fazendo nada, todo mundo junto. Era o máximo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Hoje eu acordei e liguei o computador. Foi a primeira coisa que eu fiz. Entrei logo na internet, conectei direto no Facebook. Em seguida, comecei a comentar os posts dos 410 amigos que tenho, esperando que eles comentassem de volta e que aquilo pudesse se tornar um diálogo. Coloquei alguns assuntos “na roda”, também na espera que ele rendesse algumas horas de discussão. Rendeu. Rendeu também alguns inimigos, com os quais, possivelmente, eu nem conversaria num dia normal e que nem saberiam da minha opinião acerca de alguns assuntos. Conversei com alguns amigos via chat (aquele chat terrível do Facebook), contando como foi a minha noite, eles contaram como foi a deles. Eu ria, mas ninguém podia me ver rindo. Uma das minhas amigas, quando saiu comigo uma vez, disse que meu riso era contagiante. Infelizmente, na maioria das vezes que rio, ninguém ouve. Estão todos lendo minhas risadas, mas não estão rindo comigo. Mas eu insisto em ficar logada, vai que eu perco algum assunto. Mas e se eu perder, qual vai ser a diferença? Eu poderia estar lendo um livro – tenho vários na minha estante esperando, tristes, que eu coloque de novo meus olhos sobre eles. Mas eu os ignoro, porque a companhia de todos, mesmo que virtual, parece mais interessante. Mas sabe o que mais? Não é. Não assim. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Hoje eu decidi deletar minha conta no Facebook. O que eu posso escrever lá, eu posso escrever aqui no Blog, possivelmente desenvolvendo mais as ideias do que lá, já que é preciso ser pouca coisa escrita, pra ser lida. E quem não quiser saber das minhas opiniões – que sempre podem mudar, ainda bem – é só não ler o blog, afinal, ele não vai aparecer na lista de atualizações de todo mundo. Posso mandar as fotos da festa por e-mail; posso comentá-las por e-mail, e se a coisa for muito épica, eu ainda posso postar aqui. Posso aproveitar todo o tempo que eu perco lá fazendo alguma coisa mais útil – o que abrange, provavelmente, um conjunto enorme de alternativas. Quem eu quiser encontrar, e quiser me ver também, tem meu número de telefone, tem meu e-mail, alguns até sabem onde eu moro. Quem realmente quiser minha companhia, vai me procurar. E se não procurar, bem, daí a gente fica sabendo quem se importa mesmo. Cansei de perder tempo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;[Somente para deixar claro, eu ainda continuo com o Twitter (@marloren) : não perco tanto tempo com ele e é bom pra divulgar os novos posts do Blog. É bom falar de futebol lá, porque não é todo mundo que se ofende, e a corneta rola solta. É bom fazer uns comentários aleatórios de vez em quando; pra mim, é mais barato do que pagar análise. E sim, eu twitto bastante, e, como sempre, se não quiser ler, é só não seguir. ]&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-7094405877789288732?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/7094405877789288732/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=7094405877789288732&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/7094405877789288732'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/7094405877789288732'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2012/02/uma-escolha.html' title='Uma escolha'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-124925359531030452</id><published>2011-12-20T13:17:00.001-02:00</published><updated>2011-12-20T13:18:25.683-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Natal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='experimentos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='férias'/><title type='text'>Um ano por inteiro</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nunca fiz um balanço de final de ano. Normalmente, eu tava mais preocupada em onde ia passar o Natal e o Ano Novo, quanto eu ia gastar com presentes, o que a gente ia comer e, principalmente, o que íamos beber.&amp;nbsp;Mas hoje me peguei pensando nisso, no ano todo, no que deixei pra trás, no que me dediquei, nas coisas que deram certo e nas que deram errado.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deixei pra trás tudo o que não tava dando certo, todo mundo que não me acrescentava nada. Mas também deixei pra trás algumas pessoas que me acrescentavam muito. Algumas decisões são difíceis de tomar, mas se nós não estamos preparados pra abraçar com tudo algumas oportunidades que a vida nos oferece, não podemos simplesmente abraçar pela metade. Descobri que não sou uma pessoa pela metade, não gosto pela metade, não sinto pela metade, não quero pela metade, não sou pela metade. Eu sou inteira e quero tudo por inteiro.&amp;nbsp;Deixei pra trás também algumas atitudes, dessas que nos cortam pela metade.&amp;nbsp;Perdi, com isso, alguns amigos, mas ganhei outros. Nem sempre conseguimos manter tudo o que ganhamos,e no fim, parece que acabamos ganhando também com isso.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Me dediquei a buscar o que eu queria. Me foquei naquilo que eu podia fazer por mim mesma. Me matei estudando, e o resultado, bem, muitos já sabem. Destaque no Salão de Iniciação Científica e segundo lugar na seleção do Mestrado em Filosofia da UFRGS. O negócio é que, quando a gente quer mesmo, assim, com uma vontade inteira, a gente se dedica, e consegue. Não importa se é difícil, se parece que a gente não tem nem chance. Claro que, pra isso, o foco é tudo. Infelizmente, como eu disse ali em cima, não dá pra abraçar tudo, ao mesmo tempo, porque acaba saindo um monte de coisas, bem, pela metade, e mal feitas, ainda por cima. Aprendi a me focar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas acho que uma das coisas mais importantes que aprendi esse ano é que a nossa felicidade - seja lá o que for isso - não pode depender de mais ninguém, além de nós mesmos. Não podemos jogar uma responsabilidade dessas em cima de ninguém, até porque, os únicos responsáveis por nós somos nós mesmos. Querer dividir a tua felicidade com alguém, é uma coisa, mas fazer ela depender de outra pessoa, é furada. Vou insistir no ponto: é preciso estar inteiro e, mesmo com dúvidas, é preciso estar disposto e preparado pra querer o todo. Caso contrário, bem, não trabalhamos mais com mercadorias quebradas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bom ano a todos e espero que 2012 seja tão produtivo quanto 2011.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-124925359531030452?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/124925359531030452/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=124925359531030452&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/124925359531030452'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/124925359531030452'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2011/12/um-ano-por-inteiro.html' title='Um ano por inteiro'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-47816711335016662</id><published>2011-12-15T00:01:00.000-02:00</published><updated>2011-12-15T00:01:45.252-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Letras'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Leitura'/><title type='text'>Uma breve interpretação das "Elegias de Duíno", de Rilke</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;"&gt;Rainer Maria Rilke (1875-1926), poeta de formação cultural essencialmente germânica, começou a escrever as &lt;i&gt;Elegias de Duíno&lt;/i&gt; em 1912, no castelo de Duíno, perto de Trieste, na Itália, mas só as terminou em 1922, já na Suiça. Nesse intervalo de tempo, o mundo viveu a Primeira Guerra Mundial – o que, segundo o prefácio da nossa edição do texto, de Sérgio Augusto de Andrade, foi indiferente para a poesia de Rilke: ele não parece ter escrito as &lt;i&gt;Elegias&lt;/i&gt; para os vivos, mas sim, para os mortos. Segundo ele, a poesia de Rilke é essencialmente atemporal: há algo nela que não diz respeito a nenhum mundo, a nenhuma época em particular, assim como a ninguém em particular. Para nós, Rilke parece ter escrito para aqueles que compartilham das coisas que não pertencem às mudanças, mas sim, à permanência no tempo, que a sétima elegia nos dá a pista de ser a interioridade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;"&gt;O texto é composto por dez elegias. Elegia é uma forma grega e latina de poesia e cujo objetivo é cantar a tristeza, a dor, a morte, o que, essencialmente, não mudou até a modernidade, embora naquela época tivesse havido preocupação com a forma e a métrica e nessa, não parece haver tanto, ainda que uma ou outra preocupação com isso se mantivesse. No texto de Rilke, podemos ver claramente esses temas, a morte e as lamentações, principalmente, e, embora em algumas das elegias tenha preocupação com a métrica, na maioria, os versos são livres. O texto como um todo, no entanto, a nosso ver, não apenas canta a morte, contrastando-a com a vida, ou o amor, contrastando-o com a dor, ou ainda, a efemeridade das coisas externas, contrastando-a com a permanência da interioridade – para nós, os três principais temas das Elegias – mas reflete sobre eles. É quase como se o poeta tivesse que passar por todos esses contrastes, o homem precisando encará-los enquanto o tempo passa, vivê-los na poesia, para poder compreendê-los, sem que o tempo pare para isso. Como nosso espaço aqui é breve, não nos deteremos a nenhuma elegia em particular, nem analisaremos cada uma delas passo a passo, mas trataremos de ver no texto em geral como esses temas aparecem e como são desenvolvidos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;"&gt;A morte aparece já no início do texto, fazendo jus ao seu gênero. No entanto, não é meramente uma lamentação de que um dia o homem morrerá e dele nada restará: a reflexão acerca da morte parece ser a de que vivemos cheios de desejos, preocupados incessantemente em realizá-los; desenvolvemos certos hábitos e nos preocupamos em mantê-los, em cultivá-los, em fazer deles um estilo de vida; temos o nosso nome a zelar, através de nossas ações, mantermos a nossa identidade e, ao mesmo tempo, marcar as nossas diferenças. E tudo isso para quê, se, afinal, no fim de tudo, morremos? “Estranho, não desejar mais os nossos desejos. Estranho,/ ver no espaço tudo quanto se encadeava, esvoaçar,/ desligado.” (p. 23) É isso de fato importante para a vida ou isso é exatamente o que prenuncia, de certa forma, o final comum a todos nós? Não estamos já em vida mortos? “Os Anjos (dizem) muitas vezes não sabem/ se caminham entre os vivos e os mortos” (Primeira Elegia, p.23). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;"&gt;A morte e seu contraste com a vida aparecem, a partir daí, permeando e mediando a reflexão sobre o amor e a dor. No amor, o homem se abandona por outro, não se preocupa mais com as coisas “terrenas”, por assim dizer; somente com o outro. Os amantes se bastam, se reconhecem um no outro, se desvanecem, enquanto aquele que não ama tem dificuldades em ter consciência de si próprio: “Amantes, que vos bastais, qual nosso segredo?/ Há contato entre vós. Teríeis provas?/ Às vezes minhas mãos se reconhecem ou/ meu rosto gasto nelas tenta se abrigar./ Isto me dá uma certa consciência de mim mesmo. Quem, no entanto, por tão pouco ousaria &lt;i&gt;ser&lt;/i&gt;?/ Mas vós, acrescidos no êxtase um do outro/ – até que exausto, um suplique: basta! –, vós,/ cujas mãos descobrem a riqueza dos anos de vinho/ e que vos dissolveis para que o outro domine,/ pergunto-vos: qual nosso segredo? Eu sei/ bem-aventurado é o vosso contato, pois/ as carícias sutilmente protegem, retêm/ a duração pura: e o amplexo, não vos promete quase/ a eternidade?” (Segunda Elegia, p. 29 – grifo do autor). Esse amor, que confere permanência diante de todas as outras coisas do mundo, todas passageiras, é um tipo de vida, ou seria um tipo de morte? O amante se entrega ao amor, mas quanto mais se entrega, mais desce às profundezas, sofre, sente dor. Quanto mais se envolve, mais sangue há. A amante precisa retê-lo, dar-lhe paz, mas ela o maltrata. Seria isso um tipo de vida ou seria já a morte ainda enquanto vivo? E o pior de tudo: nós insistimos. Parece que não aprendemos com as feridas que temos: “Não somos lúcidos como as aves/ migradoras. Precipitados ou vagarosos/ nos impomos repentinamente aos ventos/ e tornamos a cair num lago indiferente.” (Quarta Elegia, p. 41). Mesmo que exista dor, ainda esperamos que algo diferente aconteça, como o que “espera diante/ do palco sombrio do próprio coração [...] Estou aqui, à espera./ Ainda que as lâmpadas se apaguem, ainda que me digam: ‘acabou-se’” (Quarta Elegia, p. 43). E por que a espera, se se sabe de toda a dor, de toda a tristeza? Porque ao vivê-las, ao se entregar ao amor, mesmo com todo o sofrimento inerente, é aí que se percebe que se viveu. O herói não é aquele que se priva do amor, para evitar o sofrimento, mas aquele que o vive na sua plenitude, que desce “amando, ao sangue mais antigo, ao abismo/ onde jaz o Espanto, regurgitado pelos ancestrais” (Terceira Elegia, p. 37); “Pois o herói percorre as estações do amor, e cada pulsar/ de um coração ardente o impele às alturas com mais força.” (Sexta Elegia, p. 63). A partir daqui, a poesia parece começar a indicar que, apesar de haver uma aparente contraposição entre vida e morte, amor e dor, tudo isso, no fundo, se completa. Não há vida sem morte, nem amor sem dor, e vice-versa. Tudo é completude, e cada passo é necessário para a plenitude das experiências do que permanece. “Lembra-te”, diz o poeta já na Primeira Elegia, “o herói permanece, sua queda/ mesma foi um pretexto para ser – nascimento supremo” (p. 19). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;"&gt;A partir da Sétima Elegia, o tema da mudança, da metamorfose, e a busca por algo de permanente, em contraste com a efemeridade, começa a ser mais frequente. Tudo muda, o tempo todo, e nós vivemos em meio a essa evanescência de momentos: “Nossa vida transcorre na metamorfose:/ sempre decrescendo, o exterior desaparece” (Sétima Elegia, p. 69). Nessa mudança constante, sabemos que em algum momento existimos, de verdade, com plenitude – quando amamos, isto é, quando vivemos cada etapa desse amor, inclusive a sua morte. Mas logo esquecemos, porque o tempo passa. O que permanece é o que está dentro de nós: “Em parte alguma, bem-amada, o mundo existirá, senão/ interiormente” (Sétima Elegia, p. 69). O homem, no entanto, vivendo essa mudança externa, constrói em si mesmo as coisas que permanecem – mas não o homem sozinho, como se fosse preciso cada um construir seu próprio mundo e vive-lo à parte do resto; é no ‘nosso’ interior que está a existência do mundo; é dentro de nós, mas é em algo que compartilhamos. O que permanece são os nossos sentimentos e o que aprendemos com eles – não é o aprendizado meramente racional: “o próprio esforço de pensar e compreender não basta para nos subtrair a essa inquietante fluidez, isto é, não há salvação possível pelo conhecimento" (comentários ao texto, p.103). É preciso viver os sentimentos, porque quando nos dermos conta, nós também já passamos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;"&gt;Assim, o poeta que, embora se mostre no texto sempre solitário, com seus amores não correspondidos, sentindo-se forçado a viver a vida, como que expulso do ninho seguro da mãe (“Bem-aventurada/ a &lt;i&gt;pequena&lt;/i&gt; criatura que &lt;i&gt;permanece&lt;/i&gt;/ no seio que a criou [...] E olhai a indecisão do que deve/ voar, expulso do seio” – Oitava Elegia, p. 77), ele percebe nisso algo de necessário para a vida plena. O amor, mesmo que não correspondido, mesmo que dolorido e triste, é o que permanece, pois é o que é interno. A terra, inconstante e exterior, onde todas as coisas e relações passam, deseja, secretamente, nascer em nós, pois só em nós pode permanecer – somente através do amor o homem permanece, mesmo que um dia ele também desapareça. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;Referência: &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;RILKE, R. M. Elegias do Duíno. São Paulo, Globo, 2008.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;(O texto deste post é resultado de um trabalho feito urgentemente para uma disciplina, a fim de não PERDER nota. No final, ele levou um belo de um 9,5. :D Férias com tudo pra mim.)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-47816711335016662?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/47816711335016662/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=47816711335016662&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/47816711335016662'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/47816711335016662'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2011/12/uma-breve-interpretacao-das-elegias-de.html' title='Uma breve interpretação das &quot;Elegias de Duíno&quot;, de Rilke'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-5322527825948674413</id><published>2011-12-05T21:01:00.000-02:00</published><updated>2011-12-05T21:01:26.633-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='experimentos'/><title type='text'>Noturna</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Eu sou uma pessoa noturna. Eu gosto da noite, do escuro, do silêncio. Não tenho medo, como se um zumbi pulasse de dentro do meu guarda-roupa e me atacasse em busca do meu cérebro ou como se um lobisomem entrasse no meu quarto arrebentando a minha janela. O medo, à noite, não existe: é à noite que eu finalmente me encontro comigo mesma.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;De dia, com toda aquela luz, muita gente me vê: caminhando na rua, prestando atenção na aula, não prestando atenção na aula, ouvindo música com fones de ouvido no ônibus, lendo na biblioteca ou na praça. Muita gente me vê, mas eu não me vejo: eu só me vejo de noite, quando eu abro a minha garrafa de rum e sirvo uma dose, pensando nas coisas que eu queria fazer e nas que eu não faço, desde ser astronauta e ir visitar a lua – embora eu diga, à luz do sol, que eu abandonei essa ideia há tempos – até ler toda minha estante de livros que, por ora, só está juntando pó perto da Jane Austen e do George Orwell, ainda que o Bram Stoker e o Lovecraft venham, às vezes, me visitar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Diariamente, eu me escondo, mesmo na claridade, atrás das minhas roupas – os meus ‘uniformes sociais’ – da obediência às leis, atravessando sempre na faixa de pedestres, do respeito aos mais velhos, cedendo meu confortável lugar no ônibus, do sorriso aos desconhecidos, como os que dirijo aos que furam a fila bem na minha frente. De dia, eu mantenho a ordem; mas à noite, é a desordem que manda. Eu pirateio músicas, bebo demais, falo verdades na cara, doa a quem doer, e perca o amigo que perder. Desenvolvo meus vícios e esqueço das virtudes – virtudes são muito diurnas. Convivo com a minha bagunça e nada me traduz melhor. A bagunça de ser alguém se adona de mim e acaba me definindo. Pelo menos, até o amanhecer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-5322527825948674413?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/5322527825948674413/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=5322527825948674413&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/5322527825948674413'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/5322527825948674413'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2011/12/noturna.html' title='Noturna'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-3969760799967411681</id><published>2011-11-25T12:18:00.000-02:00</published><updated>2011-11-25T12:18:16.267-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='experimentos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Letras'/><title type='text'>Claustrofobia</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;"&gt;Acordei com a pancada na porta. Uma batida só, abafada e seca, mas alta o suficiente pra ouvir do segundo andar, onde eu estava. Tinha alguém na casa, eu sabia, mas não conseguia ouvir mais nada. Me levantei da cama e me escondi no &lt;i&gt;closet&lt;/i&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;"&gt;A porta do closet tinha frestas minúsculas, pelas quais podia ver o quarto, que estava com a sua porta fechada, mas não podiam me ver ali. Não era o melhor lugar para me esconder, mas foi na única coisa que consegui pensar, em meio a pressa e o medo. Me enrolei no edredom que tinha jogado ali dentro uns dias antes, joguei umas roupas em cima de mim mesma e olhei brevemente para meu esconderijo: uma peça de dois metros por um, lotada de roupas – o cheiro do mofo já começava a marcar presença – e uma lâmpada queimada&amp;nbsp; bem em cima da minha cabeça, no teto. Me sentia segura, apesar de não ser o melhor lugar para isso, definitivamente; e eu não sabia bem se eu ia me arrepender de pensar assim ou não. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;"&gt;Tentei fazer o máximo de silêncio possível e me esforcei por buscar algum sinal do que estava acontecendo, mas eu não ouvia nada. Nem um barulho de passos, nenhum movimento, nenhum sussurro, nada. Comecei a sentir minha testa suar, debaixo da minha franja bagunçada. Minhas mãos, também já molhadas de suor, começaram a tremer e eu quase podia ouvir meu coração disparar. Eu sabia que tinha alguém na casa, eu ouvi o barulho da porta, ouvi...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;"&gt;Minha respiração começou a ficar alta, ofegante. Eu respirava fundo de vez em quando e tentava me acalmar, diminuir o som, mas quase não conseguia. Estava começando a ficar apreensiva, já que nada acontecia, não ouvia nada além da minha respiração. O suor começava a escorrer pelo rosto e então percebi que ali dentro e debaixo daquilo tudo estava ficando muito quente. Senti minha pressão diminuir, fiquei tonta; mas precisava me controlar, precisava saber o que tinha acontecido. E não acontecia nada...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;"&gt;Até que ouvi um barulho. Alguma coisa tinha caído no chão, ali no corredor. Bem ali, do lado do quarto... o que será que foi? Pelo barulho, parecia um vaso, o vaso que tinha as flores que minha mãe me deu no meu último aniversário. Ou foi um retrato? O retrato da minha família, a última vez juntos... Parecia um barulho de vidro. Forçava a audição o máximo que conseguia e ficava até um tempinho sem respirar. Silêncio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;"&gt;Mas eu sabia que tinha alguém, e me encolhi mais ainda no edredom, mesmo com meu pijama já colado no meu corpo por causa do suor. Senti um arrepio e me senti tonta de novo. O cheiro do mofo parecia ter ficado, de repente, mais forte, mais forte, mais forte... mais ácido, azedo, parecia cheiro de carne estragada. Forte. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;"&gt;E eu cada vez mais tonta por causa do cheiro. Tapei o nariz com uma das blusas que estava em cima de mim, mas o cheiro parecia ter impregnado também nela, em tudo em volta. Estava cada vez pior, cada vez mais insuportável. Senti meu estômago se revoltando, senti ânsia de vômito, mas me segurei, precisava saber o que estava acontecendo. Com dor de cabeça e segurando a respiração, espiei pelas frestas. Silêncio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;"&gt;De repente, uma batida, igual a da porta lá de baixo. Bem ali, no meu quarto. Seguro o choro, mas tremo. Me cubro mais, fecho os olhos por um segundo, mas preciso ver o que está acontecendo. Olho por entre as frestas e vejo a criatura ali. Alta, com braços longos, cabelos ralos, roupas rasgadas e sujas de sangue; os pés meio tortos davam passos desengonçados em direção à minha cama. Seu rosto era comprido, com a mandíbula em exposição, mostrando uma parte de um sorriso malévolo, que ficava ainda pior contrastando com os olhos ligeiramente saltados das órbitas. Havia sangue por todo seu corpo e ele parecia gostar daquilo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;"&gt;Pegou meu lençol com as mãos trêmulas e levou até o que sobrara de seu nariz; fez um esforço para sentir meu cheiro e, de repente, olhou para o closet. Quase pude sentir seus olhos diretos no meu, não fosse pela certeza de que não podia me ver dali. Mesmo assim, meu mal estar retornou com toda a força: dor de cabeça, tontura, calor, medo. Me cubri ainda mais e tremia descontroladamente. Era preciso me controlar, ou ele me encontraria. Suprimi com todas as minhas forças o choro que insistia em vir, e fiquei parada, o máximo que consegui. Ouvi os passos dele, agora não tão silenciosos, no meu quarto, em direção ao closet; eu suava mais ainda, mas não me mexia. Ouvi a maçaneta da porta girando, sendo forçada para abrir, mas ela não abria: eu tranquei a porta depois que entrei. Mas ele forçava, forçava demais, ia quebrar; ele empurrava, batia com força, mas a porta era resistente, ela resistia, mais do que eu. Apertei com força o edredom em volta de mim e segurava o choro, tentava não tremer, eu não ia conseguir. Até que tudo voltou ao silêncio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;"&gt;Fiquei alguns segundos imóvel, quase me esqueci de respirar. Inspirei lentamente e o mais silenciosamente possível um ar quente, misturado com o cheiro do meu suor. Me esforçava para ouvir algo, não queria abrir os olhos: não ouvia nada. Nem passos, nem a porta sendo forçada, nada. Silêncio novamente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;"&gt;Impregnada de terror, afastei um pouco do edredom pro lado e espiei novamente pela fresta bem em frente aos meus olhos. Nenhum sinal da criatura no meu quarto – meu lençol estava no mesmo lugar que deixei, não havia uma gota de sangue em lugar algum e a porta estava fechada. Uma brisa leve balançava a cortina branca da minha janela, que deixava alguns raios de sol entrar. Eu ainda não tinha coragem o suficiente para sair dali e ver o que tinha acontecido, mas respirei mais algumas vezes, tirando de mim aquele monte de roupas quentes e suadas, e abri a porta do closet. Senti seus dentes em meu pescoço, arrancando pedaços da minha carne, e uma dor alucinante tomou conta de mim.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;"&gt;(Esta é a segunda versão do meu texto para relatar uma emoção forte, tarefa da disciplina de Leitura e Produção Textual. Acho que estou viciada em The Walking Dead.)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-3969760799967411681?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/3969760799967411681/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=3969760799967411681&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/3969760799967411681'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/3969760799967411681'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2011/11/claustrofobia.html' title='Claustrofobia'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-5294227368387206781</id><published>2011-11-05T15:44:00.002-02:00</published><updated>2011-11-05T16:23:02.420-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='experimentos'/><title type='text'>Um vaso sem flor</title><content type='html'>Eu sempre soube que esse dia chegaria. Sabia que, uma hora ou outra, eu perderia. Nada que não é cultivado &amp;nbsp;pode dar frutos. Matei a árvore pela raiz; arranquei com força, pra não sobrar nada no meio da terra. E não sobrou. Tudo o que tinha ali, tudo, fui eu que matei. Arranquei folha por folha, quebrei os galhos, cortei a vida. E não sobrou nada lá. Mas eu guardei cada pedaço, cada folha, cada fruto bem escondido na minha caixinha de recordações, escondido, embaixo da cama, pegando pó. Fiquei com tudo guardado, mesmo que não espiasse aquela caixa a cada minuto. Sim, eu esqueci de jogar tudo fora, pela janela, na rua, no lixo. É que nunca foi, mesmo, lixo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-5294227368387206781?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/5294227368387206781/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=5294227368387206781&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/5294227368387206781'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/5294227368387206781'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2011/11/um-vaso-sem-flor.html' title='Um vaso sem flor'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-8964761378827318725</id><published>2011-11-02T14:45:00.001-02:00</published><updated>2011-11-02T14:47:15.149-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filosofia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Kant'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Leitura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='idealismo alemão'/><title type='text'>A crítica da crítica à Crítica</title><content type='html'>Abaixo, segue o texto que guiou a minha apresentação no Salão de Iniciação Científica da UFRGS. Quero lembrar que o texto não foi lido durante a apresentação, mas foi escrito com o intuito de organizar as ideias e guiar a montagem do Power Point, a fim de que eu dominasse os conteúdos. Acho que ambos os objetivos foram alcançados, já que a minha apresentação me rendeu destaque no SIC. Segue o texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;b&gt;A crítica da crítica à Crítica: a distinção entre condição epistêmica e condição ontológica torna inadequada a leitura de Jacobi da filosofia kantiana?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 70.9pt; mso-list: l2 level1 lfo2; text-align: justify; text-indent: -14.2pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;1.&lt;span style="font: normal normal normal 7pt/normal 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Introdução&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 70.9pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 3.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;O idealismo transcendental, exposto pela primeira vez na Crítica da Razão Pura (CRP) de Kant pode ser considerado um dos fatores aglutinadores do Idealismo Alemão, uma vez que todos os filósofos imediatamente a seguir tiveram esse livro como ponto de partida de sua filosofia (Cf. HARTMANN, 1960, p.11-2). No entanto, as interpretações desse tipo de idealismo são controversas e geram as mais diversas acusações a Kant: de sustentar um solipsismo, ceticismo, dogmatismo, entre outras, presentes ainda nas interpretações mais atuais. Henry Allison, todavia, em &lt;i&gt;O Idealismo Transcendental de Kant: uma Interpretação e Defesa&lt;/i&gt;, tenta mostrar como tais posições, convencionais, não são adequadas ao idealismo transcendental, a partir do esclarecimento das noções de condições ontológicas e condições epistêmicas, necessárias, segundo ele, para uma melhor compreensão do projeto kantiano. O objetivo deste trabalho, então, é analisar essas noções e aplicá-las ao texto de Jacobi, &lt;i&gt;Sobre o Idealismo Transcendental&lt;/i&gt;, que pode ser considerado a primeira crítica clara e precisa às ideias kantianas da CRP (cf. BONACCINI, 2003, p.32), e, possivelmente, uma das maiores influências às interpretações tradicionais do idealismo transcendental.&amp;nbsp; Para tanto, vamos, primeiramente, analisar o texto de Jacobi e suas objeções; a seguir, veremos a resposta de Allison a Jacobi e, por fim, revemos o texto de Jacobi à luz da interpretação de Allison. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;2. A crítica de Jacobi&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 3.0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 3.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Jacobi, em seu texto &lt;i&gt;Sobre o Idealismo Transcendental&lt;/i&gt; (1787), pretende submeter o idealismo transcendental à crítica do idealismo em geral, ou seja, de um idealismo próximo ao de Berkeley e, no entanto, “mais forte que jamais fora ensinado” (JACOBI, 1992, p.109). Para isso, em seu texto, ele cita algumas passagens da primeira edição da CRP, a única em que se tinha acesso, até então, a fim de demonstrar, através do próprio texto kantiano, que o idealismo transcendental é inconsistente, levantando, assim, o problema da afecção, que, grosso modo, seria o de que é preciso pressupor que haja algo externo a nós que nos afete, sem, todavia, poder saber se, de fato, esse algo existe. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 3.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Em &lt;i&gt;Kant e o Problema da Coisa em Si no Idealismo Alemão&lt;/i&gt;, Bonaccini defende que o problema da afecção, tal como apresentado por Jacobi, não se resume a apenas uma objeção, mas, antes, “descortina uma &lt;b&gt;problemática &lt;/b&gt;que se desdobra em uma série de objeções”, intimamente ligadas, “o que cria a aparência de ser uma única” (BONACCINI, 2003, p. 41 – grifo do autor). Ele apresenta, então, o texto de Jacobi em três passos, “a fim de distinguir essas objeções com clareza e mostrar como cada uma surge da outra – como se entrelaçam entre si” (BONACCINI, 2003, p. 41): o primeiro, que o Idealismo Transcendental conduz ao solipsismo; o segundo, que a tese de que as impressões são provocadas por objetos externos não é compatível com o solipsismo do Idealismo Transcendental; e o terceiro, que a tese da incognoscibilidade das coisas em si mesmas conduz ao ceticismo. Concordamos com essas distinções no texto de Jacobi e veremos o problema da afecção a partir dessa perspectiva.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-left: 92.7pt; mso-list: l1 level2 lfo1; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;2.1.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;A acusação de solipsismo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 3.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Após longas citações do texto kantiano, Jacobi, que se coloca sob o ponto de vista de um realista, conclui que o que os realistas chamam de &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 4cm; text-align: justify; text-indent: 4cm;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;objetos reais, coisas independentes de nossas representações, são para o idealista transcendental apenas seres internos &lt;b&gt;que não representam absolutamente nada da coisa&lt;/b&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;[...]&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;b&gt;determinações puramente subjetivas de ânimo, vazias de tudo o que é verdadeiramente objetivo&lt;/b&gt; (JACOBI, 1992, p. 104).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Se só temos acesso às nossas representações, um pressuposto da teoria kantiana, então só podemos conhecer essas representações, ou seja, objetos dentro de nós. Se o que consideramos sob espaço e tempo, isto é, todos os objetos da experiência – interna e externa – nada mais são do que fenômenos, &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 4cm; text-align: justify; text-indent: 4cm;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;movemo-nos apenas no âmbito da consciência das nossas representações e não podemos nem abstrair totalmente nem sair delas – as coisas independentemente de nossas representações nos são absolutamente inacessíveis, e nós somos então [...] &lt;b&gt;tão idealistas como Berkeley&lt;/b&gt; (BONACCINI, 2003, p. 46 – grifo do autor).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Portanto, o idealismo transcendental conduz a um solipsismo, uma vez que não temos como abstrair de nossas representações, e não temos como garantir “que não estejamos a sós conosco, nós e nossas representações” (BONACCINI, 2003, p. 46).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-left: 92.7pt; mso-list: l1 level2 lfo1; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;2.2.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Solipsismo e a afecção por objetos externos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-left: 92.7pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 3.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Segundo Kant, &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 4cm; text-align: justify; text-indent: 4cm;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;a palavra ‘aparência’ precisa já indicar uma relação com alguma coisa da qual é representação imediata e, com certeza, sensível, mas o qual nele mesmo, [...] precisa ser alguma coisa, i. e., um objeto independente da nossa sensibilidade (KANT &lt;i&gt;apud&lt;/i&gt; ALLISON, p. 53). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Isto é, é preciso admitir algo fora de nós, independente de nossa sensibilidade, para que possamos falar em representação, em algo dentro de nós. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 3.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Para Jacobi, esse parece ser o problema central, uma vez que só temos acesso às nossas representações e aos objetos por meio delas: não podemos admitir o que ela representa, sem fazer disso outra representação. Não temos, assim, um critério seguro para distinguir o objeto representado da representação desse objeto. “Para admiti-lo sem problemas”, diz Bonaccini, “devíamos ter acesso a algo independente das condições de representação, mas não temos acesso a nada que não sejam representações” (2003, p. 48). Assim, dado que só temos acesso às nossas representações e que não temos como garantir que não estamos sós com elas, é preciso, apesar disso, admitir que haja algo além das nossas representações, embora não tenhamos acesso a ele. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 3.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Assim, sem a pressuposição de que haja coisas em si mesmas, objetos independentes da nossa sensibilidade que nos afetem, não se pode entrar no sistema e com ela não se pode permanecer dentro dele (cf. JACOBI, 1992, p. 107). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-left: 92.7pt; mso-list: l1 level2 lfo1; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;2.3.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Ceticismo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-left: 92.7pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 3.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Não se pode permanecer no sistema do idealismo transcendental com o pressuposto de que há objetos que me afetam, pois é preciso, segundo Jacobi, ter a “convicção da validade objetiva da nossa percepção dos objetos fora de nós como coisas em sie não como fenômenos &lt;b&gt;meramente&lt;/b&gt; subjetivos” e a “convicção da validade objetiva das nossas representações das relações necessárias desses objetos entre si e das suas &lt;b&gt;correspondências essenciais, enquanto determinações objetivamente reais&lt;/b&gt;” (JACOBI, 1992, p. 107 – grifos do autor), e isso é incompatível com o sistema kantiano. A causa de nossas afecções é um objeto transcendental, portanto, é algo desconhecido. Assim, não podemos saber nada a respeito dessa causa e de sua relação com o efeito, ou, “&lt;i&gt;no que se refere à maneira como somos afetados pelos objetos&lt;/i&gt;, encontramo-nos na mais profunda ignorância” (JACOBI, 1992, p. 107 – grifos do autor). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 3.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;A acusação de Jacobi, neste passo, aponta para uma relatividade das leis da nossa intuição e do nosso pensamento apenas às nossas condições e, portanto, não dizem nada sobre os objetos em si mesmos, ou sobre a natureza em si mesma. Se essas verdades são relativas, então não têm como ser objetivas: nosso conhecimento, portanto, “nada contém, absolutamente nada, que possa ter um significado &lt;i&gt;verdadeiramente &lt;/i&gt;objetivo” (JACOBI, 1992, p. 108 – grifo do autor). Isto quer dizer que não é conhecimento, que “o conhecimento é impossível” (BONACCINI, 2003, p. 50). A teoria kantiana, portanto, conduz ao ceticismo, pois é impossível compatibilizar a teoria de que só podemos conhecer representações com a teoria de que há algo, que não é uma representação, que causa as nossas representações. O fundamento de toda a teoria é, por si só, algo incognoscível; logo, não há a possibilidade de conhecermos de fato qualquer coisa baseada nisso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-left: 92.7pt; mso-list: l1 level2 lfo1; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;2.4.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Conclusões preliminares da crítica de Jacobi&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 3.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;O problema que Jacobi apresenta no seu texto é o de que, uma vez separados, como Kant faz, o modo como as coisas aparecem para nós (o mundo fenomênico, o qual temos acesso) e o modo como as coisas são nelas mesmas (o mundo noumênico, o qual não temos acesso), não tem mais como compatibilizar ambos, nem juntá-los, e, muito menos, de tomar um como pressuposto (ou fundamento) para o outro, justamente porque só temos acesso a um deles. Não temos como saber se as nossas representações são mesmo efeitos de uma causa, externa e independente de nossa sensibilidade, porque não podemos saber nada sobre essas coisas, embora precisemos admiti-las como sendo causa de nossas representações, isto é, precisamos inferir “para coisas que nos são exteriores e para suas relações necessárias entre elas” (JACOBI, 1992, p.109). As teses kantianas nas quais o idealismo transcendental se apoia são incompatíveis entre si e, por ser este sistema um conjunto inconsistente, devemos abandoná-lo (cf. JACOBI, 1992, p. 109). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; 3.&amp;nbsp; A defesa do Idealismo Transcendental de Henry Allison quanto às críticas de Jacobi: condições epistêmicas e condições ontológicas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 3.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;O erro de Jacobi, da perspectiva de Allison, é de interpretar o idealismo transcendental como um idealismo berkeleyniano (cf. ALLISON, 2004, p. 67), ou seja, de considerar os fenômenos como ideias &lt;b&gt;meramente&lt;/b&gt; subjetivas, &lt;b&gt;meramente&lt;/b&gt; dentro de nós. Para Allison, em seu &lt;i&gt;O Idealismo Transcendental de Kant: uma interpretação e defesa&lt;/i&gt;, objeto transcendental e objeto empírico são &lt;b&gt;duas maneiras diferentes&lt;/b&gt; de considerar &lt;b&gt;o mesmo objeto&lt;/b&gt;. Vejamos mais de perto como ele defende isso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 3.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Allison parte de uma distinção que aparece já no início da Estética Transcendental, entre realidade e idealidade. Realidade diria respeito às coisas que estão fora de nós (&lt;i&gt;außer uns&lt;/i&gt;) e idealidade, às que estão em nós (&lt;i&gt;in uns&lt;/i&gt;). Realidade pode ser, segundo a distinção kantiana, empírica, ou seja, relativa às nossas experiências com os objetos, ou transcendental, relativa aos objetos neles mesmos, independente de nós e de nossa relação com eles. Idealidade, por sua vez, também pode ser empírica ou transcendental: a primeira diz respeito aos dados mentais de uma mente privada, por exemplo, as minhas (da Marloren) representações do objeto; a segunda, diz respeito às intuições e conceitos que eu tenho (e todos nós, humanos, temos) &lt;i&gt;a priori&lt;/i&gt; já no nosso intelecto. É sobre essa última, basicamente, a investigação do idealismo transcendental na CRP.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 3.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Segundo Allison, as expressões kantianas “coisa em si” (&lt;i&gt;Ding an sich&lt;/i&gt;) e “coisa em si mesma” (&lt;i&gt;Ding an sich selbst&lt;/i&gt;) são apenas formas resumidas da expressão “coisa considerada nela mesma” (&lt;i&gt;Ding an sich selbst betrachtet&lt;/i&gt;). Dessa forma, o que Allison sugere, para compreender o idealismo transcendental, e mais, numa tentativa de resolver o problema da afecção, é que se considere o objeto de dois &lt;b&gt;modos&lt;/b&gt; diferentes – ou seja, a coisa em si &lt;b&gt;considerada nela mesma&lt;/b&gt; e a coisa em si considerada &lt;b&gt;como aparece&lt;/b&gt; ou &lt;b&gt;como aparência &lt;/b&gt;– e não como se ele fosse dois objetos diferentes (a coisa em si e a aparência da coisa em si), o que seria uma interpretação comum do problema. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 3.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Jacobi desconsidera essa interpretação ‘adverbial’ da diferença entre coisa em si e aparência, e aponta cada um deles como se fossem dois objetos distintos, como candidatos para ser o objeto que afeta a nossa mente. Na interpretação de Jacobi, é preciso que haja alguma coisa fora de nós que afete a nossa mente e produza uma aparência. Daí o dilema jacobiano, ou, como vimos anteriormente, o problema da afecção: não se pode entrar no sistema do idealismo transcendental sem a coisa em si, pois precisamos de algo que afete a mente e seja externo a nós, mas também não podemos nele permanecer, pois não podemos conhecer essa coisa que é externa a nós e não podemos saber, inclusive, se ela de fato existe.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 3.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Allison concorda com Jacobi que não podem ser os objetos empíricos que afetam a mente, mas porque objetos empíricos são objetos da experiência, ou seja, são os objetos &lt;b&gt;considerados&lt;/b&gt; na relação com as condições humanas de possibilidade do conhecimento, ou, como chama Allison, são considerados sob as &lt;b&gt;condições epistêmicas&lt;/b&gt;, e não meras representações em nós, como as ideias berkeleynianas, como interpreta Jacobi. Ora, os objetos considerados na relação com essas condições são aparências (ou representações) e, segundo Kant, como vimos, a palavra ‘aparência’ indica que algo está aparecendo; a representação é representação &lt;b&gt;de algo&lt;/b&gt;. É preciso, portanto, para haver uma aparência, algo que não seja considerado na sua aparência, mas uma coisa considerada nela mesma, abstraindo-se todas as condições epistêmicas – isto é, sob suas &lt;b&gt;condições ontológicas&lt;/b&gt;, da perspectiva que nós não temos acesso, justamente por não podermos representar algo fora das nossas condições de possibilidade da experiência. Assim, não são os objetos empíricos que nos afetam, mas não porque eles seriam meramente coisas &lt;b&gt;dentro de nós&lt;/b&gt;, como sugere Jacobi, mas porque são &lt;b&gt;considerados &lt;/b&gt;na relação com a nossa sensibilidade, já sendo, portanto, representações. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 3.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Portanto, o dilema de Jacobi, para Allison, seria desfeito – ou, por assim dizer, não haveria problema em entrar no sistema com a coisa em si, e muito menos de permanecer com ela, uma vez que Jacobi confunde, segundo Allison, a diferença entre os modos de se &lt;b&gt;considerar&lt;/b&gt; o objeto com dois objetos ontologicamente distintos. O que Kant tentou fazer, segundo Allison, foi mudar o ponto de vista acerca da relação sujeito-objeto através da inserção de uma ‘metalinguagem’ na filosofia transcendental, e não separar as coisas em dois mundos diferentes. Então,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 4cm; text-align: justify; text-indent: 4cm;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;expressões como ‘coisas como são nelas mesmas’, ‘numena’, o ‘objeto transcendental’ e seus correlatos são para ser entendidos como termos técnicos dentro dessa metalinguagem, ao invés de termos que se referem a entidades transcendentalmente reais” (ALLISON, p. 73).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 3.0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 3.0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;b&gt;4. Considerações à guisa de conclusão deste estudo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 3.0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 3.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;O que Jacobi parece querer, levantando o problema da afecção, é mais (ou ainda, é outra coisa) do que a CRP propõe: Kant investiga os limites da razão humana e procura traçar princípios para o conhecimento possível dentro desses limites. Desse modo, esses princípios valeriam objetivamente, sim, para todos os seres humanos – seriam, dessa forma, relativos, sim, aos seres humanos, pois dependentes dessa racionalidade, mas não meramente relativos, para cada um deles, como sugere Jacobi. A CRP não se propõe a esclarecer coisa alguma sobre as leis da natureza em si, das coisas nelas mesmas e de suas relações &lt;b&gt;independentemente de nossa sensibilidade&lt;/b&gt;, o que a metafísica tradicional vinha tentando fazer e o que faz Kant justamente se por sob outra perspectiva. A investigação acerca desse tipo de conhecimento – o único admissível, segundo Jacobi – é uma empresa falida e é exatamente isso que Kant tenta mostrar na CRP. O que podemos conhecer são as coisas como elas aparecem para nós, ou seja, sob as nossas condições epistêmicas – o objeto empírico – e não como elas são nelas mesmas, ou seja, sob suas condições ontológicas – o objeto transcendental.&amp;nbsp; Assim, Jacobi não está criticando o idealismo transcendental ao defender que “essas leis da nossa intuição e do nosso pensamento, todavia, quando se abstrai da forma humana, não têm qualquer significado nem validade, e não dão o mínimo esclarecimento sobre as leis da natureza em si” (JACOBI, 1992, p. 108), porque é exatamente isso o que o idealismo transcendental significa: ele só vale para nós, e para o modo como as coisas nos aparecem. Disso não se segue, entretanto, que “todo o nosso conhecimento nada contém, absolutamente nada, que possa ter um significado &lt;b&gt;verdadeiramente&lt;/b&gt; objetivo” (JACOBI, 1992, p.108 – grifo do autor); ele é verdadeiramente objetivo, mas essa objetividade deve ser compreendida como valendo para todos aqueles que compartilham do mesmo tipo de sensibilidade. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 3.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Dessa forma, as citações que Jacobi escolhe como sendo base para a sua crítica estão, se as lermos guiados pela distinção para a qual Allison chama atenção, isto é, entre condições epistêmicas e condições ontológicas, embora a linguagem do texto kantiana possa confundir o leitor quando trata de objetos “em nós” e “fora de nós”, não são inconsistentes entre si, mas esclarecem o objeto da filosofia transcendental: o objeto empírico, aquele considerado sob as nossas condições de possibilidade da experiência, que não está meramente dentro de nós, dentro da nossa mente, que nós podemos conhecer e sob os quais há regularidade e no qual podemos basear uma teoria do conhecimento. Esse objeto, se pensarmos nele abstraído dessas condições, é o mesmo objeto – ontologicamente falando – que existe fora de nós, fora de nossas condições de experiência, e do qual não podemos saber nada a respeito, pois não temos como abstrair totalmente dessas condições. A coisa-em-si, então, &amp;nbsp;permanece como uma incógnita.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; tab-stops: 49.65pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Referências Bibliográficas&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-left: 0cm; mso-list: l0 level1 lfo3; tab-stops: 49.65pt; text-align: justify; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;1.&lt;span style="font: normal normal normal 7pt/normal 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;ALLISON, H. &lt;i&gt;Kant’s Transcendental Idealism: an interpretation and defense&lt;/i&gt;. New Haven, Yale University Press, 2004. Edição em PDF.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-left: 0cm; mso-list: l0 level1 lfo3; tab-stops: 49.65pt; text-align: justify; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;2.&lt;span style="font: normal normal normal 7pt/normal 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;BONACCINI, J. A. &lt;i&gt;Kant e o problema da coisa em si no idealismo alemão&lt;/i&gt;. Rio de Janeiro, Relume Dumará, 2003.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-left: 0cm; mso-list: l0 level1 lfo3; tab-stops: 49.65pt; text-align: justify; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;3.&lt;span style="font: normal normal normal 7pt/normal 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;HARTMANN, N. &lt;i&gt;La filosofía del idealismo alemán&lt;/i&gt;. Buenos Aires, Editorial Sudamericana, 1960.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;4.&lt;span style="font: normal normal normal 7pt/normal 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;JACOBI, F. H. Sobre o idealismo transcendental. &lt;i&gt;Recepção da Crítica da Razão Pura&lt;/i&gt;: Antologia de Escritos sobre Kant (1786-1844). Lisboa, Fundação Calouste Gulbekian, 1992.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-8964761378827318725?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/8964761378827318725/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=8964761378827318725&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/8964761378827318725'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/8964761378827318725'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2011/11/critica-da-critica-critica.html' title='A crítica da crítica à Crítica'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-1411405923282801657</id><published>2011-10-19T23:44:00.001-02:00</published><updated>2011-10-19T23:54:14.979-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filosofia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='experimentos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Letras'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Leitura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Hegel'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='idealismo alemão'/><title type='text'>Um insight sobre a forma da narrativa de "Notas do Subsolo", de Dostoiévski, e a "Aufhebung", de Hegel</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Terminei de ler o &lt;i&gt;Notas do Subsolo&lt;/i&gt;, do Dostoiévski e, além do imenso pesar que senti por aqueles que não o leram ainda (tomo emprestadas as palavras do meu professor e digo: “é um dos melhores que já li na minha vida”), eu, pensando na forma do romance e, inevitavelmente, fazendo meus &lt;i&gt;links &lt;/i&gt;com a tia Filosofia, lembrei-me do conceito de &lt;i&gt;Aufhebung&lt;/i&gt; de Hegel.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Aufhebung&lt;/i&gt; (do verbo &lt;i&gt;aufheben&lt;/i&gt;, ‘suspender’), é um dos conceitos centrais na obra de Hegel e, de certa forma, é um “metaconceito”, isto é, é necessário para compreender os outros conceitos e o seu sistema em geral. Em algumas traduções da &lt;i&gt;Fenomenologia do Espírito&lt;/i&gt;, o termo é traduzido por uma palavra “inventada”, por ‘suprassunção’ (e o verbo por ‘suprassumir’), pois, dessa forma, manteria em um único vocábulo os três momentos desse conceito. (E aqui, como podem ver, o termo é confuso, e a tradução mais ainda; o que dizer dele na filosofia do homem...) Pois bem, grosso modo, a &lt;i&gt;Aufhebung&lt;/i&gt; (vou deixar sem tradução) é o “final” de um movimento que consiste em três passos: (1) crê-se em algo (vamos dizer, uma proposição qualquer “P”); (2) por alguma razão, percebe-se essa crença como sendo, na verdade, falsa (ou seja, nega-se “P” – para os aficionados por lógica, “¬P”); (3) a partir dessa percepção (aqui, ‘percepção’ é nesse sentido de se dar conta de alguma coisa mesmo), dá-se um passo adiante, negando ambos os passos anteriores e passando a se crer em outro algo. Assim, esse último passo (e acho que aqui é onde a galera se perde) não é uma negação da negação por si só (ou seja, um “¬¬P”, o que seria, portanto, um retorno a “P”, uma vez que a negação da negação – ou uma dupla negação, logicamente falando – é uma afirmação), mas sim uma superação (outra tradução possível – mas não tão boa – para &lt;i&gt;Aufhebung&lt;/i&gt;) dos momentos anteriores, ou seja, leva-se nesse novo conhecimento um pouco dos outros. É como a formação escolar: quando se passa, por exemplo, para uma nova série, por exemplo, para a oitava, não se está mais na sétima, mas o conhecimento dessa, mesmo que já ‘negado’, ainda é necessário para avançar. A &lt;i&gt;Aufhebung&lt;/i&gt; é, então, na filosofia hegeliana, (mais uma vez, grosseiramente explicitado aqui) esse suspender os passos anteriores, negando-os mas, ao mesmo tempo, conservando-os.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Ok. Agora da onde que eu tirei que o Dostoiévski poderia ter a ver com isso? Bem, &lt;i&gt;Notas do Subsolo&lt;/i&gt; é dividida em duas partes: &lt;i&gt;O subsolo&lt;/i&gt; (Parte I) e &lt;i&gt;A propósito da neve úmida&lt;/i&gt; (Parte II). A primeira parte é constituída de uma discussão da personagem, em um tipo de monólogo, a respeito de temas como o ‘bem e o mal’, ‘liberdade e necessidade’, e assim por diante, dialogando com os grandes temas da filosofia de Rousseau e de Kant, e de alguns contemporâneos, possivelmente, Nietzsche. Uma das principais teses é a de que um homem verdadeiramente livre é um homem que pode escolher tanto fazer o bem, quanto fazer o mal e essa segunda possibilidade é a mais importante, uma vez que a razão não coincide completamente com a vontade e, se somente seguirmos a razão, estaríamos apenas raciocinando, e não querendo; não seria possível, portanto, querer coisas ruins – e nós as queremos (ver páginas 37-44). Se seguirmos somente a razão, de uma maneira matemática, como seguindo regras, jamais sairíamos de um campo limitado de ações, jamais iríamos além do “dois mais dois são quatro”, e, para essa personagem, “isso já não é vida, senhores, mas o começo da morte” (p.44). (Evidentemente, estou resumindo os argumentos de forma grosseira, como fiz com a &lt;i&gt;Aufhebung&lt;/i&gt;, pois aqui, o objetivo é mostrar como a forma deste livro parece com a forma da &lt;i&gt;Aufhebung&lt;/i&gt;, e não outra coisa). No entanto, depois de uma grande divagação a respeito dessas questões e defendendo o ponto de vista que é preciso, afinal, poder fazer o mal, e, ao &lt;i&gt;querer&lt;/i&gt; o mal, que isso seria mais humano do que querer o bem, ele encerra esta parte &lt;i&gt;negando&lt;/i&gt; tudo isso: “Seria melhor até mesmo o seguinte: que eu mesmo acreditasse ao menos um pouquinho, no que acabo de escrever. Juro aos senhores que não acredito em uma palavra sequer de tudo o que rabisquei até aqui! Ou melhor, eu acredito, talvez, mas ao mesmo tempo, não sei por que, sinto que estou mentindo desbragadamente.” (p. 49). A segunda parte é uma narrativa de acontecimentos que se passaram com a personagem vinte anos antes do “presente”; fatos que o levaram a escrever as suas memórias. Durante esses acontecimentos, a personagem, que paradoxalmente pregava a necessidade de querer o mal, de o escolher, e que, ao mesmo tempo, que não acredita que seja assim mesmo, não age dessa maneira. Ele faz mal, mas somente a si mesmo; boicota-se, é infeliz. Esses acontecimentos da segunda parte, de uma certa maneira, conservam toda a primeira parte, mas também as nega, superando-as. É uma terceira tese que parece aparecer (com o perdão do trocadilho), embora eu ainda não esteja certa de qual é ela exatamente; mas sei que não é nem a afirmação nem a negação presentes na primeira parte, mas algo novo. Aí está meu &lt;i&gt;link&lt;/i&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Meu &lt;i&gt;insight&lt;/i&gt;, então, foi o seguinte: a forma como o livro é escrito é um movimento da &lt;i&gt;Aufheben&lt;/i&gt;: há uma crença P que, depois, é negada (¬P); mas no final, essa negação também é “negada”, de certa forma, mas não no sentido de voltar, então, à tese inicial (não como um ¬¬P&lt;span style="font-family: Wingdings;"&gt;à&lt;/span&gt;P), mas no de iniciar uma nova tese, conservando os momentos anteriores, exatamente como o conceito hegeliano. É claro, não me parece ser a personagem em si que completa esse movimento, porque, como vimos, a primeira parte se passa vinte anos depois da segunda; mas acho que o livro, o romance, da maneira como é contado, faz, por si só, esse movimento, no nosso conhecimento acerca da personagem (e também com isso não quero dizer que sabemos muito acerca dele, mas ao menos, conhecemo-lo de &lt;i&gt;outra &lt;/i&gt;maneira, que requer a primeira parte).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Tá, acho que acabei me alongando muito pra essa discussão, mas achei no mínimo interessante compartilhar meu &lt;i&gt;insight&lt;/i&gt; com vocês, tanto com os leitores da filosofia, quanto com os da letras, e espero que ele ainda renda, senão essa, outras discussões. o/&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referência:&lt;br /&gt;DOSTOIÉVSK, F. &lt;i&gt;Notas do Subsolo&lt;/i&gt;. Porto Alegre, L&amp;amp;PM Pocket, 2011.&lt;br /&gt;HEGEL, G. W. F. &lt;i&gt;Fenomenologia do Espírito&lt;/i&gt;. Petrópolis, Vozes, 2010.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-1411405923282801657?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/1411405923282801657/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=1411405923282801657&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/1411405923282801657'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/1411405923282801657'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2011/10/um-insight-sobre-forma-da-narrativa-de.html' title='Um insight sobre a forma da narrativa de &quot;Notas do Subsolo&quot;, de Dostoiévski, e a &quot;Aufhebung&quot;, de Hegel'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-6886869229160885445</id><published>2011-10-10T15:15:00.000-03:00</published><updated>2011-10-10T15:15:43.028-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filosofia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Kant'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='idealismo alemão'/><title type='text'>Uma brevíssima (e, talvez, incompleta) introdução (na falta de léxico melhor) ao projeto kantiano da "Crítica da Razão Pura"</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;“&lt;i&gt;O Iluminismo é a saída do homem da sua menoridade de que ele próprio é culpado.&lt;/i&gt; A &lt;i&gt;menoridade&lt;/i&gt; é a incapacidade de se servir do entendimento sem a orientação de outrem. [...] Tem a coragem de te servires do teu próprio entendimento!” (KANT, 2004, p. 11)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Uma das principais características do Iluminismo, corrente com a qual Kant compartilha alguns pressupostos, é a crença na racionalidade como capacidade humana que permite o conhecimento do real e do agir livre, ou seja, a razão é o critério para decidir a respeito do que é verdadeiro, correto e bom. Segundo essa crença, é preciso que o indivíduo desenvolva essa racionalidade a fim de melhor se utilizar dela. Essa tarefa é feita através da educação, da ciência e da filosofia. A luz (esclarecimento, iluminismo - &lt;i&gt;Aufklärung&lt;/i&gt;) é uma metáfora que traduz o sair das trevas através de uma educação da racionalidade, libertar da ignorância – essa que torna os homens facilmente domináveis.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Kant é herdeiro dessa linha de pensamento, mas a sua época também ocupa os debates, em contraposição à metafísica racionalista, que admite que se possa ter conhecimentos apenas através da razão, a metafísica empirista, ou seja, aquela que, basicamente, procura ligar o conhecimento à experiência, partindo dos dados sensíveis e construindo, a partir daí, o conhecimento. Kant percebe que, se, por um lado, com a filosofia racionalista se pode chegar a pensamentos necessários a respeito de coisas, uma vez que se pode chegar a conhecimentos através de pensamentos &lt;i&gt;a priori&lt;/i&gt;, por outro, ela não garante a relação desses pensamentos com a realidade, com essas coisas que estão fora desses pensamentos, justamente porque nega que conhecimentos dependem de qualquer coisa de sensível. A filosofia que fornece essa garantia dos pensamentos com a realidade, no entanto, é a empirista, que, devido ao seu modo de raciocínio, só chega, todavia, a resultados contingentes, nunca necessários. Kant conclui disso que é preciso uma metafísica que garanta tanto a necessidade da qual depende o conhecimento, uma vez que ele deve ter algo de necessário, mas também que ligue essa necessidade à realidade, que dê conta da relação pensamento-realidade. Mas Kant se pergunta se uma metafísica desse tipo é possível, ou seja, é possível algum conhecimento &lt;i&gt;a priori&lt;/i&gt; (portanto, necessário, uma vez que só depende da razão) e, no entanto, sintético (que seja a respeito da experiência)? &lt;i&gt;Grosso modo&lt;/i&gt;, é isso o que Kant vai investigar em toda a &lt;i&gt;Crítica da Razão Pura&lt;/i&gt;: como são (se forem) possíveis os juízos sintéticos &lt;i&gt;a priori&lt;/i&gt;, isto é, podemos saber algo necessário, a partir somente das nossas capacidades, a respeito da realidade, dos objetos, das coisas que estão fora de nós? (vide Prefácio (A e B) e Introdução).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Para tal tarefa, Kant precisa investigar a nossa capacidade de representar objetos, pois conhecimento (ou cognição – &lt;i&gt;Erkenntnis&lt;/i&gt;) é um tipo de representação (B 376-7), a saber, uma representação com consciência. No entanto, não é uma mera sensação, pois essa pertence unicamente ao sujeito enquanto modificação do seu estado. O conhecimento é um tipo de percepção: é uma percepção objetiva, ou seja, é uma percepção referida a um objeto. Essa percepção pode, ainda, referir-se ao objeto de dois modos: imediatamente, a um único objeto (ou seja, é singular) e aí, ela é uma intuição – é o modo do objeto me ser dado – e mediatamente, através de traços comuns a vários objetos, e aí ela é um conceito (ou seja, universal) – ou o modo de pensar o objeto. Kant precisa ver, então, em que condições temos cognições (&lt;i&gt;Erkenntis&lt;/i&gt;) &lt;i&gt;a priori&lt;/i&gt; desses objetos, como podemos nos referir a esses objetos &lt;i&gt;a priori&lt;/i&gt;. A essa empresa Kant chama de &lt;i&gt;investigação transcendental&lt;/i&gt; e ela é divida em duas grandes partes, a saber: a Estética Transcendental, na qual a investigação é a respeito das condições de acesso imediato aos objetos, ou seja, das intuições, e a Lógica Transcendental, na qual se investiga as condições de pensar os objetos, ou seja, dos conceitos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A &lt;i&gt;Crítica da Razão Pura&lt;/i&gt; investiga, então, como podemos (e se podemos) conhecer &lt;i&gt;a priori&lt;/i&gt; os objetos, por meio da nossa capacidade de representa-los, uma vez que só temos acesso ao modo como esses objetos nos aparecem, segundo essas capacidades. É mais uma investigação acerca de nós mesmos e das nossas relações com os objetos, do que deles e como eles funcionam. &lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;KANT, I. "Resposta à pergunta: que é o Iluminismo?"&amp;nbsp;&lt;i&gt;A Paz Perpétua e outros opúsculos&lt;/i&gt;. Lisboa, Edições 70, 2004. p. 11-19.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;KANT, I. &lt;i&gt;Crítica da Razão Pura&lt;/i&gt;.&amp;nbsp;Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 2001.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-6886869229160885445?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/6886869229160885445/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=6886869229160885445&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/6886869229160885445'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/6886869229160885445'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2011/10/uma-brevissima-e-talvez-incompleta.html' title='Uma brevíssima (e, talvez, incompleta) introdução (na falta de léxico melhor) ao projeto kantiano da &quot;Crítica da Razão Pura&quot;'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-2145601020336919023</id><published>2011-10-01T12:27:00.001-03:00</published><updated>2011-10-01T12:27:52.420-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='experimentos'/><title type='text'>The Point of No Return</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acordei suada, ofegante, triste e com medo, como se um desastre estivesse prestes a acontecer e eu soubesse a data e o local. Sempre temi, em silêncio, que fosse chegar o dia em que eu percebesse o que, de fato, eu tinha feito. Eu tinha medo, como todos razoavelmente humanos têm, diante de grandes decisões, daquelas que mudam os rumos da nossa vida como um trem desvia seu curso de acordo com o caminho dos trilhos. O trem é desgovernado, o tempo inteiro, e tenho que escolher, o tempo inteiro, que trilhos usar. O tempo inteiro estou insegura, por mais que transpareça em meu rosto uma coragem segura ou uma bravura repentina. Não tenho certeza de nada, mas tenho que escolher.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sou o maquinista, que leva esse trem cheio de vagões, cheio de cargas para os mais distantes destinos. Acontece que, às vezes, o trem descarrilha, as cargas se perdem pelo caminho, os vagões ficam cada um numa estação diferente, deixando desolados àqueles que esperam suas encomendas, às vezes duas ou três estações a frente - estava tão perto! O maquinista nem sempre consegue controlar o trem.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acordei com o descontrole dos vagões, mas a caldeira estava em chamas. Eu estava sozinha com as minhas decisões e tive medo de novo. O calor das chamas, no entanto, não foi suficiente pra consolar essa ideia de erro que me perseguiu durante a noite, no sonho, como um dobermann persegue uma moto pela rua. Os olhos do cão estavam me encarando e ele salivava: queria as minhas respostas, queria os meus pensamentos! Não queria dá-los, eram meus, só meus, mas cedi aos rosnados: eu estava sozinha; só tinha as minhas escolhas. E eu sabia, no fundo: eu senti a sua falta. Mas eu já cruzei a ponte.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://3.gvt0.com/vi/qBYoarsGLXc/0.jpg"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/qBYoarsGLXc&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266"  src="http://www.youtube.com/v/qBYoarsGLXc&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-2145601020336919023?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/2145601020336919023/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=2145601020336919023&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/2145601020336919023'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/2145601020336919023'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2011/10/point-of-no-return.html' title='The Point of No Return'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-506210394014717272</id><published>2011-10-01T12:06:00.001-03:00</published><updated>2011-10-01T12:11:55.653-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='experimentos'/><title type='text'>I am what I am, most motherfockers don't give a damn</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Eu sou uma pessoa noturna. Eu gosto da noite, do escuro, do silêncio. Não tenho medo, como se um zumbi pulasse de dentro do meu guarda-roupa e me atacasse em busca do meu cérebro ou como se um lobisomem entrasse no meu quarto arrebentando a minha janela. O medo, à noite, não existe: é à noite que eu finalmente me encontro comigo mesma.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;De dia, com toda aquela luz, muita gente me vê: caminhando na rua, prestando atenção na aula, não prestando atenção na aula, ouvindo música com fones de ouvido no ônibus, lendo na biblioteca ou na praça. Muita gente me vê, mas eu não me vejo: eu só me vejo de noite, quando eu abro a minha garrafa de rum e sirvo uma dose, pensando nas coisas que eu queria fazer e nas que eu não faço, desde ser astronauta e ir visitar a lua – embora eu diga, à luz do sol, que eu abandonei essa ideia há tempos – até ler toda minha estante de livros que, por ora, só está juntando pó perto da Jane Austen e do George Orwell, ainda que o Bram Stoker e o Lovecraft venham, às vezes, me visitar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Diariamente, eu me escondo, mesmo na claridade, atrás das minhas roupas – os meus uniformes sociais – da obediência às leis, atravessando sempre na faixa de pedestres, do respeito aos mais velhos, cedendo meu confortável lugar no ônibus, do sorriso aos desconhecidos, como os que dirijo aos que furam a fila bem na minha frente. De dia, eu mantenho a ordem; mas à noite, é a desordem que manda. Eu pirateio músicas, bebo demais, falo verdades na cara, doa a quem doer, e perca o amigo que perder. Desenvolvo meus vícios e esqueço das virtudes – virtudes são muito diurnas. Convivo com a minha bagunça e nada me traduz melhor. A bagunça de ser alguém se adona de mim e acaba me definindo, pelo menos, até o amanhecer.&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;(O texto acima foi escrito para o tema 'relato do cotidiano'; no entanto, como sugerido por todos na minha turma de Leitura e Produção Textual, ele parece mais uma apresentação pessoal do que o texto anterior, o de ser gremista, e aquele poderia ser transformado em uma texto de relato do cotidiano. Como concordei com eles, em breve, terei uma nova versão do texto anterior, sob esse novo enfoque).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-506210394014717272?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/506210394014717272/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=506210394014717272&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/506210394014717272'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/506210394014717272'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2011/10/uma-nova-apresentacao.html' title='I am what I am, most motherfockers don&apos;t give a damn'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-4422065522179270838</id><published>2011-10-01T00:01:00.000-03:00</published><updated>2011-10-01T00:01:53.974-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filosofia'/><title type='text'>Resumo para o Salão de iniciação científica da UFRGS</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; line-height: 150%;"&gt;Segue abaixo o resumo do meu trabalho. Vamos ver como será a apresentação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; line-height: 150%;"&gt;A &lt;i&gt;Crítica da Razão Pura&lt;/i&gt; (CRP) de Kant é um dos fatores aglutinadores do Idealismo Alemão, uma vez que todos os filósofos imediatamente a seguir tiveram esse livro como ponto de partida de sua filosofia. No entanto, as interpretações do idealismo presente nela são controversas. O objetivo Desta parte do trabalho a ser apresentada é a interpretação de Jacobi, baseada no texto &lt;i&gt;Acerca do Idealismo Transcendental&lt;/i&gt;, que pode ser considerada a primeira crítica ao idealismo transcendental ao levantar o chamado &lt;b&gt;problema da afecção&lt;/b&gt; (o de que é preciso pressupor que haja algo externo a nós nos afetando sem, no entanto, poder saber, sequer, se ele realmente existe), sob a luz da interpretação da CRP de Henry Allison, presente em &lt;i&gt;O Idealismo Transcendental de Kant: uma Interpretação e Defesa&lt;/i&gt;. Para tanto, a metodologia utilizada foi a de análise dos textos em questão e de comentários a respeito do assunto, a fim de aprofundar os conceitos de &lt;b&gt;condição epistêmica&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;condição ontológica&lt;/b&gt;, apresentados por Allison nesse texto e considerados por ele como chaves para a interpretação do idealismo transcendental. O que Kant afirmara, segundo Allison, seria a impossibilidade do conhecimento dos objetos do ponto de vista de suas condições ontológicas, ou seja, a determinação das condições necessárias e suficientes sob as quais todos eles existem; entretanto, é possível conhecê-los a partir das condições epistêmicas, ou seja, considerados sob as condições de possibilidade do conhecimento, as quais temos &lt;i&gt;a priori&lt;/i&gt; em nós. Com isso, seria a crítica jacobiana inadequada? Ao ignorar as duas ordens de condições, perderia o sentido toda crítica ao idealismo transcendental de solipsismo e ceticismo?&amp;nbsp;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-4422065522179270838?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/4422065522179270838/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=4422065522179270838&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/4422065522179270838'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/4422065522179270838'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2011/10/resumo-para-o-salao-de-iniciacao.html' title='Resumo para o Salão de iniciação científica da UFRGS'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-3087326159817632849</id><published>2011-09-20T01:31:00.002-03:00</published><updated>2011-09-20T02:05:57.372-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='experimentos'/><title type='text'>Apresentação Pessoal - Segunda Versão</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Olá! Abaixo segue a segunda versão do texto de apresentação pessoal. Os comentários que a versão anterior recebeu se resumem ao fato de que eu não apareço tanto no texto, a não ser diluída na torcida. Espero que agora possam me enxergar mais no estádio. o/&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;Domingo. Dia de jogo. O Olímpico nem sempre lotado. Lá estou, no meio da banda mais louca, todos diferentes - jovens, famílias, amigos, bêbados, grávidas - e, ao mesmo tempo, todos iguais. Quando o comum é ressaltar as diferenças, eu gosto de me sentir igual. Igual a eles. Somos gremistas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;  &lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;O sol ainda bate em parte da arquibancada, destacando o azul celeste do preto e do branco das diversas camisas espalhadas pelo estádio, sem nunca apagar as estrelas nelas estampadas. A minha camisa, tricolor, clássica, que ganhei de presente já nem lembro quando, só não está mais surrada porque cuido dela com carinho, o mesmo com que me lembro das façanhas do clube: foram anos de glórias, que têm feito falta. Meu time pode não estar nos melhores dias, mas eu ainda sou apaixonada. Eu vou ao estádio mesmo quando tudo está ruim – sim, eu grito, eu xingo, eu falo palavrão (muitos), mas não vaio. Seria incapaz e fico braba quando as vaias vêm até dos caras do meu lado. "O sentimento", como diz a música que cantamos, com raça, no estádio, "vai além da razão". &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;E vai. Dói ver o time perder, jogar, às vezes, sem vontade, e eu ter gasto uma grana, que nem sempre está sobrando, pra ver. Deixei de comprar mais um livro, de tomar mais um &lt;i&gt;drink&lt;/i&gt; no bar, de comprar um casaco ou um tênis – que eu estava precisando; mas comprei meu ingresso de estudante pra estar no Olímpico. Até minha asma me visita durante os jogos: fico nervosa com esses erros de passe, com gols perdidos, com erros crassos da arbitragem – quem foi a meretriz que pariu esse energúmeno que está apitando?! E os jogadores parecem não estar nem aí, jogam mal mesmo, pior que time de várzea – os caras ali do Araribóia, às vezes, jogam melhor. Mas eu vou aos jogos – eu e as minhas unhas roídas – e apoio mesmo assim. Irracional. Mas, quer saber? Eu não tô nem aí. Eu sigo, desde pequena, e não posso mais parar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;E aí, durante o jogo, a bola passeia nos pés dos jogadores, desliza, brinca; às vezes, faz piada – com eles e comigo. Compro um pacote de amendoin – não aguento meu nervosismo e esse gol que não sai. “Chuta! Chuta!”, a gente grita. “Vida ingrata a dela”, penso eu, “foi feita pra ser chutada”. Mas quando bem chutada, balança a rede – e o meu coração. Eu vibro com o gol – eu e todos os meus amendoins, que são involuntariamente arremessados ao alto, enquanto eu desço a arquibancada com a avalanche. Eu vibro e canto pro meu único – e imortal – amor. Eu sou, definitivamente, gremista.&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-3087326159817632849?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/3087326159817632849/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=3087326159817632849&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/3087326159817632849'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/3087326159817632849'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2011/09/apresentacao-pessoal-segunda-versao.html' title='Apresentação Pessoal - Segunda Versão'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-8456061666105090803</id><published>2011-09-09T01:05:00.002-03:00</published><updated>2011-09-09T01:42:46.135-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='experimentos'/><title type='text'>Um texto de apresentação pessoal</title><content type='html'>Posto aqui o primeiro texto que escrevi pra disciplina de Leitura e Produção Textual. O objetivo era escrever um texto de apresentação pessoal, que tivesse uma unidade temática, concretude, objetividade e um questionamento. Não sei se o meu tem tudo isso (e também não vou explicar exatamente o que esses termos significam, mas aparecem mais detalhados em GUEDES, Paulo Coimbra. Da redação escolar ao texto: um manual de redação. Porto Alegre, Editora da UFRGS, 2004.), mas espero que gostem e sintam-se livres para comentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Domingo. Dia de jogo. O Olímpico nem sempre lotado. Lá&amp;nbsp;estou, no meio da banda mais louca, todos diferentes -&amp;nbsp;jovens, famílias, amigos, bêbados, grávidas - e, ao&amp;nbsp;mesmo tempo, todos iguais. Somos gremistas.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O sol &amp;nbsp;ainda bate em parte da arquibancada, destacando&amp;nbsp;o azul celeste do preto e do branco das diversas&amp;nbsp;camisas espalhadas pelo estádio, sem nunca apagar as&amp;nbsp;estrelas nelas estampadas. Foram anos de glórias,&amp;nbsp;que têm feito falta. Meu time pode não estar nos&amp;nbsp;melhores dias - sim, eu grito, eu xingo, falo palavrão&amp;nbsp;- mas eu ainda sou apaixonada. "O sentimento", como&amp;nbsp;diz a música que cantamos, com raça, no estádio, "vai&amp;nbsp;além da razão".&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;E vai. Dói ver o time perder, jogar, às vezes, sem&amp;nbsp;vontade, e eu ter gasto uma grana, que nem sempre está&amp;nbsp;sobrando, pra ver. Irracional. Mas, quer saber? Eu não&amp;nbsp;tô nem aí. Eu sigo, desde pequena, e não posso mais&amp;nbsp;parar.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;A bola passeia nos pés dos jogadores, desliza, brinca,&amp;nbsp;faz piada, ás vezes - vida ingrata a dela, foi feita&amp;nbsp;pra ser chutada. E quando bem chutada, balança a rede&amp;nbsp;- e o meu coração. Eu vibro com o gol e canto - pro meu único&amp;nbsp;- e imortal - amor. Eu sou, definitivamente, gremista.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-8456061666105090803?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/8456061666105090803/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=8456061666105090803&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/8456061666105090803'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/8456061666105090803'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2011/09/um-texto-de-apresentacao-textual.html' title='Um texto de apresentação pessoal'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-6900667976582010528</id><published>2011-08-21T12:51:00.001-03:00</published><updated>2011-08-21T13:28:28.631-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='experimentos'/><title type='text'>Quebrando pratos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Acho que todos os relacionamentos que terminassem, quando terminassem, deveriam fechar com uma briga. Uma discussão leve, choradeira, destruição de alguns pratos, qualquer coisa passional e trágica. Porque quando acaba na boa, um sempre sai machucado e o outro acaba sendo o vilão. Um é a vítima, o outro, o destruidor de corações cretino que quer que o mundo exploda.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Porque, né, vamos lembrar que um está sofrendo, e vamos simplesmente esquecer que o outro teve razões pra terminar. É claro, o sentimento sempre causa maior empatia do que a razão.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;E vamos esquecer, porque não, que quando o cretino termina o relacionamento na boa, é porque ele sabe que está perdendo muita coisa e queria a chance de, ao menos, tentar preservar as coisas boas daquilo tudo; ele sabe que está perdendo o melhor amigo, e não queria que fosse tudo assim, lá pro ralo. Mas acontece que ele se ilude, e percebe que não tem como, porque tem um que está sofrendo. E é por causa dele. E ele sabe.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Mas será que é um grande pecado assim, terminar simplesmente porque acabou (pelo menos, pra uma das partes)? É. É mais, egoísmo.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;E não tem como juntar os dois numa mesa de bar, porque, mesmo com muita cerveja, a diversão fica, implicitamente, proibida. Como se divertir? Como sorrir sem culpa, se se sabe que o outro está sofrendo? Como não parecer que, ao sorrir, estaria cagando pros sentimentos do outro que está ali, do lado? Não tem como, e quem tenta, é um idiota.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;No fim, a distância e o tempo são os que ajudam mesmo. Parece cruel que, depois de tanto tempo juntos, depois de ter passado por tanta coisa juntos, seja preciso que simplesmente não passem por nada juntos por um bom tempo. Mas acho que é assim que as coisas tem que ser, se ainda quiser se preservar um pouco de sanidade. Ou alguns pratos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-6900667976582010528?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/6900667976582010528/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=6900667976582010528&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/6900667976582010528'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/6900667976582010528'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2011/08/quebrando-pratos.html' title='Quebrando pratos'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-4090207974749261734</id><published>2011-07-29T02:18:00.000-03:00</published><updated>2011-07-29T02:18:24.023-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='poesia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='experimentos'/><title type='text'>Geada</title><content type='html'>&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Daí percebi que teu sorriso não era mais meu.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-4090207974749261734?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/4090207974749261734/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=4090207974749261734&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/4090207974749261734'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/4090207974749261734'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2011/07/geada.html' title='Geada'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-6074462051762682602</id><published>2011-07-27T01:45:00.001-03:00</published><updated>2011-07-27T01:48:10.445-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='poesia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='experimentos'/><title type='text'>Incêndio</title><content type='html'>&lt;div style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Daí eu vi que o meu coração pegava fogo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-6074462051762682602?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/6074462051762682602/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=6074462051762682602&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/6074462051762682602'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/6074462051762682602'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2011/07/incendio.html' title='Incêndio'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-5393754847659889634</id><published>2011-07-19T04:11:00.000-03:00</published><updated>2011-07-19T04:11:22.243-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='poesia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='experimentos'/><title type='text'>Abri a gaveta da saudade</title><content type='html'>Encontrei algumas coisas que escrevi há algum tempo e que tinham se perdido. Abaixo transcrevo algumas dessas raridades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se há beleza nas palavras que escrevo?&lt;br /&gt;Desculpe, poeta, não sei lhe dizer.&lt;br /&gt;Beleza não é assim, meu caro,&lt;br /&gt;não é tão fácil de se ver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A visão é algo que varia...&lt;br /&gt;como a imagem se forma na retina?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ei, poeta, deixe sempre&lt;br /&gt;que a visão seja a mais cristalina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não consigo ver, é o que me diz.&lt;br /&gt;Então eu tenho um conselho:&lt;br /&gt;Poeta, põe a mão no coração&lt;br /&gt;põe a cara no espelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda está difícil e, mesmo assim,&lt;br /&gt;não consegue enxergar?&lt;br /&gt;Então, desculpe, poeta...&lt;br /&gt;Ensina teu coração a amar.&lt;br /&gt;(01.07.03)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tive vontade de escrever:&lt;br /&gt;as palavras já não fazem sentido.&lt;br /&gt;Não quis mais cantar:&lt;br /&gt;a melodia não emociona ninguém.&lt;br /&gt;Não tive nenhuma vela&lt;br /&gt;- nem lanterna -&lt;br /&gt;pra iluminar meus pensamentos.&lt;br /&gt;Na escuridão, os outros sentidos&lt;br /&gt;ficam mais aguçados.&lt;br /&gt;Mas eu não conseguia me ouvir&lt;br /&gt;nem me tocar ou sentir&lt;br /&gt;meu próprio cheiro&lt;br /&gt;- de angústia.&lt;br /&gt;Só sentia o gosto&lt;br /&gt;da tua falta.&lt;br /&gt;(29.12.04)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queria ver você mais uma vez&lt;br /&gt;mas não queria que me visse&lt;br /&gt;assim, de longe, podia te olhar&lt;br /&gt;então me lembrar&lt;br /&gt;do que você nunca disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(sem data)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, esse fim de semana (mais até o domingo) foi daqueles que a gente passa todo meio manteiga, meio rock progressivo, como se fosse um interminável clip do Pink Floyd. (sem data)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ok, chega por hoje. As outras coisas não estão tão legais, a ponto de reescrever aqui.&lt;br /&gt;Segue o barco.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-5393754847659889634?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/5393754847659889634/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=5393754847659889634&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/5393754847659889634'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/5393754847659889634'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2011/07/abri-gaveta-da-saudade.html' title='Abri a gaveta da saudade'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-5411395109258099114</id><published>2011-07-11T22:21:00.001-03:00</published><updated>2011-07-11T22:22:58.342-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='individualismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='experimentos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Animais'/><title type='text'>Uma nota sobre adoção</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não tem um dia que eu não veja algumas (muitas, demais até) campanhas para adoção de animais. Acho legal a iniciativa, mas, desculpem, eu não aguento mais. Não aguento mais ouvir: "Eles estão com frio", "foram abandonados, não têm culpa", "pobrezinho, está doente, e não tem ninguém pra cuidar", "ele merece um lar". Ok, concordo e são bons argumentos. Mas não acham que estamos esquecendo que existem &lt;b&gt;pessoas&lt;/b&gt; por aí que também estão com frio? Que também foram abandonados e também não têm culpa? Que também estão doentes, e ninguém quer cuidar? Que também precisam de um lar? &lt;b&gt;Seres humanos&lt;/b&gt; esquecidos, menos valorizados e menos amados do que cães e gatos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sim, porque amamos mais os animais. Os seres humanos, nós deixamos de lado, porque não valem nada mesmo. Gastamos fortunas operando nossos cães, castrando nossos gatos - e, às vezes, cães e gatos que nem são nossos - mas não damos um prato de comida para a pessoa que há anos dorme debaixo da sacada, nem levamos um agasalho sujo e rasgado para a criança que pede esmola na esquina. Fazemos campanha de adoção para milhares de cães e gatos com frio e com fome, querendo um lar, mas não nos prestamos nunca a divulgar uma iniciativa sequer de adoção de crianças. Elas devem merecer menos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ah, sim, outra pessoa que fez, ela que se responsabilize. Bem, ela não se responsabilizou, abandonou, e não está nem aí. E nem nós. Mas os cães e gatos não têm responsabilidades. Alguns defendem que têm direitos, mas não têm deveres para com a sua prole. Nós é que devemos cuidar deles. Mas das crianças, não. Azar o delas. Azar dos idosos, abandonados em asilos, azar dos pobres, abandonados a sua própria sorte. E ainda fazemos um discurso lindo por um mundo melhor, com muitos cães e gatos amados e quentinhos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não estou dizendo que não se possa mais adotar cães e gatos - ou qualquer outro animal - e por favor, não me interprete mal. Só estou chamando atenção para algo que vem me incomodando bastante ultimamente: nós reclamamos que o nosso mundo é violento, reclamamos que as pessoas são mal-educadas, são grosseiras, não se importam conosco. Reclamamos que nos sentimos sozinhos, e o que fazemos? Adotamos animais. Claro, assim eles podem retribuir o amor que nós damos, porque não podemos suportar dar sem receber. Também não estou dizendo para enchermos nossas casas de crianças - elas trazem, sim, muita responsabilidade, e talvez nem todos estejamos prontos para isso (educar é bem diferente de ensinar a fazer as necessidades na caixinha de areia). Mas há atitudes que podemos fazer, todos os dias, que pode mudar as coisas - ou, pelo menos, que pode fazer ver as mesmas coisas de outra maneira. Um rancho para uma creche, uma tarde com os idosos, umas roupas velhas para as campanhas de arrecadação de agasalho. Um sorriso, também serve. É o nosso mundo, nós fazemos ele, e a culpa por estar do jeito que está é nossa (também).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Enfim, continuem com seus gatos e cachorros e hamsters e o que mais couber na casa, mas vamos lembrar que podemos ser tão ou mais carinhosos com seres humanos também. Podemos gostar dos nossos semelhantes - do nosso lado humano, não só do lado animal.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-5411395109258099114?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/5411395109258099114/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=5411395109258099114&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/5411395109258099114'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/5411395109258099114'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2011/07/uma-nota-sobre-adocao.html' title='Uma nota sobre adoção'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-5439372784922141125</id><published>2011-07-08T22:27:00.000-03:00</published><updated>2011-07-08T22:27:46.701-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='experimentos'/><title type='text'>Divagação de uma noite fria</title><content type='html'>Enchi minha casa de pessoas. Vinham de todas as culturas, tinham todos os cheiros, usavam todas as roupas. Trouxeram todas as bebidas, cervjas alemãs e uísque escocês, absinto e vodka, e muitas de outras cores e sabores. Algusn trouxeram amendoins, outros, castanhas, outros ainda, algumas batatas fritas. O salão estava cheio, de gente, de cores, de sabores. Todos riam, comiam, bebiam. Eu olhava para a janela, via a noite. Escura, fria, solitária. Senti um peso sobre meus ombros. Tive medo de me virar. O toque era frio, pesado, paralisante. Respirei. Tremi. Não estava errada. Não poderia ser pior. Virei-me e me vi, olhado para mim, sabendo de todos os meus segredos. Eu não podia fugir. Não posso fugir de mim mesma, ainda que a casa esteja cheia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-5439372784922141125?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/5439372784922141125/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=5439372784922141125&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/5439372784922141125'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/5439372784922141125'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2011/07/divagacao-de-uma-noite-fria.html' title='Divagação de uma noite fria'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-7199528752168838869</id><published>2011-05-26T13:43:00.000-03:00</published><updated>2011-05-26T13:43:22.656-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='educação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filosofia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='linguagem'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='experimentos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='linguística'/><title type='text'>Breve ensaio sobre o senso comum</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ler as colunas dos nossos formadores de opinião está sendo uma tortura nesses últimos dias. Embora esses escritores (e eu cito nomes, porque eles devem ser conhecidos também pelas besteiras que escrevem: &lt;a href="http://wp.clicrbs.com.br/davidcoimbra/2011/05/19/a-defesa-da-ignorancia/?topo=13,1,1,,,13"&gt;David Coimbra&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.correiodopovo.com.br/Opiniao/?Blog=Juremir+Machado+da+Silva"&gt;Juremir Machado da Silva&lt;/a&gt;) pensem que, por serem jornalistas, podem falar a respeito de tudo (desculpem-me meus amigos jornalistas, mas não falem daquilo que vocês não tem certeza, como qualquer pessoa sensata, sob risco de cair no ridículo) - é o mesmo caso de tradutores: você sabe uma língua estrangeira? Acha que pode traduzir tudo? Pois bem, não pode, a não ser que você entenda de todas as áreas, sob o risco de fazer traduções mal feitas ou simplesmente incompreensíveis ao público específico.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas o post presente é sobre essa mania de 'endeusar' o senso comum: os especialistas são um bando de loucos? Os especialistas não têm argumentos para defender suas posições? Todos os anos de pesquisa dos especialistas deve ser jogado fora, porque o senso comum quer? O senso comum, só porque tem a capacidade de refletir sobre todas as questões, deve anular a pesquisa de especialistas, que se prestaram a dedicar certa parte da vida deles a refletir - bem mais a fundo, diga-se de passagem - sobre as mesmas questões? O achismo deve prevalecer sobre a argumentação? O que é que está acontecendo?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É&amp;nbsp; possível, sim, que a autoridade no assunto possa se equivocar - não é a toa que um nome dado a um tipo de&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fal%C3%A1cia"&gt; falácia&lt;/a&gt; seja argumento de autoridade: só porque a autoridade falou, não quer dizer que seja verdadeiro o que ela tenha dito. No entanto, a gente ouve as autoridades quando falam sobre seus repsectivos assuntos de domínio, justamente porque, supostamente, dominam esses assuntos, bem mais do que nós mesmos. Não conrariamos o médico que diz que nossa dor nas costas pode ser pedra na vesícula (que não é nas costas), também não nos impomos contra os químicos quando afirmam que o oxigênio se junta ao hidrogênio e forma água. eles devem saber do que estão falando. Mas por que não aocntece o mesmo com os linguistas? Será que, porque todo mundo tem acesso à lingua (mesmo os que são mudos, têm acesso a sua lingua de sinais) pode sair fazendo juízo dela? E não digo qualquer juízo: cada um é livre para pensar o que quiser pensar, a respeito do que quiser; mas a pretensão é de que o seu juízo seja verdadeiro e que o do especialista não; assim, o que o linguista aponta a respeito da língua não é válido (no sentido 'senso comum' da palavra), mas o do leigo é.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cansei dessa mania de senso comum: vivem dizendo que é preciso refletir sobre as questões, que não precisa ser superficial, já que se pode aprofundar a reflexão; mandam suas crianças para a escola, para que elas também sejam capazes de fazer isso, e assim, por diante, e quando finalemten chega a possibilidade de realmente sair do senso comum e aprofundar a reflexão sobre uma questão, é exatamente o contrário que fazem.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um exemplo simples - e, para não me alongar aqui, o único que vou usar - é a arbitrariedade usada para classificar coisas, de qualquer  maneira, como se todos os predicados fossem aplicáveis a tudo. Certo e  errado é aplicado às questões morais. Verdadeiro e falso são  aplicados a proposições. Certas ações - como falar - não são certas nem  erradas, verdadeiras nem falsas, simplesmente porque não se aplicam tais  predicados! Não é sobre estar certo ou errado, nem ser verdadeiro ou  falso. É como dizer que 'bananas estão certas quando são amarelas' ou  'os ursos são verdadeiros'. Isso não faz sentido! Como dizer que há uma  língua certa, ou verdadeira. Não são predicados aplicáveis ao conceito de  'língua', portanto, não o façam.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Rrepito que cada um é livre para ter a opinião que quiser, a respeito de qualquer assunto, mas, se a pretensão é ser mais instruído, mais pensador, mais aberto, é necessário que se ouça o que os especialistas dizem: é preciso, não só ouví-los, mas ir atrás das leituras que eles fazem, das pesquisas que eles fazem e, consequentemente, dos seus resultados. Não confuda senso comum com bom senso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Abraços.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-7199528752168838869?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/7199528752168838869/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=7199528752168838869&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/7199528752168838869'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/7199528752168838869'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2011/05/breve-ensaio-sobre-o-senso-comum.html' title='Breve ensaio sobre o senso comum'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-3781459592115532098</id><published>2011-05-19T14:32:00.003-03:00</published><updated>2011-05-20T14:02:34.184-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='educação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='linguagem'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='experimentos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='linguística'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sociedade'/><title type='text'>Sobre a polêmica da paranóia linguística</title><content type='html'>&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Olá!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Tu, meu caro leitor, pode ter começado a ler o texto pensando neste título, o porquê de eu tê-lo escolhido. Bem, se tu não anda ligado nas últimas notícias, vou te atualizar: O Ministério da Educação e Cultura, o MEC, distribuiu livros didáticos de ensino de língua portuguesa com supostos "erros de português", como "nós pega o peixe". Há, em alguns sites, imagem de um trecho do livro, a qual reproduzo aqui: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-BzhQunKzRuU/TdVGNmTBvKI/AAAAAAAABOQ/OAhoaU6Kj4Y/s1600/11046867.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="239" src="http://4.bp.blogspot.com/-BzhQunKzRuU/TdVGNmTBvKI/AAAAAAAABOQ/OAhoaU6Kj4Y/s320/11046867.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;(clique para ficar maior)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O que a autora do livro diz, é que há diferenças entre a norma culta e as variedades do português brasileiro falado nos contextos coloquiais, e que é preciso que se atente para essas divergências e que se saiba usá-las, nos contextos necessários. Caso contrário, o falante pode ser vítima de preconceito social.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Pois bem, o que se seguiu a isso foram enxurradas de comentários do tipo " Gente falando e escrevendo errado se vê todos os dias, na TV e na internet!"; "Acredito que a escola deve fazer com que seus alunos tenham consciência  das variações linguísticas existentes no nosso país, também saibam  diferenciar a língua coloquial da culta, mas o fato de registrar em  livros didáticos erros de concordância, por exemplo,  inaceitáveis e  defender o uso de termos nesse nível é um verdadeiro absurdo. Que evolução é essa onde o aluno "desaprende" a língua materna? Se nós,  brasileiros, não valorizarmos nossa língua, quem o fará?"; "Acho um absurdo. O aluno estuda para aprender. Já basta o que se escuta  diariamente de pessoas falando errado. E se a população fala errado é  sem dúvida pela falta de educação ou até má educação deste país."; "Muito interessante! Um novo tipo de preconceito: "o preconceito linguistico".", e assim por diante (que tu pode ler na íntegra &lt;a href="http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/interatividade.jsp?uf=1&amp;amp;local=1&amp;amp;newsID=DYNAMIC,itools.xml.ItoolsDelivery3,getMuralMensagensXml&amp;amp;template=3838.dwt&amp;amp;forumid=138048&amp;amp;groupid=3596&amp;amp;section=Mural&amp;amp;tp="&gt;aqui&lt;/a&gt;). Uma mistureba de assuntos, muitas perguntas sendo feitas, muitas opiniões sem bons argumentos, nada de conclusivo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Para começar, os assuntos são linguística, sociologia, educação e política, no mínimo. O que se está perguntando é se os livros didáticos com esse tipo de abordagem devem ser usados? Se os professores estão preparados para usá-los? Se os alunos precisam desse tipo de informação? O que a escola precisa ou não ensinar? Tudo isso? Será que não é preciso estudiosos de, pelo menos, essas quatro áreas esclarecendo termos, sendo ouvidos (o que me parece o mais difícil), discutindo abertamente e tendo espaço para isso a respeito dessas questões?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Bem, eu, na minha humilde posição de bacharel em filosofia e estudante de letras, após ler inúmeros comentários relativos a isso, li um, que foi o motivador deste post (ou deste texto, já que não poderíamos mais usar, aqui no Rio Grande do Sul, estrangeirismos sem explicar seu significado): "&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;O que se critica no tal livro é que ele diz que corrigir a fala errada é "preconceito linguístico", isso é uma bobagem tamanha que não merece discussão." (retirado de uma fala do Facebook, cujo autor não citarei). Bem, isso não é uma bobagem e, precisamente por isso, merece discussão.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;A norma culta é valorizada porque quem fala e quem dita as regras dessa variedade são pessoas de classe social mais favoráveis do que as que falam os seus respectivos dialetos. Assim, essas variedades da língua 'não-culta' são meio de preconceito sim, de discriminação, e de absurdos do tipo: "esse cara nem sabe falar a própria língua". Ora, se é um falante nativo, se a língua é materna, então ele&lt;b&gt; necessariamente&lt;/b&gt; sabe falar essa língua. O problema com a escrita é que ela surgiu para simbolizar sons da fala, para que pudesse haver permanência do discurso. Entretanto, ela se tornou uma espécie de&lt;b&gt; lei&lt;/b&gt; perante a fala, como se ela não mais a representasse, mas como se a fala estivesse &lt;b&gt;a serviço&lt;/b&gt; da escrita. Há uma inversão de' valores' (como quase tudo nesse mundo em que vivemos), na falta de uma palavra melhor. No entanto, tanto a norma escrita quanto a norma culta falada são necessárias em alguns contextos, em algumas situações sociais, a saber, as formais. É mais ou menos o que acontece com as nossas vestimentas: não dá pra sair por aí de pijama, ir a um casamento de pijama, por exemplo, não porque é errado, mas porque não é adequado para aquele contexto. O mesmo acontece com certas coisas que a gente fala e a maneira como a gente fala (ou escreve): não dá pra ser qualquer coisa em qualquer contexto, porque vivemos socialmente e a sociedade estipula certas regras de convívio, também refletidas na linguagem. É por isso que o professor deve ensinar essa variedade linguística do português brasileiro em sala de aula: porque em alguns contextos será exigido do aluno que ele se expresse da maneira adequada ao momento. No entanto, o professor não precisa ensinar o aluno a substituir essa variedade pela que ele usa, todos os dias. Corrigir meramente por corrigir, por se ter a ilusão de que há um certo e errado, é o início do preconceito (se não ele todo), que não é meramente linguístico, se formos analisar a fundo a questão. E o que o livro diz, ao menos, a parte que reproduzem nas matérias dos jornais, não é que o professor deve substituir uma variedade pela outra, mas explicar que existem diferentes variedades e contextos apropriados para cada uma delas, e que o aluno deve estar apto a reconhecer esses contextos e saber usar essas diferentes variedades.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;Assim, o livro, loge de criar duas línguas, fortalecendo, assim um &lt;i&gt;apartheid&lt;/i&gt; brasileiro, como afirmou o senador &lt;a href="http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&amp;amp;local=1&amp;amp;section=Geral&amp;amp;newsID=a3313764.htm"&gt;Cristóvam Buarque&lt;/a&gt;, apenas ressalta a variedade linguística barsileira, variedade refletida também em outros costumes, como na culinária e na moda. &lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;O livro é aprovado  pelo ministério e por estudiosos da língua portuguesa, que atentam para as variedades linguísticas e sociais; infelizmente, não  pela &lt;a href="http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&amp;amp;local=1&amp;amp;section=Geral&amp;amp;newsID=a3313696.xml"&gt;Academia Brasileira de Letras&lt;/a&gt;, que, ao que me parece, não compreendeu a proposta da autora, apesar de estar escrito no livro, e cuja opinião o ministério, sabidamente, não levou em consideração.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;Não pretendo ter respondido todas as questões que fiz no início do texto; apenas espero ter contribuído de maneira satisfatória para a questão e &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;espero que mais  estudiosos de diferentes áreas - e, eventualmente, alguém com uma  repercussão razoável na mídia - possa também se manifestar a respeito, e  que, principalmente, seja ouvido. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;Abraços a todos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;Obs.: o texto que tu acabou de ler não está escrito em norma culta, portanto, não é preciso se preocupar quanto aos erros de concordância. Isto ainda é um blog e eu gosto de escrever descontraidamente. na possibilidade de mandar o texto para algum jornal, ele estaria em norma culta. :)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;É possível baixar o primeiro capítulo do livro &lt;a href="http://www.megaupload.com/?d=YZLQP0I1"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-3781459592115532098?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/3781459592115532098/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=3781459592115532098&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/3781459592115532098'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/3781459592115532098'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2011/05/sobre-polemica-da-paranoia-linguistica.html' title='Sobre a polêmica da paranóia linguística'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-BzhQunKzRuU/TdVGNmTBvKI/AAAAAAAABOQ/OAhoaU6Kj4Y/s72-c/11046867.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-5933192697591945773</id><published>2011-05-18T08:22:00.001-03:00</published><updated>2011-05-18T15:19:27.565-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='experimentos'/><title type='text'>Vivo ou Morto</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Olá a todos!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Depois de algum tempo sem escrever, retorno, numa manhã fria de maio. O que eu fiz?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Baixei, esses dias, finalmente, o álbum da banda Clint. Conheço os caras da banda há mais ou menos dez anos e já fui a alguns dos shows que eles têm feito pelos bares de Porto Alegre, mas ainda não tinha o álbum independente ‘Vivo ou Morto’, lançado em dezembro do ano passado. Conhecia já, portanto, um pouco do som deles pelas covers que tocavam e uma ou duas músicas que estão nesse álbum, e não me surpreenderia se o que eu ouvisse fosse um bom material. No entanto, foi exatamente isso o que aconteceu: surpreendi-me; o que eu ouvi era ainda melhor do que pensava que ouviria. O som da Clint, longe de ser apenas mais uma banda de rock independente, tem algo de único: preserva a marca de cada um dos músicos, através dos seus instrumentos, todos bem marcados e que conseguem dividir espaço na música, sem brigar. É exatamente isso o que apresenta harmonia, aquela harmonia do rock n’ roll que estava faltando no cenário brasileiro, com exceção de algumas outras poucas bandas. A Clint traz elementos do rock internacional, aliadas a uma maturidade de quem já está há um bom tempo na estrada, justamente o que faltava no rock brasileiro, ainda mais nessa modinha de bandas coloridas e infantis, que acham que é só aprender uns três acordes e sair por aí tocando. É preciso uma boa dose de dedicação e criatividade, duas coisas que a Clint aprendeu ao longo desse tempo, e uniu ao bom e velho rock n’roll, àquele que a gente já estava sentindo saudades. O bom e novo rock da Clint dá vida ao rock que já estava quase morto. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Bateu a curiosidade? Baixe o disco completo &lt;a href="http://www.4shared.com/file/NI7L0ZI0/Clint_-_Vivo_ou_Morto.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;. Site oficial da banda: http://www.bandaclint.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até a próxima. :) &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-5933192697591945773?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/5933192697591945773/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=5933192697591945773&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/5933192697591945773'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/5933192697591945773'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2011/05/vivo-ou-morto.html' title='Vivo ou Morto'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-7222050816732100739</id><published>2011-03-25T11:18:00.000-03:00</published><updated>2011-03-25T11:18:17.136-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filosofia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='experimentos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ficção Científica'/><title type='text'>Considerações a respeito de um artigo da Scientific American</title><content type='html'>Esta semana, saiu um artigo na revista Scientific American com o provocativo título "O quanto é livre a sua vontade?" ("How free is your will?", disponível &lt;a href="http://www.scientificamerican.com/article.cfm?id=how-free-is-your-will"&gt;aqui&lt;/a&gt;). O artigo relata um experimento neurocirúrgico feito na Universidade da Califórnia, Los Angeles (UCLA) e em Harvard no qual os pesquisadores usaram "gravações intracranianas para encontrar neurônios no cérebro humano, cuja atividade prediz decisões de fazer um movimento mudando a noção convencional de vontade livre".&lt;br /&gt;Os neurônios teriam agido, como alguns acreditam, antes do indivíduo estar consciente da vontade de se mover. Entretanto, sem definir qual seria essa noção convencional de vontade livre, a revista alerta a tentação de afirmar que a vontade livre é uma ilusão e que o experimento teve resultados sobre alguns dos mais rudimentares movimentos, e não sobre decisões morais ou coisa do tipo.&lt;br /&gt;Ainda assim, o artigo é interessante, por levantar tais questões. Parece dizer que vontade livre, com respeito a assuntos morais, é qualitativamente diferente de qualquer outra, mebora não desenvolva mais essa questão. Mas afirma que tais experimentos "indicam que alguma atividade no nosso cérebro pode preceder significativamente nossa consciência de querer se mover". Um dos pesquisadores segere, segundo a SA, que a "volição (vontade de agir) surge nos neurônios antes da experiência consciente o fazer, mas a consciência pode ultrapassá-la e prevenir movimentos indesejados". Isso me sucita uma questão: não estariam apenas provando que nós pensamos antes de agir? Será que esses movimentos dos neurônios, que ocorrem, segundo a SA, cerca de um segundo e meio antes da ação, não seria justamente a consciência pensando sobre o que fazer? E, além do mais, ainda é o meu cérebro, não? Ainda sou eu pensando.&lt;br /&gt;Enfim, muito longe de esgotar a questão, a intenção do post é incitar o debate. Sintam-se livres para comentar. Mesmo que seus neurônios pensem nisto antes de você. :D&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-7222050816732100739?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/7222050816732100739/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=7222050816732100739&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/7222050816732100739'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/7222050816732100739'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2011/03/consideracoes-respeito-de-um-artigo-da.html' title='Considerações a respeito de um artigo da Scientific American'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-1984188278541833922</id><published>2011-01-28T14:54:00.000-02:00</published><updated>2011-01-28T14:54:46.117-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filosofia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='linguagem'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='verbetes'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='férias'/><title type='text'>Verbetes sobre Filosofia da Linguagem</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Citações retiradas de: Dicionário Oxford de Filosofia, Jorge Zahar Editor, 1997.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“&lt;strong&gt;Filosofia da Linguagem&lt;/strong&gt;: nome dado à tentativa geral de compreender os componentes de uma linguagem efetivamente usada, a relação que o locutor discernente tem com os seus elementos e a relação que estes têm com o mundo. A disciplina abrange portanto a divisão tradicional da (1)semiótica em (2)sintaxe, (3)semântica e (4)pragmática. A filosofia da linguagem tem, assim, pontos de contato com a filosofia da mente, visto que precisa de uma explicação das características de nosso entendimento que nos permitem usar a linguagem. Tem também pontos em comum com a investigação metafísica da verdade e com a relação entre signo e objeto. Grande parte da produção filosófica, especialmente no século XX, tem sido guiada pela crença de que a filosofia da linguagem é a base fundamental de todos os problemas filosóficos, na medida em que a linguagem é o exercício característico da mente e o modo pelo qual damos forma às nossas crenças metafísicas. Os problemas da forma lógica e da justificação da distinção entre sintática e semântica, bem como o problema de compreender o número e a natureza de relações especificamente semânticas como as de (5)significado, (6)referência, (7)predicação e quantificação, são alguns dos tópicos específicos da disciplina. A pragmática inclui a teoria dos atos da fala, enquanto os problemas de seguir uma regra e da indeterminação da tradução são tratados na filosofia da pragmática e na filosofia da semântica.”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(1)”&lt;strong&gt;semiótica&lt;/strong&gt;: o estudo geral dos sistemas simbólicos, entre eles a linguagem. A disciplina é tradicionalmente dividida em três áreas: a sintaxe, o estudo abstrato dos signos e suas relações; a semântica, o estudo das relações entre os signos e os objetos a que se aplicam; e a pragmática, o estudo das relações entre os que utilizam o sistema e o próprio sistema (C. W. Morris, Foundations of the Theory of Signs, 1938). A tradição semiótica que segue Saussure é algumas vezes denominada semiologia. O termo pode causar confusão, visto que na obra de Kristeva é usado para denominar os efluxos não-racionais do elemento infantil do eu.”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(2)”&lt;strong&gt;sintaxe&lt;/strong&gt;:&amp;nbsp;a sintaxe de uma linguagem é a sua gramática, ou seja, a forma como as expressões dessa linguagem podem ser postas em conjunto para formar frases. Um estudo sintático é aquele que não se ocupa do significado das frases, mas sim dos aspectos puramente formais da combinação de palavras numa linguagem. No estudo das linguagens formais (ver cálculo lógico [que não veremos aqui]) a noção de uma fórmula bem-formada é puramente sintática, tal como o é também a noção de demonstração, dado que cada uma delas é definida sem considerar a interpretação que se pretende que as frases da linguagem em questão tenham. A linguística chomskiniana defende que a sintaxe de uma linguagem natural é tão complexa, sendo no entanto tão rapidamente apreendida pela criança que aprende, que é preciso postular-se uma gramática universal inata, ou uma disposição para selecionar apenas certas formas como gramaticais a partir de todas as que são teoricamente possíveis.”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(3)”&lt;strong&gt;semântica&lt;/strong&gt;: um dos três ramos em que a semiótica é usualmente dividida: o estudo do significado das palavras e da relação entre os signos e os objetos a que eles são aplicáveis. Em desenvolvimentos formais, é fornecida uma semântica para uma linguagem formal quando são especificados uma interpretação ou um modelo. Contudo, uma linguagem natural já se apresenta interpretada, e o problema semântico não é o da especificação mas o da compreensão da relação entre termos de várias categorias (nomes, descrições, predicados, advérbios...) e os seus significados. Uma proposta influente é a de que esta relação se compreende melhor se se tentar fornecer uma definição de verdade para a linguagem, a qual implica fornecer uma descrição completa que diversos tipos de termos e estruturas têm nas condições de verdades das frases em que ocorrem.”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(4)”&lt;strong&gt;pragmática&lt;/strong&gt;:&amp;nbsp;a parte da teoria dos signos, ou semiótica, referente à relação entre os locutores e os signos que eles usam, O estudo dos princípios que regem as contribuições conversacionais apropriadas denomina-se pragmática geral; a pragmática aplicada trata de tipos especiais de interação linguística, como as entrevistas e a produção de discursos. Um tratamento pragmático de uma característica do uso de uma língua explicará essa característica por meio de princípios gerais que determinam o que é uma elocução apropriada, e não por meio de uma regra semântica. Por exemplo, a diferença entre “ela teve um bebê e casou” e “ela casou e teve um bebê” seria tratada semanticamente se fosse atribuída aos significado do termo “e”, mas seria tratada pragmaticamente se fosse atribuída ao princípio geral segundo o qual as pessoas relatam os acontecimentos consoante a ordem pela qual supõem que eles se deram.”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(5)”&lt;strong&gt;significado&lt;/strong&gt;: qualquer coisa que toma aquilo que de outro modo seriam simples sons e inscrições em instrumentos de comunicação e compreensão. O problema filosófico consistem em desmistificar esse poder e relacioná-lo com o que sabemos de nós e do mundo. Algumas das contribuições para esse estudo são a teoria dos atos da fala, a investigação da comunicação e da relação entre palavras e ideias e a investigação da relação entre palavras e o mundo. A perda de confiança na determinação do significado (“toda decodificação é uma codificação”) é um elemento comum ás incertezas pós-modernistas na teoria da crítica literária e à tradição analítica que segue autores como Quine.”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(6)”&lt;strong&gt;referência&lt;/strong&gt;:&amp;nbsp;o exemplo mais básico de referência é a relação entre um nome e a pessoa ou objeto que ele nomeia. A tentativa de elucidar essa relação e a de perceber se outras relações semânticas – como, por exemplo, a que existe entre um predicado e a propriedade que ele exprime, ou a que existe em uma descrição e aquilo que ela descreve, ou ainda a que existe entre mim e a palavra “eu” – são exemplos da mesma relação, ou de relações completamente diferentes, são alguns dos problemas filosóficos relacionados á referência. Grande parte da investigação moderna relacionada a esse assunto foi desencadeada pelo livro Naming and Necessity (1970), de Kripke. Seria desejável, além disso, que soubéssemos se podemos nos referir a coisas como objetos abstratos, e como conduzir a discussão sobre um tal tema. Uma tese popular, que vem no rastro de Frege, consiste em argumentar que a unidade fundamental de análise é a frase completa. A referência de um termo torna-se uma noção derivada: a referência é qualquer coisa que defina a contribuição do termo para as condições de verdade de toda a frase, e mais nada precisa ser dito sobre ela, visto que temos uma maneira de compreender a atribuição de significados ou condições de verdade a frases. Outras perspectivas procuram uma relação entre palavras e coisas que seja mais substancial, talvez causal ou determinada psicológica ou socialmente.”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(7)”&lt;strong&gt;predicação&lt;/strong&gt;: predicar algo de uma coisa ou coisas é descrevê-la ou descrevê-las como tendo uma certa propriedade ou como estando numa certa relação. É tentador pensar que os próprios predicados são nomes de propriedades ou universais, caso em que uma frase não parece ser mais do que uma sucessão de nomes, ou uma lista, em vez de ser a expressão de uma proposição.”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nota: suprimi algumas indicações do dicionário, como “ver verbete tal”, porque não iria coloca-los aqui, assim como suprimi as indicações de outros termos presentes no dicionário, representados por “*” no mesmo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-1984188278541833922?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/1984188278541833922/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=1984188278541833922&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/1984188278541833922'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/1984188278541833922'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2011/01/verbetes-sobre-filosofia-da-linguagem.html' title='Verbetes sobre Filosofia da Linguagem'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-1719285372025700106</id><published>2011-01-26T13:15:00.002-02:00</published><updated>2011-01-26T14:40:03.061-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='experimentos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='férias'/><title type='text'>"Emergência" é um bom nome pra definir</title><content type='html'>Estava dando uma olhada nas reportagens feitas sobre as superlotações nas emergências públicas de Porto Alegre (tem algumas aqui: &lt;a href="http://noticias.r7.com/cidades/noticias/hospitais-publicos-de-porto-alegre-enfrentam-superlotacao-20101025.html"&gt;dia 25/10/10&lt;/a&gt;; &lt;a href="http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&amp;amp;local=1&amp;amp;section=Geral&amp;amp;newsID=a3120354.xml"&gt;dia 24/11/10&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&amp;amp;local=1&amp;amp;section=Geral&amp;amp;newsID=a3173287.xml"&gt;dia&amp;nbsp;12/01/11&lt;/a&gt;). É incrível, na falta de uma palavra melhor, como se pode ser tratado de forma sub-humana no setor da saúde, não só em Porto Alegre, mas em todo país. É chocante ver pessoas de todas as idades, visivelmente doentes, cheias de dores as quais não sabem as origens, esperando em condições precárias por um diagnóstico. Alguns em macas nos corredores dos hospitais, alguns em cadeiras de rodas durante horas ou, até mesmo, dias só esperando. Os profissionais que estão pelo hospital certamente não têm muito que fazer, além do seu trabalho da melhor maneira possível, o que é, certamente, prejudicado neste ambiente. As pessoas que lá esperam pagam impostos para, quando precisarem, poder usufruir deste tipo de serviço – mas não com esta qualidade. Pra onde vai essa grana toda? Por que não se investe nesse setor? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É inadmissível que um país que se julga “em desenvolvimento” – e pretende ser uma das potências econômicas mundiais, se já não se julga como tal – não invista em melhorias na saúde de sua população. Além de todas as justificativas morais que se pode oferecer para isso, também se pode pensar de uma maneira extremamente capitalista e dizer que esta atitude é, sobretudo, burra, pois uma população doente não consome. Ah, claro, pode-se dizer que consome saúde particular, ou remédios. Não consome. Muita gente não tem mesmo condições pra isso, e morre na fila de hospitais e postos de saúde, sem nem ao menos saber do quê, sem nem terem sido atendidas. Mas elas pagaram por esse serviço, isso é o que é pior. É direito de consumidor, para continuar na linha capitalista de pensar. Os impostos –altos – que foram cobrados naquele quilo de arroz comprado no supermercado deveriam ter ido para a saúde, além de outras coisas. Mas não foram. E sabe-se lá onde foram parar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas aí eu me pergunto: o que nós, “meros” cidadãos, podemos fazer pra que isso melhore? Eu não vejo muitas respostas. Votar? Bem... não tem adiantado muito, como podemos ver. Acho que, no caso da saúde, a reforma é urgente. É pra ontem. E não vejo muitas respostas pra isso, além de rezar pra que a consciência desses administradores do país acorde e perceba gravidade do problema – não só a gravidade do ponto de vista capitalista, que isso fique bem claro. Esses pacientes são, acima de tudo, pessoas, que esperam ser tratadas como tais. É bastante simples, na verdade. Mas parece incrivelmente complexo, quando tem outras coisas em jogo, como o luxo e o lucro de algumas minorias. Não sei se adianta mais fazer passeatas ou coisas do tipo; umas badernas na frente de prédios importantes não têm resolvido muito. Não sei o que fazer. Se alguém souber, por favor, apresente-se. Algo deve ser feito, porque como está, definitivamente, não pode continuar. Mas o quê?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-1719285372025700106?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/1719285372025700106/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=1719285372025700106&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/1719285372025700106'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/1719285372025700106'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2011/01/emergencia-e-urgente.html' title='&quot;Emergência&quot; é um bom nome pra definir'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-1531606243922938074</id><published>2011-01-07T02:53:00.000-02:00</published><updated>2011-01-07T02:53:33.476-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='experimentos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='férias'/><title type='text'>Em defesa dos caras legais</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Olá a todos!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Primeiro post do ano e vou começar já desejando um feliz ano novo para todos os leitores do blog:&amp;nbsp;FELIZ ANO NOVO!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E, pra começar, queria desejar um ano novo mais tranquilo - e vocês já vão entender o porquê - para todas as meninas que estão sonhando com o seu príncipe encantado. Bem, sinto informar, mas ele não existe. Mas fique calma. Ele existe. Tá, já explico: ele não chega no cavalo branco, nem tem toda aquela áurea de contos de fadas - e, se tiver, tá mais pros sapos. Mas na história do sapo, se bem me lembro, quando a princesa o beijava, ele se tornava um príncipe...&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ok, ok, pode estar ficando meio confuso, mas, então, eu vou logo ao ponto. Meninas, baixem a guarda. Não tô dizendo pra vocês saírem por aí se oferecendo pra tudo quanto é cara, não! Mas tô dizendo pra não ficarem tão armadas, a ponto de fazerem os sapos pularem pra outra margem, e deixarem vocês ali, sozinhas. Eu sei que temos um pouco de medo de nos apaixonarmos - e, acredite, eles também têm! - e, depois, de acabarmos nos ferindo. Ninguém quer isso. Mas não se pode construir um muro em volta e esperar que algum bravo guerreiro o escale em busca de nosso coração, que está seguro em uma redoma de vidro. Uma atitude assim afasta os caras. Inclusive os legais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A questão toda é a seguinte: deixe que os outros conheçam você. E isso não quer dizer que não se pode trocar uns beijinhos enquanto isso. Você não vai ter menos valor porque quis ficar com o cara e ficou (eu sei, soa absurdo se a gente fala, né, mas aposto que você lembrou de alguma situação assim). Acontece de alguns simplesmente não procurarem mais? Claro que acontece. Mas e daí? Tem tantos outros que continuam procurando. Estar junto com essa outra pessoa é a chance que você precisa para mostrar quem você é. Até porque, as atitudes do outro também vão mostrar quem ele é. Mas isso só vai acontecer se você deixar. Naturalmente. Não force. Não imponha atitudes. Não exija que ele ligue, que ele te procure, que ele se interesse. Crie um clima você. Faça ele se interessar. Seja interessante.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E se ele não se interessar, mesmo assim? Daí, filha, já era. Aí é a hora de mostrar seu valor (de novo). Deixe para lá. Como eu disse, tem muitos outros esperando uma chance com você. Dê uma chance a eles. Porque tem caras que procuram de novo, mesmo que ainda não saibam se querem ou não casar com você, mesmo que nem estejam preocupados com isso (como é com todo relacionamento no início, não?). Nem sempre eles são os vilões da história. Às vezes, (não sei se você está preparada pra isso, mas vamos lá) somos nós mesmas. Às vezes, nós nos boicotamos.Dê uma chance para você mesma.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Você deve estar achando estranho uma menina estar falando isso. Mas é, tenho muitos amigos homens e já tive conversas bem interessantes com eles a respeito (e é claro que não vou citar os nomes aqui né? Vou preservar a identidade). Eles desistem de vocês porque vocês não deixam se conhecerem, não dão espaço para eles. Exigem sempre muito mais do que é preciso, esquecem que é apenas o começo. Assim, como esse ano, é apenas o começo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É claro que não pretendo ter resolvido a questão toda com um post num blog - nem com anos de formação e &amp;nbsp;estudos se consegue! - mas acredito que posso ter aberto os olhos de algumas meninas (nenhuma em especial), mas, principalmente, de ter defendido alguns meninos, que não são poucos, e que são, sim, muito legais, e deveriam ter uma chance. Também não digo que se não estiver a fim, deve dar uma chance igual. Não quer, não quer e ponto, e eles vão entender, mais cedo ou mais tarde (alguns, beeeem mais tarde, mas paciência). Mas se quiserem... pensem um pouco, e deixem que as coisas aconteçam. Não precisa ter o controle de tudo, mas também não precisa esquecer os freios. O meio termo (sábio Aristóteles) é a chave de tudo. Neste ano, aproveite as chances, mas faça acontecer também!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E eis que o sapo se torna príncipe. E isso, por último, não quer dizer que o sapo precisa ser feio, né. Tem sapinhos bem bonitinhos por aí. ;)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Curta a vida! :**&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-1531606243922938074?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/1531606243922938074/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=1531606243922938074&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/1531606243922938074'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/1531606243922938074'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2011/01/em-defesa-dos-caras-legais.html' title='Em defesa dos caras legais'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-2271690380175949399</id><published>2010-12-26T18:15:00.000-02:00</published><updated>2010-12-26T18:15:44.911-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='experimentos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='férias'/><title type='text'>...and a happy new year!</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Enfim, o ano termina, "e nasce outra vez", como diz a música. Mas é bem engraçado, na falta de uma palavra melhor para descrever a minha sensação, como as pessoas querem se livrar logo do ano que está terminando. A sede por novidades é realmente incrível, e é altamente compreensível (deve ter a ver com alguma linha da natureza humana, ou da sua condição neste mundo); mas, e quanto ao inacabado? A gente simplesmente deixa ele morrer? São os últimos momentos de uma condição temporal, que a gente mal aproveita, porque o ano novo é mais sedutor. As coisas que estão por vir, o futuro... todas essas coisas escondidas pelo que há de vir. &amp;nbsp; Se bem me lembro, era a mesma sensação do final do ano passado, e do outro, e dos anteriores... O fim parece ser sempre triste, desinteressante, bobo. Por que prestar atenção nele, né?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Parece até que o ano todo foi horrível, que não aconteceu nada de bom, nem uma vírgula sequer. Será? Olhando pra trás, não teve nada mesmo de bom? Nada que faça sentir saudades do ano que passou? Possivelmente você esteja me respondendo que não, e que eu pare de falar bobagens. Mas eu sei que daqui a uns 10 anos (ou menos) você mesmo vai pensar "como queria que o tempo voltasse atrás!" ou "eu era feliz e não sabia...". Bom pensar nisso, quando se anseia demais pelas novidades. Aproveite o tempo que está aí. Não temos nada a perder mesmo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;E claro, aproveite também cada dia do ano novo. Sem ansiedade, mas também sem se perder demais nos dias passados.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Feliz Ano Novo!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-2271690380175949399?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/2271690380175949399/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=2271690380175949399&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/2271690380175949399'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/2271690380175949399'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2010/12/and-happy-new-year.html' title='...and a happy new year!'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-9214519464755709286</id><published>2010-12-19T20:05:00.001-02:00</published><updated>2010-12-19T20:06:08.406-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='experimentos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='férias'/><title type='text'>Enfim, Férias!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois de um ano atordoado com TCC e projetos de mestrados falidos, eis que, finalmente, elas chegaram pra me fazer companhia. Eu amo as férias.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Durante o ano, só leituras por obrigação. Férias: leitura escolhida, não necessariamente a dedo, mas apenas escolhida, por mim, sem nenhum intermediário. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dormir direito (e muito), comer direito, sair sem me sentir culpada de não estar fazendo coisinhas para entregar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Férias são a realização dos desejos imediatos. Mas com um toque de racionalidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ah, claro. Voltar a postar coisas no blog. Meu blog. Quanta saudade! ^.^&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-9214519464755709286?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/9214519464755709286/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=9214519464755709286&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/9214519464755709286'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/9214519464755709286'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2010/12/enfim-ferias.html' title='Enfim, Férias!'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-6812441761148313213</id><published>2010-11-02T20:49:00.000-02:00</published><updated>2010-11-02T20:49:35.753-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Notícias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='experimentos'/><title type='text'>Mudanças</title><content type='html'>É. Como viram, o blog teve que ser reformulado - estava aparecendo um aviso de malware em alguns navegadores, e tive que trocar o fundo, que eu adorava tanto... Mas um novo fundo está sendo planejado e, em breve, vocês o verão por aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mais, ando ocupada com o projeto de mestrado, então nem tenho aparecido muito pelo blog mesmo. Depois que isso tudo passar, prometo escrever mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-6812441761148313213?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/6812441761148313213/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=6812441761148313213&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/6812441761148313213'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/6812441761148313213'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2010/11/mudancas.html' title='Mudanças'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-6203911750870573550</id><published>2010-09-25T17:27:00.008-03:00</published><updated>2010-09-25T18:16:54.597-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='experimentos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TV'/><title type='text'>Como nossos pais</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;AVISO: Sei que posso ser meio radical demais fazendo esse post, mas, pra mim, chega.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Tive a "brilhante" idéia de ver a MTV ontem, dia 24 de setembro. Vi os minutos finais do Top10. Havia um quadro de medalhas, para as pessoas acompanharem as vitórias dos clipes durante a semana. ¬¬&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Acabou esse e começou a reprise do Acesso MTV. Para quem não conhece, o Acesso é tipo um TV Fama, só que na MTV. Sério, só se faz fofoca das "celebridades". Clipe, que é bom, nada. (Aliás, na programação toda da MTV, quase não tem mais clipe nenhum. Mas não era "Music TeleVision"? #fail.) O programa é apresentado pela Marimoon e Titi (é isso né?). Elas começam o programa como se fossem a Maísa, do SBT. Senti-me ligeiramente retardada vendo aquilo, mas prossegui. O programa de ontem - justamente o de ontem - era especial: tinha a presença da nova sensação Manu Gavassi. (Quem?????) Não vou descrevê-la aqui, mas quem quiser se aproximar do meu sentimento de "WHA DA HELL?" com uma profunda decepção, veja um trecho do programa &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=QUWdyua5M7Q"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;aqui&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Fiquei alguns minutos olhando para a TV, meio desolada. Acho que meu cérebro não estava conseguindo processar tudo aquilo a tempo de mandar uma mensagem dizendo: "Hei, controle remoto, CONTROLE REMOTO!". Aí caiu a ficha: FUUUU. Acabaram-se os clipes legais, que a gente podia ver na TV, sem precisar recorrer ao You Tube. Acabaram-se os programas legais. Acabaram-se os Vjs legais. E principalmente, a música brasileira acabou.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Pelo menos, em relação às coisas &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;novas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; que surgem por aí. Restart? Cine? Lipstick? Isso é música?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Aham, Cláudia, senta lá.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;São os "talentos" que o Brasil tem revelado. Aliás, são os "talento$" que a MTV tem destacado, mais que qualquer outra coisa. Gera grana rápida, daqui a pouco desaparece, quem lucra são eles, e nós, FU². E me preocupa essa gurizada que acha que isso é o melhor que tem (a mesma, aliás, que vai votar nas próximas eleições. Fu³). Não tem chance nenhuma pra qualquer outro tipo de coisa. O mercado brasileiro da música se restringe a o que os europeus e americanos ouviriam. O que os brasileiros mesmo ouviriam, isso não tem espaço no Brasil. A tal da Manu essa estaria sendo comparada com as Popteens, como aquele pessoal que faz uns "musicaisinhos" da Disney e sai por aí lançando álbuns, e os adolescentes desmaiam só de ver a pessoa na capa de uma revista.  Mas q&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;ue merda.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;O Belchior é que é um homem sábio: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 16px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;N&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;ossos ídolos /&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 16px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Ainda são os mesmos/&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 16px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;E as aparências /&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 16px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Não enganam não". Pode até ser que talvez seja eu que ame o passado e que não veja que o novo sempre vem, mas, véio, o negócio tá brabo.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-6203911750870573550?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/6203911750870573550/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=6203911750870573550&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/6203911750870573550'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/6203911750870573550'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2010/09/aviso-sei-que-posso-ser-meio-radical.html' title='Como nossos pais'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-1589449208281663096</id><published>2010-09-18T17:34:00.006-03:00</published><updated>2010-09-19T20:13:45.466-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='experimentos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ficção Científica'/><title type='text'>Bloqueio Mental</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'times new roman'; font-size: medium; "&gt;&lt;b&gt;As ruas do meu pensamento estão congestionadas. O tráfego de ideias é intenso e, por isso, há quilômetros &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'times new roman'; font-size: medium; "&gt;&lt;b&gt;de congestionamento. Desvios estão bloqueados. Não há como pegar atalhos. Terá acontecido um &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'times new roman'; font-size: medium; "&gt;&lt;b&gt;acidente entre uma idéia e outra? Ou só querem mesmo é passar pela praça do pedágio? O imposto é caro. A informação que temos é que, infelizmente, não há previsão de liberação da via central. O que fazer em meio à espera? Elas mal conseguem aguentar o calor; a pressão começa a subir. Só se perguntam quando, finalm&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'times new roman'; font-size: medium; "&gt;&lt;b&gt;ente, chegarão  ao litoral.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-1589449208281663096?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/1589449208281663096/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=1589449208281663096&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/1589449208281663096'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/1589449208281663096'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2010/09/bloqueio-mental.html' title='Bloqueio Mental'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-2431900954222098731</id><published>2010-06-30T12:25:00.003-03:00</published><updated>2010-06-30T15:26:01.231-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='experimentos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='arte'/><title type='text'>Já que rendeu, continuemos a falar de arte.</title><content type='html'>Faço esse post em resposta aos comentários sobre o post anterior. Acho que podemos levar o assunto adiante, já que empolgou algumas pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro, ter pouco acesso à arte não é o suficiente para deixar de opinar sobre ela. Não dá pra ir no museu? Faz uma pesquisa no Google aí! Já é alguma coisa. ;D&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto ao cinema, bem, tem muita coisa que, até onde minha ignorância permite ir, é arte mesmo. Mas tem muita coisa que é só entretenimento. E é isso a que estes últimos se propõem. Não há nenhum problema com o cinema para entreter (eu não vejo problema algum...). Agora, tem muitos filmes que tentam ser uma obra de arte e, na boa, não dá nem pra entender. Coisas desconexas em uma narrativa não-linear? Tá, né. Acho que também não é por aí. Gosto mesmo dos filmes simples, diretos, que passam a sua mensagem. O filme todo acaba sendo uma metáfora, mas não precisa ser nenhum gênio pra entender. :)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Possivelmente, eu vá continuar com as mesmas opiniões que tenho sobre arte agora. Mas não custa revê-las, de tempos em tempos. Até por isso, tento ampliar mais a discussão com este post. (Continuem comentando, então!) Mas realmente, deixar um cachorro morrer? Isso é crime, não é arte. Mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arte precisa ter um propósito. Ser bonita, simplesmente. Ser instrutiva, fazer pensar sobre algo, que não é propriamente o objeto. Enfim. (Continuo achando que deixar um cachorro morrer de fome não tem propósito algum, a não ser atestar a insanidade de alguém.) Precisa ter uma mensagem. Mas se ela não tem uma mensagem a passar, então não é arte (por favor, apresentem um bom argumento que me faça pensar diferentemente). O problema não é que a arte contemporânea, que era o assunto do post anterior, suscita perguntas diferentes; o problema, ao menos, sob o meu ponto de vista, é que ela não suscita pergunta alguma!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entendo que não há preocupação com a beleza - isso é óbvio (até demais). Mas também não vejo que haja preocupação com qualquer outra coisa. E gente, na boa, se me tirarem o chão, eu não vou voar, vou cair.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;:)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-2431900954222098731?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/2431900954222098731/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=2431900954222098731&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/2431900954222098731'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/2431900954222098731'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2010/06/ja-que-rendeu-continuemos-falar-de-arte.html' title='Já que rendeu, continuemos a falar de arte.'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-4012895854254235885</id><published>2010-06-28T10:57:00.006-03:00</published><updated>2010-06-29T01:05:51.028-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='experimentos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='arte'/><title type='text'>A arte, os artistas e eu.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Estava lendo uma crônica da Martha Medeiros (que tu podes ler &lt;a href="http://wp.clicrbs.com.br/marthamedeiros/2010/06/28/inhotim-e-david-lodge/?topo=13,1,1,,,13"&gt;aqui&lt;/a&gt;), na qual ela fala sobre arte contemporânea. Compartilho da opinião dela, quando diz que já viu coisas sem sentido em várias bienais (no caso, ela viu mais bienais no mundo do que eu, que só vi as de Porto Alegre - e só elas já me bastam para as minhas opiniões sobre arte contemporânea). Ela diz o seguinte: "Projeções de vídeos caseiros totalmente nonsense, vidros encostados na parede, salas vazias com sons obscuros saindo de alto falantes, salas escuras com efeitos de luzes… Entendo que a intenção é provocar os sentidos, mas a única coisa que isso desperta em mim é minha ignorância". É. Exato. Aliás, sempre me sinto a pessoa mais ignorante em um meio artístico. Não sei do que vocês estão falando, não sei nem que perguntas fazer. Não sei se há perguntas a serem feitas. E se houvesse, sinceramente, duvido que me dessem alguma resposta. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/TCiz0k1-3HI/AAAAAAAABJ0/r46XrGmerwY/s1600/acervo_sel_00090.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 100px; FLOAT: left; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5487833861775613042" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/TCiz0k1-3HI/AAAAAAAABJ0/r46XrGmerwY/s200/acervo_sel_00090.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Ok. Observar uma pintura por horas é algo que eu sou capaz de fazer. Aliás, eu faço, seguidamente: eu observo pinturas e esculturas que tem na minha própria casa, que abriga um artista também. Observo quando vou a um museu (porque eu gosto de museus. Sim, sou nerd.). Acho linda esta pintura de Arthur Timóteo da Costa, cuja única coisa que sei é que ele pintou esta mulher - e eu, sinceramente, acho que ele a amava. Talvez por ser o único retrato feminino em que a mulher não está aparecendo com a bunda de fora. (Acervo do MARGS. Veja lista completa do acervo de pinturas &lt;a href="http://www.margs.rs.gov.br/acervo_sel_pinturas.php#subtitulo_ancora"&gt;aqui&lt;/a&gt;.) &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas não é tudo que me chama atenção não. E tem essa coisa da subjetividade. Isso aí sim é algo que confunde todo mundo. Subjetividade não é o mesmo que relativismo: não depende só de mim. O artista quis passar algo (a princípio) com a obra, certo? Não foi uma coisa a la loca... O que foi? Eu consigo entender? Eu sinto o mesmo? Na maioria das vezes, eu não entendo. Não sinto nada. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Bem, das duas, uma: ou preciso desenvolver mais a minha sensibilidade, ou os artistas precisam ser mais claros. Ou os dois, talvez. Porque, se a arte define o artista, isto é, se o produto do seu trabalho é um reflexo da sua pessoa, tem uma galera por aí que tá mal na fita. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-4012895854254235885?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/4012895854254235885/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=4012895854254235885&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/4012895854254235885'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/4012895854254235885'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2010/06/arte-os-blogs-e-os-alfinetes.html' title='A arte, os artistas e eu.'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/TCiz0k1-3HI/AAAAAAAABJ0/r46XrGmerwY/s72-c/acervo_sel_00090.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-7291990224756053618</id><published>2010-06-21T15:05:00.002-03:00</published><updated>2010-06-21T15:12:10.543-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='experimentos'/><title type='text'>A verdadeira escalação das Seleções!</title><content type='html'>Em ritmo de copa, recebo este e-mail (pasmem) da Melissa. Segue aí a escalação correta das seleções que disputam o mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GRUPO A&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ÁFRICA DO SUL - Hakuna, Matata, Zuma, Pumba e Simba. Tshabalala, Lalalala e Trololo. Zulu, Zilu e Vuvuzela. Técnico: Zamunda&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MÉXICO - Zapata, Godines, Cirilo e Racha-cuca. Jose Cuervo, Xapatin, Girafales e Hector Bonilla. Taco, Roberto Bolaños e Speed Gonzáles. Técnico: Don Ramón&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;URUGUAI - Mujica, Bujica, Canjica e Cojones. Mate, Artigas, Ortega e Urtiga. Loco Abreu, Loco Mia e Olocomeu. Técnico: Eduardo Galeano&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FRANÇA - Mondieu, Sacrebleu, Blasé e Sauté. Abatjour, Monamour, LeParkour e Monbijou. Ribéry, Tresjolie e Lingerie. Técnico: Sauvignon&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GRUPO B&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ARGENTINA - Maricones, Boludo, Quilmes e Chorizo. Alfajor, Tango, Perón e Verón. Palermo, Panaco e Babaco. Técnico: Mano de Dios&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NIGÉRIA - Motumbo, Djeba, J'romba e Bengala. Kanu, Kani, Goku e Paunoku. Obinna, Ilê e Ayê. Técnico: Obaluayê&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COREIA DO SUL - Kim Sam-Sung, Kia, Hy Un-Dai e Kun Gui-Fu. Park Ji-Sung, Park Damo-Nika, Park Guin-Le e Jurassic Park. Dae-Woo, Wong-Fu e Sal Sifu-Fu. Técnico: C.G. Jung&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GRÉCIA - Onassis, Sócrates, Hermócrates e Hipócrates. Katapoulos, Kataploft, Katapimba e Christos. Churrasco grego, Beijo grego e Arroz a grega. Técnico: Homero&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GRUPO C&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INGLATERRA - Lancaster, Worcester, Montgomery e Wiltshire. James, John, Paul e George. Cleese, Big e Ben. Técnico: George Martin&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ESTADOS UNIDOS - Bacon, McMuffin, Yogoberry e Cheddar. Yummy, Dummy, Brandon e Brian. Gonzales, Hernandez e Lewinsky. Técnico: Kissinger&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ARGÉLIA - Sahid Zidane, Ahmed Zidane, Nadir Zidane e Zinedine Zifoda. Kareem, Khaled, Kebab e Kabid. مدينة الجزائر, أحمد e ويحي. Técnico: Habib's &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ESLOVÊNIA - Bronquič, Rinič, Bursič e Sinusič. Šeliga, Šetoca e Šemanca. Popovic, Twitpic, Prezunic, Ljubeyjafjalajokuljanic e Tededic. Técnico: Mobdic&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GRUPO D&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ALEMANHA - Sauerkraut, Strudel, Heinzbein e Kasseler. Adolph, Lager, Aftazarden e Weissfüder. Ingo Hoffman, Diego Alemão e Schumacher. Técnico: Heinz &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AUSTRÁLIA - Dundee, Kookaburra, Koala e Kangaroo. Hugh, Jackman, Heath e Ledger. Sidney, Taz, Priscilla e Bloomin' Onion. Técnico: Hugo Weaving&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SÉRVIA - É o Pet, É o Pet, É o Pet, É o Pet, É o Pet, É o Pet, É o Pet, É o Pet, É o Pet, É o Pet e Stanković. Técnico: Dejan&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GANA - Mandingo, Sahafo, Trihpé e J'boiah. Abedi Pelé, Abedi Garrincha, Abedi Tostão e Asamoah. Eric Addo, Atordo Addo e Vi Addo. Técnico: Milton Nascimento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GRUPO E&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HOLANDA - Van Halen, Van der Wildner, Van pirata e Van Do. Van Geleonel, Van der Lee, Van der Cleidson e Marcelo D2. Heineken, Phillips e Tiësto.Técnico: Maurício de Nassau&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DINAMARCA - Andersen, Kierkegaard, Viggo Mortensen e Bohr. Fodamsen, Danensen, Ferrensen e Sevirensen. Nhá Benta, Língua de Gato e Scooby Doo. Técnico: Danish Cook&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JAPÃO - Jaspion, Jiraya, Change Dragon e Hello Kitty. Haikai, Tamagochi, Sudoku e Wasabi. Keropi, Kotoko e Misha Ria. Técnico: Içami Tiba&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAMARÕES - Pitu, Krill, VG e Cinza. Sete Barbas, Rosa, Da Malásia e Lagostin. Risole, Empadinha e Bobó. Técnico: Sr. Sirigueijo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GRUPO F&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ITÁLIA - Polpettone, Pomodoro, Tagliatelli e Frescarini. Bocchetti, Bolagatto, Pugnetta e Brogna. Donatello, Mario e Luigi. Técnico: Tony Ramos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PARAGUAI - José Lugo, Carlos Lugo, César Lugo, Ramón Lugo e Roque Lugo. Sorny, Mike, BleckBarry e Hi-Phone. Perla e Adelaide. Téc: PolyStation&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOVA ZELÂNDIA - Peter, Jackson, Russel e Crowe. Froddo, Legolas, Aragorn e Smigol. Wellington, Kiwi e Jaca Paladium.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ESLOVÁQUIA - Swarowský, Deuokusemký, Hondačívik e Robotnik. Bratislavský, Holosko, Homalusko e Hamuleske. Extcheco, Ralatchan e Ralatcheca.]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GRUPO G&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BRASIL - Zé Carioca, Carmem Miranda, Blanka e Buenos Aires. Samba, Bunda, Caipirinha e Capoeira. Allejo, Pelé e Bündchen. Técnico: Lula da Silva&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COREIA DO NORTE - Ping, Pong, King e Kong. Long, Dong, Yin e Yang. Tang, Pak Man e Don-Keey Kong. Técnico: Kim Jong-il&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COSTA DO MARFIM - Jotalhão, Dumbo, André Marques e Ronaldo. Romaric, Bebetic, Ebony e Ivory. Drogba, Merdba e Porrba. Técnico: Djosso Ares&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PORTUGAL - Manoel, Joaquim, Manoel Joaquim e Joaquim Manoel. José Maria, Vasco, Roberto Leal e Ovos Moles. Baiano, Ceará e Paulista. Técnico: Saramago&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GRUPO H&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ESPANHA: Almodóvar, Franco, Hernán Cortés e Paella. Iniesta, Iniaquela, Fábregas e Nádegas. Banderas, Bardem e Julio Iglesias. Técnico: Pablo Picasso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SUÍÇA - Patek Philippe, Tissot, Nestlé e Lindt. Toblerone, Emmental, Rousseau e Federer. Fondue, Canivete e Limonada. No banco: Paulo Maluf&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HONDURAS - Canales, Rios, Riachos e Valones. Palacios, Castelos, Casas e Barracos. Zelaya, Zemayer e Porfírio Lobo. Técnico: Celso Amorim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CHILE - Rojas, Moai, Marcelo Ríos e Casillero del Diablo. Merlot, Malbec, Cabernet e Pinot Noir. Santa Helena, Concha e Toro. Técnico: Pablo Neruda&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;:D&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-7291990224756053618?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/7291990224756053618/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=7291990224756053618&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/7291990224756053618'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/7291990224756053618'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2010/06/verdadeira-escalacao-das-selecoes.html' title='A verdadeira escalação das Seleções!'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-1024907356964823912</id><published>2010-05-27T00:29:00.007-03:00</published><updated>2010-06-03T20:32:41.085-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fotos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='experimentos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='turista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alemanha'/><title type='text'>Em Nova Petrópolis!</title><content type='html'>Como prometido, um post sobre meu belo passeio em Nova Petrópolis, onde fui comemorar meu aniversário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, pra quem não conhece, Nova Petrópolis é uma cidade do interior do Rio Grande do Sul, mais especificamente, na serra gaúcha. Conhecida como o "jardim da serra gaúcha", a cidade foi colonizada por alemães que vieram da região do 'Hunsrück'(pomeranos, saxões, westfalianos, prussianos e bávaros) e do Império Austro Húngaro (boêmios). "A origem particular dos imigrantes e a distância de centros mais desenvolvidos contribuíram para que a população conservasse suas tradições até os dias de hoje em festas como o Kerb, Bailes do Tiro Rei e Bolão e o Festival do Folclore.[...] O nome 'Nova Petrópolis' se deve a analogia feita por D. Pedro II (Nova Cidade de Pedro) a cidade de Petrópolis no Rio de Janeiro que alcançou sua emancipação política em 28 de fevereiro de 1955." (Para saber mais sobre a história da cidade, clique &lt;a href="http://www.novapetropolis.rs.gov.br/historico.php"&gt;aqui&lt;/a&gt;.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Visitei a Praça das Flores, bem no centro da cidade, onde fica o Labirinto Verde, um labirinto feito de vegetação e que chega a quase dois metros de altura. Visitei a Torre de Informações - muito bom, pra quem não tem a menor idéia de onde tá se metendo; o Moinho Rasche, que foi "Construído em 1953, e inugurado em 1º de maio de 2008", que reflete "a evolução tecnológica e econômica dos meios de produção e manufatura utilizados pelos imigrantes alemães" e, claro, o Parque Aldeia do Imigrante, um parque com dez hectares de mata nativa e que abriga a Aldeia Histórica, com 9 construções originais da época de 1875-1910 em estilo Enxaimel. Lá ainda tem um bom restaurante, que serve comidas típicas alemãs. Enfim, uma cidade ótima, limpa, organizada e muito bonita. vale a pena conferir!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/S_3tiToyHUI/AAAAAAAABIU/StW76Gl1p3Y/s1600/100_0232.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/S_3tiIfS8_I/AAAAAAAABIM/ZNNqUzWwdLo/s1600/100_0381.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5475793892602475506" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/S_3tiIfS8_I/AAAAAAAABIM/ZNNqUzWwdLo/s320/100_0381.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/S_3thvGd26I/AAAAAAAABIE/ebxJyYZrHmE/s1600/100_0151.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5475793885787446178" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/S_3thvGd26I/AAAAAAAABIE/ebxJyYZrHmE/s320/100_0151.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/S_3thBEjAeI/AAAAAAAABH8/qZrKGupkle4/s1600/100_0148.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5475793873431364066" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/S_3thBEjAeI/AAAAAAAABH8/qZrKGupkle4/s320/100_0148.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/S_3thAIw5xI/AAAAAAAABH0/d4gHUgZ8GH4/s1600/100_0078.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5475793873180616466" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/S_3thAIw5xI/AAAAAAAABH0/d4gHUgZ8GH4/s320/100_0078.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Quem quiser saber mais dos atrativos turísticos de Nova Petrópolis (que não são só esses!!!) acessa: &lt;a href="http://www.novapetropolis.rs.gov.br/atrativos_turisticos.php"&gt;http://www.novapetropolis.rs.gov.br/atrativos_turisticos.php&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por hoje , era só! Tschüss!&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-1024907356964823912?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/1024907356964823912/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=1024907356964823912&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/1024907356964823912'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/1024907356964823912'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2010/05/em-nova-petropolis.html' title='Em Nova Petrópolis!'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/S_3tiIfS8_I/AAAAAAAABIM/ZNNqUzWwdLo/s72-c/100_0381.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-101802663120558855</id><published>2010-05-25T11:11:00.004-03:00</published><updated>2010-05-25T11:18:36.715-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filosofia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='experimentos'/><title type='text'>História da Filosofia Contemporânea</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CUser%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;o:smarttagtype namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" name="PersonName"&gt;&lt;/o:smarttagtype&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt; 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Depois de algumas semanas de esforços initerruptos, eis que recebo um belo 9 na prova de História da Filosofia Contemporânea (!!!).  Embora não fosse, a princípio, um assunto que me animasse muito, depois de algumas aulas me empolguei bastante e meti a cara nos livros mesmo. O resultado foi bom e me orgulho disso. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;A prova consistia em três perguntas, das quais era preciso escolher duas para responder (adoro isso). A primeira questão se referia a Frege, a segunda, a Russell e a terceira, a Wittgenstein. Como não tinha visto tanto Wittgenstein assim, optei pelas duas primeiras. Assim, minha prova foi a seguinte:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Primeira questão. [...] Essas passagens apresentam um aspecto central das noção fregeana de &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;conceito&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;, e da relação entre &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;conceitos e juízos&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;, tal como Frege a concebe. A tarefa consiste em mostrar como Frege faz uso dessas idéias em seu tratamento da distinção entre conceito e objeto (assim, por exemplo, em sua resposta a Benno Kerry).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;A distinção entre conceito e objeto que Frege sugere surge por ele ter atentado que a construção gramatical de uma proposição ou um juízo  - um pensamento expresso pela linguagem natural - poder camuflar a estrutura lógica do mesmo pensamento. Ele substitui o par sujeito-predicado, oriundos da análise gramatical da linguagem natural, pelo par função-argumento, oriundos da gramática do simbolismo aritimético (cf. Louzado, 1996, p. 4-5). Quando fala da linguagem lógica do pensamento, Frege utiliza os termos 'conceito' e 'objeto', aproximando-os dos termos aritiméticos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Para compreender a distinção lógica entre conceito e objeto, vejamos primeiro a distinção aritimética de função e argumento. A função, segundo Frege, é incompleta, insaturada, ou seja, falta-lhe algo para completá-la. O que completa a função é o argumento, que é, nele mesmo, completo ou saturado. Assim, temos, por exemplo, uma função do argumento '5', que podemos representar 'f(5)' e ela terá um valor que depende da sua função. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Um juízo é como uma equação, isto é, segundo Frege, é um tipo de cálculo que se faz entre um objeto e um conceito. Assim como a função é insaturada, é assim também o conceito: é preciso que algo o complete. O que completa o conceito é o objeto, como o argumento completa a função e, com o argumento, é o objeto também saturado. Assim, temos um juízo, qu podemos representar como 'Marloren é branca', ou, como uma função, 'Bm')*. Esse juízo, como uma equação, tem também um valor: é u valor de verdade, ou seja, se Marloren for branca - se o objeto completar "bem" o conceito - o juízo é verdadeiro, caso contrário, falso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;É possível, na aritimética, que haja funções de funções. Isso também acontece nos juízos: é possível se predicar algo de um outro predicado. Uma função de função poderia ser assim representada: 'F(f( ))', ou seja, é uma função cujo argumento é uma função.Para os juízos, isso seria dar a um conceito uma predicação de segunda ordem, visto que o conceito mais fundamental predica em primeira instância um objeto. Entretanto, isso só se dá quando nós não temos um sujeito, propriamente dito, definido, embora, gramaticalmente, o tenhamos. É o que acontece no juízo 'Toda baleia é um mamífero'. Nesta asserção não há, logicamente falando, um objeto. Estamos, com isso, querendo dizer que 'todo aquele objeto que se aplica o conceito de baleia também se aplica o conceito de mamífero'**, ou, em notação lógica (não na fregeana), &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Ax(Bx&lt;/span&gt;→&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Mx)***.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Como não há um objeto definido, usa-se uma variável: 'x'.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Dessa forma, Frege mostra que, em alguns casos, a linguagem natural não mostra a estrutua lógica do pensamento. O esforço de Frege era o de encontrar uma melhor correspondência entre as determinações estruturais contidas na prpoposição e as efetivas estruturas do pensamento (cf. LOUZADO, 1996, p.8-9).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;*O prefessor me corrige aqui, dizendo que 'Bm' não é mais uma função, mas uma proposição (no cálculo de predicados). A função é 'Bx' ou 'B( )'. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;**A correção aqui seria: 'a todo aquele objeto a que se aplica...'.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;***Esse ‘A’ na verdade, era para ser de cabeça para baixo, mas não achei esse caracter... Na notação fregeana é um pouco diferente, mas não há como escrevê-la aqui (e eu também não o fiz na prova...). Quem quiser ver como seria, veja 'Função e Conceito', artigo do próprio Frege.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Referência: LOUZADO, G. L. &lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Cum Grano Salis: um estudo sobre juízos e categorias lógicas &lt;st1:personname productid="em Frege. Disserta￧￣o" st="on"&gt;em  Frege.&lt;span style="font-style: normal;"&gt; Dissertação&lt;/span&gt;&lt;/st1:personname&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; de Mestrado. Universidade Federal do Rio Grande do Sul,Porto Alegre, agosto de 1996.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Segunda Questão. Em 'On Denoting', Russell afirma que uma expressão denotativa &lt;i style=""&gt;'per se&lt;/i&gt; não tem significado, pois em toda a proposição em que ocorre, a proposição, expressa completamente, não contém a expressão, que foi decomposta’. Essa afirmação implica uma tese sobre a natreza lógica das expresões denotativas, que as distingue dos termos singulares. Explique essa tese.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Russell, seguindo os passos de Frege, defende que a natureza lógica de certas expressões difere da expressão ela mesma linguisticamente representada. Ele diz que essas expressões – as denotativas – parecem falar de alguém específico, mas não o fazem, como faem os termos singulares.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Quando asserimos proposições como ‘Toda baleia é um mamífero’, Nenhum homem é imortal’ ou ‘alguma coisa é um tomate’, não estamos determinando nada: nosso ‘sujeito’ – ou o que Frege chamaria de objeto – é ‘essencialmente e totalmente indeterminado’ (RUSSELL, 1905, p.408). Ele é representado por uma variável, e o que nos resta são predicações: ‘Ax(Bx&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;→&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Mx)’; ‘¬Ex(Hx&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;→&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Ix)’; ‘ExTx’*. As expressões denotativas, como os conceitos de Frege, são símbolos incompletos, ‘nunca têm significados (&lt;i style=""&gt;meaning&lt;/i&gt;) neles mesmos’ (RUSSELL, 1905, p. 480).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Assim, quando asserimos algo como ‘o rei da frança é calvo’, não atentamos normalmente para a estrutura lógica por trás da estrutura gramatical: o que é sujeito gramatical da frase é, no fundo, um conceito (no termo fregeano): o que dizemos é que ‘alguma coisa é rei da França, só uma coisa é rei da França e essa coisa é calva’, ou ‘Ex(Rxy ^Ay (Ry &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;→&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;y=x) ^ Cx)’**.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Isso é diferente de dizer que ‘Lula é o presidente do Brasil’, que é ‘Pl’.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Dessa forma, quando dizemos ‘o rei da França é calvo’, parecemos estar denotando (ou, digamos, referindo-nos a) alguém específico, mas não estamos, como quando dizemos ‘Lula é o presidente do Brasil’. Russell aponta para uma barreira que a linguagem natural põe e que atrapalha a própria filosofia: pensamos dizer algo que, de fato, não estamos dizendo. O esforço de Russell é mostrar que essa barreira existe e propõe maneiras de ultrapassá-las – maneiras que, até hoje, vêm sendo revistas e ampliadas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;*Como na primeira questão, não achei caracteres para um ‘A’ de cabeça para baixo, ou um ‘E’ espelhado. Mas essa é a idéia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;**Vide nota anterior.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;Bem, cada uma das questões levou 4,5. Então, acho que isso quer dizer que tá bom. :D&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  Depois dessa, fico por aqui. :)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(breve ponho algumas fotos e falo da minha viagem para Nova Petrópolis!)&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-101802663120558855?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/101802663120558855/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=101802663120558855&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/101802663120558855'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/101802663120558855'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2010/05/historia-da-filosofia-contemporanea.html' title='História da Filosofia Contemporânea'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-3609847937527058355</id><published>2010-05-20T02:26:00.002-03:00</published><updated>2010-05-20T03:06:38.824-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='experimentos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Créditos'/><title type='text'>Sociedade dos Poetas Vivos - e de plantão</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Acho engraçado ler poesias ou textos que se prestam a serem forçados. Não há nada ali: nem paixão, nem lirismo, nem medo... Mas insistem em achar lugares-comuns tão incomuns que às vezes eu me sinto até perdida. Vozes brilhantes se perdem em gemidos grosseiros e sons sem ritmo nem rima constróem pilares vazios. "Tens um álibi que te livre de estar comentendo poetricídio?" Muitos tem, mas não quer dizer nada. Nunca nem sequer passaram perto de usar as palavras do jeito que lhes aprouvesse e, consequentemente, não têm nenhuma relação íntima com elas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E eis que, numa bela tarde de outono, a gente ouve/lê coisas como "Se eu conhecesse Picasso, eu compraria um violão cinza pra mim e tocaria" ("If I knew Picasso, I would buy myself a gray guitar and play"); "Consegui meu equilíbrio cortejando a insanidade, tudo está perdido mas existem possibilidades"; "Meu ânimo maior é dar sentido ao que vem nascendo, ao que é parido na corrente de toda essa nossa heróica rotina, pontuada em amolecidas horas de relógio"; "Hoje, já é futuro e 'cada dia mais' ficou no passado, para o resto dos dias"...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não estamos sós. Na verdade, dividimos algo. Em silêncio. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Sempre mais do mesmo... não era isso que você queria ouvir?"&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(Counting Crowes, "Mr. Jones"; Legião Urbana, "Sereníssima"; &lt;a href="http://psiquesferografia.blogspot.com/"&gt;Ubiratan&lt;/a&gt;; &lt;a href="http://palavrasdisfarcadas.blogspot.com/"&gt;Melissa&lt;/a&gt;; Legião Urbana, "Mais do Mesmo")&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-3609847937527058355?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/3609847937527058355/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=3609847937527058355&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/3609847937527058355'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/3609847937527058355'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2010/05/sociedade-dos-poetas-vivos-e-de-plantao.html' title='Sociedade dos Poetas Vivos - e de plantão'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-3379824538852817503</id><published>2010-05-02T20:19:00.003-03:00</published><updated>2010-05-02T21:31:23.152-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filosofia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Hannah Arendt'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Condição Humana'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ficção Científica'/><title type='text'>The world is not enough</title><content type='html'>"Em 1957, um objeto terrestre, feito pela mão do homem, foi lançado ao universo, onde durante algumas semanas girou em torno da Terra segundo as mesmas leis de gravitação que governam o movimento dos corpos celestes - O Sol, a Lua e as estrelas. É verdade que o satélite artificial não era lua nem estrela; não era um corpo celeste que pudesse prosseguir em sua órbita circular por um período de tempo que para nós, mortais limitados ao tempo da Terra, durasse uma eternidade. Ainda assim, pôde permanecer nos céus durante algum tempo; e lá ficou, movendo-se no convívio dos astros como se estes o houvessem provisoriamente admitido em sua sublime companhia.&lt;br /&gt;Este evento, quem em importância ultrapassa todos os outros, até mesmo a desintegração do átomo, teria sido saudado com a mais pura alegria não fossem as suas incômodas circunstâncias militares e políticas. [...] A reação imediata, expressa espontaneamente, foi alívio ante o primeiro 'passo para libertar o homem de sua prisão na terra'. E essa estranha declaração, longe de ter sido o lapso acidental de algum repórter norte-americano, refletia, sem o saber, as extraordinárias palavras gravadas há mais de vinte anos no obelisco fúnebre de um dos grandes cientistas da Rússia: 'A humanidade não permanecerá para sempre presa à terra'. "&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com estas palavras, Hannah Arendt começa seu livro "A Condição Humana", de 1958. Começa justamente com a preocupação, por assim dizer, da prisão terrena a qual estamos submetidos, e com uma certa preocupação nossa de nos libertarmos disso. Realmente, de lá pra cá, desnvolvemos milhares de outras maneiras de tentar sair daqui. Mas uam outra preocupação também nos aflige: a de que hajam outros além de nós. São filmes, livros e muitos, muitos aparelhos e teorias tentando descobrir se há vida para além da nossa tímida atmosfera. E parece que estão chegando bem perto de saber disso: &lt;a href="http://tecnologia.br.msn.com/noticias/artigo.aspx?cp-documentid=24061271"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encontrei, como sempre, por acaso este artiguinho, sobre a contrução chilena do que seria o maior telescópio do mundo, capaz inclusive de detectar vida extraterrestre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que nós, além de nos sentirmos presos por estarmos confinados à Terra, estamos também nos sentindo bastante solitários. A busca pela alteridade está tomando formas gigantescas: não basta mais compreender um outro não tão diferente de nós, é preciso compreender toda a diferença. Mas... por que?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(ARENDT, H. &lt;em&gt;A Condição Humana&lt;/em&gt;. Rio de Janeiro, Forense Universitária, 2007.)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-3379824538852817503?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/3379824538852817503/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=3379824538852817503&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/3379824538852817503'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/3379824538852817503'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2010/05/world-is-not-enough.html' title='The world is not enough'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-2420978614268322257</id><published>2010-04-24T21:07:00.002-03:00</published><updated>2010-04-24T21:40:55.561-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TCC'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='experimentos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Condição Humana'/><title type='text'>Sobre a Ignorância</title><content type='html'>Um dia me perguntaram qual é o pior defeito que alguém poderia ter. Eu pensei em várias coisas, tipo inveja, raiva, essas coisas. Mas o que eu acho que é o pior é se conformar em ser ignorante.&lt;br /&gt;Mas preste bem atenção: não é ser ignorante porque não teve oportunidades na vida de melhorar; nem porque não pode estudar numa universidade, nem nada disso. Mas a acomodação, a "mera aceitação de um destino triste que não permite que se conheça mais" (as aspas eram pra marcar um certo tom de ironia... Não sei passar direito essas coisas pela internet, embora 90% do que eu fale, no dia-a-dia seja ironia. ^^). Fala sério! Não tô dizendo que as pessoas tenham todas que ser doutoras em alguma coisa, para finalmente não serem ignorantes, mas acho impossível que se goste de ser um mero ser que faça coisas para os outros para no final comprar o celular "da hora". Não consigo admitir que não se queira saber mais sobre seja lá o que for, que não se queira conhecer nada, que a vida seja boa só no nível de trabalhar, pagar as contas e comprar coisas novas. Isso, pra mim, não é vida.&lt;br /&gt;Acho, inclusive, que existam mais pessoas que nunca viram uma escola na vida e sejam menos ignorantes do que muitas outras com muitas oportunidades. Mas elas são mais desvalorizadas justamente por que não têm um certo &lt;em&gt;status&lt;/em&gt;. &lt;em&gt;Status&lt;/em&gt; é tudo neste mundo.&lt;br /&gt;Mas agora tu deve tá te perguntando o que eu tô considerando Ignorância, né? (Confesso que talvez tenha ficado meio confuso...) Bem, acho que aqui, como expus, parece ser algo como que uma ignorância moral, alguma coisa tipo "vou fazer assim, porque é assim, e deu" sem se preocupar, no mínimo, se assim deveria ser. Acho que, quando alguém sem oportunidades se pergunta se assim deveria ser, o ponto de vista é outro. Muda tudo pra essa pessoa, e ela vai atrás do conhecimento, qualquer que seja. Não só porque quer ter um mínimo de conforto - o que é totalmente aceitável, vindo de quem quer que seja, já que a gente acaba refinando as nossas necessidades e não adianta só bebida, "a gente quer bebida, diversão e arte" (Titãs! :D). Mas porque isso não é o suficiente. E acho mesmo que não seja. Talvez isso seja o que as pessoas pouco compreendam em mim... (o texto todo é sobre mim, né?! O.o)&lt;br /&gt;Eu não quero só dinheiro, eu quero &lt;em&gt;inteiro&lt;/em&gt;, e não pela metade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-2420978614268322257?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/2420978614268322257/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=2420978614268322257&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/2420978614268322257'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/2420978614268322257'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2010/04/sobre-ignorancia.html' title='Sobre a Ignorância'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-3319136784576633071</id><published>2010-04-11T19:37:00.004-03:00</published><updated>2010-04-11T21:07:00.144-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Condição Humana'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ficção Científica'/><title type='text'>A Era dos Ciborgues</title><content type='html'>Depois a gente pensa que tá viajando demais, lendo ficção científica e vendo esses filmes cheios de humanos com partes de robôs... mas, veja só que incrível, os profetas literários estavam certos quanto a esta parte do futuro...&lt;br /&gt;Futricando no site do MSN Brasil, encontrei uma reportagem com o seguinte título: &lt;a href="http://tecnologia.br.msn.com/noticias/artigo.aspx?cp-documentid=23836342"&gt;Tecnologia permite cegos voltarem a enxergar com olho biônico. &lt;/a&gt;A visão seria em preto e branco (com umas letras vermelhas no centro escrito "KILL". Não, brincadeira... não resisti. :D) com uma resolução bem boa. Bem, só será colocado no mercado daqui a cinco anos. Então, aguardemos, porque já estamos adentrando a era da imaginação dos escritores de 1950...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-3319136784576633071?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/3319136784576633071/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=3319136784576633071&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/3319136784576633071'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/3319136784576633071'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2010/04/era-dos-ciborgues.html' title='A Era dos Ciborgues'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-1964030018196110026</id><published>2010-04-10T13:26:00.003-03:00</published><updated>2010-04-10T13:59:13.848-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filmes'/><title type='text'>"O Livro de Eli" ou como Hollywood ainda faz coisas boas</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/S8CuLG4jkCI/AAAAAAAABFk/yGE2SlTP3Vo/s1600/poster.jpg"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 200px; height: 296px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/S8CuLG4jkCI/AAAAAAAABFk/yGE2SlTP3Vo/s320/poster.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5458554254222659618" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Quarta-feira passada fui ver &lt;span style="font-style: italic;"&gt;O Livro de Eli&lt;/span&gt; (Elai, não Éli... ¬¬... :D). Pensei, depois de ter visto o trailer: legal, ficção científica, cenários pós-apocalípticos estilo Mad Max e umas lutinhas bacanas. Tá valendo. Daí vi o filme. Woah. É muito mais que isso. O visual, claro, muito legal, com aqueles veículos construídos de peças de outros veículos ou de outras coisas "inindentificáveis", tudo monocromático, quente e seco, sem vida. Massa. Mas a história é o melhor do filme, o que tem se tornado raro ultimamente, tratando-se de Hollywood, ao menos.&lt;br /&gt;Bem, não vou contar nada sobre a história do filme, porque certamente, vou estragar. E também, nem o filme conta muito sobre ele mesmo, deixa mais que a nossa  imaginação complete os porquês. Mas o que posso dizer, é que ele está lá por algo, que não apenas a diversão - que é garantida, caso o interesse seja somente este. (se quiser saber mais sobre a história, leia a crítica do Omelete: http://www.omelete.com.br/cinema/critica-o-livro-de-eli/)&lt;br /&gt;A fé e o saber são coisas boas, mas podem, quando controladas por mãos erradas, ser destrutivos. E isso não quer dizer que não se deve mais crer nem ir atrás do conhecimento.&lt;br /&gt;Assistam!&lt;br /&gt;:)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-1964030018196110026?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/1964030018196110026/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=1964030018196110026&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/1964030018196110026'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/1964030018196110026'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2010/04/o-livro-de-eli-ou-como-hollywood-ainda.html' title='&quot;O Livro de Eli&quot; ou como Hollywood ainda faz coisas boas'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/S8CuLG4jkCI/AAAAAAAABFk/yGE2SlTP3Vo/s72-c/poster.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-8567824412356191636</id><published>2010-04-07T11:45:00.003-03:00</published><updated>2010-04-07T11:57:10.130-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='experimentos'/><title type='text'>"Eu me sinto um estrangeiro..."</title><content type='html'>É incrível como as pessoas parecem estar cada vez mais mesquinhas, ou mais estúpidas, ou incrivelmente mais interessadas apenas em si mesmas. Onde foram parar aquelas companhias legais, que se dispunha a apenas falar bobagens, jogar conversa fora, sem medo de parecerem menos inteligentes, ou menos respeitáveis? Estão muito ocupadas, pensando em como vai ser o novo corte de cabelo, ou como vai ser o próximo notebook. Ou mesmo, estudando demais pra uma prova. gente, é bom pensar nessas coisas, mas sem paranóias: não dá pra limitar a própria vida, principalmente a isso. A convivência com os outros  - embora isso pareça redundante, é bem comum ver pessoas que só convivem consigo mesmas - é necessária, e as outras pessoas têm um papel importante na vida de cada um. Cada um é o que é também por causa dos outros, o que não quer dizer que se deva viver em função disso. Nem 8, nem 80: o equilíbrio, como já tinha sacado o Aristóteles, é o melhor caminho. É bom, de vez em quando, reservar tempo só pra si, como é igualmente bom dividi-lo com os outros. Mas, ultimamente, parece que pouquíssimas pessoas se dão conta disso. A regra é outra. Só que eu ainda não entendi.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-8567824412356191636?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/8567824412356191636/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=8567824412356191636&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/8567824412356191636'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/8567824412356191636'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2010/04/eu-me-sinto-um-estrangeiro.html' title='&quot;Eu me sinto um estrangeiro...&quot;'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-5927610444619177282</id><published>2010-03-27T19:16:00.002-03:00</published><updated>2010-03-27T19:28:27.508-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filosofia'/><title type='text'>Para Desespero dos Estudantes de Filosofia...</title><content type='html'>Eu sei, que no nosso país, as pessoas não sabem o que é filosofia. Mas sempre tem um limite. Bem, depois de muitas conversas entre estudantes de filosofia, saiu um diálogo quase que natural sobre o que as pessoas normalmente nos dizem, quando o assunto é esse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) Oi! Quanto tempo! E aí, já te formou?&lt;br /&gt;B) Pois é, ainda não...&lt;br /&gt;A) E o que tu faz mesmo?&lt;br /&gt;B) Filosofia.&lt;br /&gt;A) (momento de silêncio incrivelmente perturbador) Ah... E isso serve pra quê mesmo?&lt;br /&gt;B) Pois é, eu faço bacharelado, fico mais com as pesquisas, vou tentar fazer uma pós... mas tem a licenciatura, que pode dar aulas tb...&lt;br /&gt;A) Hmmm (mais momentos perturbadores)... pelo menos é na ufrgs, né? É de graça... (Não sei qual seria a situação de alguém que faz filosofia em uma universidade paga, mas certamente é mais constrangedor ainda.) Mas tu pensa em fazer outro curso? (Né?)&lt;br /&gt;B) Bem, não sei, primeiro vou pensar no mestrado...&lt;br /&gt;A) Bah, sempre quis fazer filosofia, mas primeiro tenho que ganhar dinheiro (!!!!!!!!!!). Mas é legal, pelo menos tu fica pensando sobre a vida! (???????????)&lt;br /&gt;B) Er... na verdade não é bem isso que a gente faz...&lt;br /&gt;A) Hmmm... mas parece legal, a sabedoria e essas coisas... é bem cabeça, né?! &lt;br /&gt;B) Na verdade, é pura teoria... não tem nada de prático... &lt;br /&gt;A) Ah, não? ...  Ah, deixa pra lá, isso já é filosofar demais (risada sem graça e momento "por favor, troca de assunto porque eu não sei mais do que tu tá falando").&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O.O&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-5927610444619177282?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/5927610444619177282/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=5927610444619177282&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/5927610444619177282'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/5927610444619177282'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2010/03/para-desespero-dos-estudantes-de.html' title='Para Desespero dos Estudantes de Filosofia...'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-280816269117715338</id><published>2009-12-07T13:51:00.003-02:00</published><updated>2009-12-07T15:02:49.179-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alemanha'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='youtube'/><title type='text'>10 Dinge, die Sie nicht tun sollte, wenn...</title><content type='html'>10 coisas que você não deveria fazer, quando... &lt;br /&gt;Muito hilário! Selecionei alguns para postar aqui!&lt;br /&gt;O idioma é alemão, mas dá pra entender mesmo se você não falar nada de alemão!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="560" height="340"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/JMIsoyM35dY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/JMIsoyM35dY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/pSW_hc1NxMk&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/pSW_hc1NxMk&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="560" height="340"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/d4gnohRUkBM&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/d4gnohRUkBM&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="560" height="340"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/KenzSgoctQ4&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/KenzSgoctQ4&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="560" height="340"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/u5YRymVOZbI&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/u5YRymVOZbI&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="560" height="340"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/8zjGZ5z91TQ&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param 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/&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/U3_3Afznw00&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/U3_3Afznw00&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="560" height="340"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Ly71bLPNOso&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Ly71bLPNOso&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que tá bom por hoje! Espero que tenham se divertido!&lt;br /&gt;:D&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-280816269117715338?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/280816269117715338/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=280816269117715338&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/280816269117715338'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/280816269117715338'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2009/12/10-dinge-die-sie-nicht-tun-sollte-wenn.html' title='10 Dinge, die Sie nicht tun sollte, wenn...'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-7967585749202304110</id><published>2009-11-24T11:43:00.002-02:00</published><updated>2009-11-24T11:52:22.309-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filmes'/><title type='text'>Os 100 melhores filmes da década</title><content type='html'>Como faz tempo que não atualizo o blog, segue a lista dos 100 melhores filmes da década, de acordo com o jornal "The Times".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - "Caché" (de Michael Haneke, 2005) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - "A supremacia Bourne" e "O ultimato Bourne" (de Paul Greengrass, 2004, 2007) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 - "Onde os fracos não têm vez (de Joel e Ethan Coen, 2007) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 - "O homem-urso" (de Werner Herzog, 2005) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5 - "Team America: detonando o mundo" (de Trey Parker, 2004) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6 - "Quem quer ser um milionário?" (de Danny Boyle, 2008) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7 - "O último rei da Escócia" (de Kevin Macdonald, 2006) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8 - "Cassino Royale" (de Martin Campbell, 2006) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9 - "A rainha" (de Stephen Frears, 2006) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10 - "Hunger" (de Steve McQueen, 2008) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11 - "Borat" (de Larry Charles, 2006) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12 - "A vida dos outros" (de Florian Henckel von Donnersmarck, 2006) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13 - "This is England" (de Shane Meadows, 2007) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14 - "4 meses, 3 semanas e 2 dias" (de Cristian Mungiu, 2007) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15 - "A queda - as últimas horas de Hitler" (de Oliver Hirschbiegel, 2004) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16 - "Brilho eterno de uma mente sem lembranças" (de Michel Gondry, 2004) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17 - "O segredo de Brokeback Mountain" (de Ang Lee, 2005) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18 - "Deixe ela entrar" (de Tomas Alfredson, 2008) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19 - "Vôo United 93" (de Paul Greengrass, 2006) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20 - "Donnie Darko" (de Richard Kelly, 2001) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;21 - "Boa noite, e boa sorte" (de George Clooney, 2005) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;22 - "Longe do paraíso" (de Todd Haynes, 2002) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;23 - "O equilibrista" (de James Marsh, 2008) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;24 - "Extermínio" (de Danny Boyle, 2002) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;25 - "Dançando no escuro" (de Lars Von Trier, 2000) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;26 - "Minority report" (de Steven Spielberg, 2002) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;27 - "Sideways - entre umas e outras" (de Alexander Payne, 2004) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;28 - "O escafandro e a borboleta" (de Julian Schnabel, 2007) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;29 - "Quero ser John Malkovich" (de Spike Jonze, 2000) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;30 - "Irreversível" (de Gaspar Noé, 2002) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;31 - "Iraq in fragments" (de James Longley, 2006) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;32 - "Gladiador" (de Ridley Scott, 2000) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;33 - "Um casamento à Indiana" (de Mira Nair, 2002) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;34 - "Procurando Nemo" (de Andrew Stanton/Lee Unkrich, 2003) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;35 - "E sua mãe também" (de Alfonso Cuarón, 2002) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;36 - "Na captura dos Friedmans" (de Andrew Jarecki, 2004) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;37 - "Amor à flor da pele" (de Wong Kar Wai, 2000) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;38 - "Cidade dos sonhos" (de David Lynch, 2001) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;39 - "Encontros e desencontros" (de Sofia Coppola, 2003) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;40 - "Syriana" (de Stephen Gaghan, 2005) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;41 - "Filhos da esperança" (de Alfonso Cuarón, 2006) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;42 - "Os Incríveis" (de Brad Bird, 2004) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;43 - "Batman - O cavaleiro das trevas" (de Christopher Nolan, 2008) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;44 - "Sob a areia" (de François Ozon, 2000) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;45 - "Touching the void" (de Kevin Macdonald, 2003) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;46 - "Traffic" (de Steven Soderbergh, 2000) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;47 - "My summer of love" (de Pawel Pawlikowski, 2004) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;48 - "Pequena Miss Sunshine" (de Jonathan Dayton/Valerie Faris, 2006) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;49 - "Ligeiramente Grávidos" (de Judd Apatow, 2007) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;50 - "O Senhor dos Anéis: o retorno do rei" (de Peter Jackson, 2003) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;51 - "O quarto do filho" (de Nanni Moretti, 2001) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;52 - "O jardineiro fiel" (de Fernando Meirelles, 2005) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;53 - "Milk" (de Gus Van Sant, 2008) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;54 - "Papai Noel às avessas" (de Terry Zwigoff, 2003) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;55 - "Chopper" (de Andrew Dominik, 2000) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;56 - "Volver" (de Pedro Almodovar, 2006) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;57 - "The consequences of love" (de Paolo Sorrentino, 2004) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;58 - "Shaun of the Dead" (de Edgar Wright, 2004) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;59 - "Ser e ter" (de Nicolas Philibert, 2002) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;60 - "A lula e a baleia" (de Noah Baumbach, 2005) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;61 - "A viagem de Chihiro (de Hayao Miyazaki, 2001) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;62 - "O âncora: a lenda de Ron Burgundy" (de Adam McKay, 2004) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;63 - "Sangue negro" (de Paul Thomas Anderson, 2007) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;64 - "A criança" (de Jean-Pierre Dardenne/Luc Dardenne, 2005) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;65 - "Valsa com Bashir' (de Ari Folman, 2008) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;66 - "Cidade de Deus" (de Fernando Meirelles, 2002) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;67 - "Gomorra" (de Matteo Garrone, 2008) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;68 - "Memento" (de Christopher Nolan, 2000) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;69 - "Persépolis" (de Vincent Paronnaud, 2007) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;70 - "Entre os muros da escola" (de Laurent Cantet, 2008) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;71 - "Monstros S/A" (de Pete Docter/David Silverman/lee Unkrich, 2001) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;72 - "Guerra ao terror" (de Kathryn Bigelow, 2008) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;73 - "De tanto bater, meu coração parou" (de Jacques Audiard, 2005) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;74 - "O labirinto do Fauno" (de Guillermo Del Toro, 2006) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;75 - "Fale com ela" (de Pedro Almodóvar, 2002) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;76 - "Control" (de Anton Corbijn, 2007) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;77 - "Tiros em Columbine" (de Michael Moore, 2002) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;78 - "About Schmidt" (de Alexander Payne, 2002) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;79 - "Le grand voyage" (de Ismael Ferroukhi, 2004) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;80 - "Eu, você e todos nós" (de Miranda July, 2005) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;81 - "In the loop" (de Armando Iannucci, 2009) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;82 - "Yi Yi: a one and a two" (de Edward Yang, 2000) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;83 - "Ventos da liberdade" (de Ken Loach, 2006) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;84 - "Hotel Ruanda" (de Terry George, 2004) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;85 - "A professora de piano" (de Michael Haneke, 2001) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;86 - "O orfanato" (de Juan Antonio Bayona, 2007) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;87 - "Time and winds" (de Reha Erdem, 2006) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;88 - "Os excêntricos Tenembauns" (de Wes Anderson, 2001) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;89 - "Escola de rock" (de Richard Linklater, 2003) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;90 - "Penetras bons de bico" (de David Dobkin, 2005) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;91 - "Lantana" (de Ray Lawrence, 2001) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;92 - "Estranhos de passagem" (de Stephen Frears, 2002) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;93 - "O clã das adagas voadoras" (de Zhang Yimou, 2004) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;94 - "Uma verdade inconveniente" (de Davis Guggenheim, 2006) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;95 - "Amores brutos" (de Alejandro González Iñárritu, 2000) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;96 - "Morvern Callar" (de Lynne Ramsay, 2002) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;97 - "Sympathy for Lady Vengeance" (de Park Chan-Wook, 2005) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;98 - "Crash - no limite" (de Paul Haggis, 2004) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;99 - "Battle Royale" (de Kinji Fukasaku, 2000) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;100 - "O diabo veste Prada" (de David Frankel, 2006) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não entendo como crash pode estar tão embaixo e Borat tão lá pra cima... Labirinto do Fauno em 74? Essa gente não gosta de cinema. Pelo menos Chihiro e o Cavaleiro das Trevas apareceram por aqui!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Auf Wiedersehen!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-7967585749202304110?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2009/11/12/a-lista-de-cem-melhores-filmes-da-decada-do-jornal-the-times-914717662.asp' title='Os 100 melhores filmes da década'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/7967585749202304110/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=7967585749202304110&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/7967585749202304110'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/7967585749202304110'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2009/11/os-100-melhores-filmes-da-decada.html' title='Os 100 melhores filmes da década'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-3358179053574075553</id><published>2009-10-12T12:06:00.006-03:00</published><updated>2009-10-12T12:24:38.437-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='youtube'/><title type='text'>Vídeos No You Tube (comediantes)</title><content type='html'>Sim, em dias de chuva, pricipalmente feriados, sem nada pra fazer, o que é que a gente acaba fazendo? Vendo vídeos no youtube! Selecionei alguns que curti muito! Divirta-se e feliz dia das crianças!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/p43DaJxiOuk&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/p43DaJxiOuk&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/q7pC5Ei2ukw&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/q7pC5Ei2ukw&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/zASCGmUEzwQ&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/zASCGmUEzwQ&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/4soNNcJTrZE&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/4soNNcJTrZE&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/6_ISoszBCK4&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/6_ISoszBCK4&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/siYpak0dYyw&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/siYpak0dYyw&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/noxh4cxCeR0&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/noxh4cxCeR0&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/VPSX5tgwyNA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/VPSX5tgwyNA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/TQtXFY2rT8c&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/TQtXFY2rT8c&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que tá bom por hoje.&lt;br /&gt;:P&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-3358179053574075553?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/3358179053574075553/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=3358179053574075553&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/3358179053574075553'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/3358179053574075553'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2009/10/videos-no-you-tube-comediantes.html' title='Vídeos No You Tube (comediantes)'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-5771949969508171143</id><published>2009-10-06T18:30:00.001-03:00</published><updated>2009-10-06T18:35:46.114-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TCC'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Hegel'/><title type='text'>Postagem número 100</title><content type='html'>Olá a todos!&lt;br /&gt;Bom, só pra não deixar às moscas o blog - dedicação ao TCC é brabo... - vou postar aqui uma pergunta que fiz no grupo Nehgl-jr. Segue-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estava lendo aqui um artigo chamado "A questão do método da'Fenomenologia do Espírito' de Hegel", do prof. Konrad Utz e chegueiem uma parte que me pareceu meio confusa. Numa determinada altura doartigo, ele fala que a consciência faz uma comparação dentro de simesma entre 'saber' e 'verdade', ou seja, ela verifica o seu saber.('Verdade' ele diz aqui que é o "em-si", ou seja, "a consciência dealgo, da coisa, como distinto da consciência" (p. 81) e 'saber' é "ser-para", isto é, "consciência da relação ou, melhor dizer, do ser-relacionado da coisa à consciência" (p.89-90).) Então, o que acontecedentro da consciência é um exame da coerência interna da consciência(cf. p. 91, nota 13).Minha dúvida é a seguinte: a pergunta hegeliana seria, neste momentoda consciência, uma pergunta pela legitimidade dessa relação que elafaz, internamente, entre verdade e saber? Seria uma pergunta daprópria consciência (talvez, não só hegeliana) do tipo "com quedireito eu faço isso?" e não apenas uma constatação de que ela fazisso de fato? Ou nada a ver, e seria sim apenas uma constataçãohegeliana de como se dá o processo de verificação do saber dentro daconsciência?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referência: UTZ, K. A questão do método na "Fenomenologia do Espírito" de Hegel.In.: _____, CHAGAS, E. F., OLIVEIRA, J. W. J. Comemoração aos 200 anosda "Fenomenologia do Espírito" de Hegel. UFC Edições, Fortaleza, 2007.p. 83-104.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui-me.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-5771949969508171143?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/5771949969508171143/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=5771949969508171143&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/5771949969508171143'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/5771949969508171143'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2009/10/postagem-numero-100.html' title='Postagem número 100'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-1162135849599329555</id><published>2009-09-16T12:33:00.002-03:00</published><updated>2009-09-16T12:37:06.053-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Trabalho'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TCC'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Hegel'/><title type='text'>Texto da apresentação no Seminário sobre a Fenomenologia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Bem, este foi o texto que eu enviei para o grupo do seminário de pesquisa na Fenomenologia do Espírito, de Hegel. Sei que é grande, mas acho que está, digamos, relativamente bom.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Da Subjetividade à Objetividade: transições do reconhecimento, das carências e do trabalho na Dialética do Senhor e do Escravo e na Sociedade Civil-Burguesa de Hegel&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao ler a Filosofia do Direito de Hegel, em especial, o capítulo intitulado “A Sociedade Civil” (Die bürgerliche Gesellschaft), é possível detectar, ao longo de seu argumento, a presença do conceito de reconhecimento: seja o de cada indivíduo como meio para a satisfação das suas próprias carências e das carências dos outros, seja o seu reconhecimento no produto de seu trabalho, ou ainda, de cada indivíduo reconhecer os outros no produto do trabalho deles. Para melhor compreender a presença desse conceito no texto, e perceber as transições entre eles, é interessante, após uma breve análise sobre os careciementos, recorrer à sua formulação na Fenomenologia do Espírito, à passagem conhecida como a Dialética do Senhor e do Escravo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. A formação rumo ao saber: espírito subjetivo e espírito objetivo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O indivíduo, a fim de buscar o saber, percorre um longo caminho, saindo de seu ser abstrato em direção ao seu ser concreto, isto é, sai da sua mera subjetividade em direção à objetividade. Nesse caminho, ele realiza a suprassunção (Aufhebung) daqueles momentos que, à medida que progride, deixa para trás, ou seja, ele, apesar de deixá-los para trás, de negá-los, ele os conserva, como momentos de aprendizado, de formação, e eleva o que aprendeu, dando novos passos.&lt;br /&gt;O indivíduo, como indivíduo, aparece, no sistema hegeliano, na parte final do espírito subjetivo (na Filosofia do Espírito&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=14672418#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;[1]&lt;/a&gt;), que apresenta as relações entre o pensar e o querer. O pensar é o meio no qual o indivíduo compreende a realidade, isto é, capta as estruturas nas quais o sujeito vive, as coisas que são objetos. A vontade, por sua vez, ao compreender o que existe, pergunta-se se isso é o que ela quer que exista. A partir dessa reflexão, o indivíduo se apresenta apto a se dar a sua própria ordem da realidade, ou seja, ele decide livremente, por ser espírito livre, tornar-se objetivo.&lt;br /&gt;O espírito objetivo – o próximo passo do indivíduo – compreende três momentos: o do direito, o da moralidade e o da eticidade. No campo do direito, o primeiro instante de objetivação, o indivíduo é chamado de pessoa ao apresentar uma propriedade (para Hegel, a propriedade é uma extensão do indivíduo). Cada um começa, então, com a propriedade do seu corpo, e assim adquire outras propriedades, de outros objetos. Para a mediação dessas propriedades com as de outros indivíduos, surgem contratos, que por sua vez, podem ser, segundo Hegel, injustos (Unrecht – não-direito) de três maneiras:  (a) alguém comete uma injustiça, mas não há a intenção de lesar o direito de outro; (b) através da fraude, um indivíduo tenta enganar o outro para levar vantagem e (c) quando, através do crime, a lesão atinge diretamente a própria pessoa do outro. Ao refletir sobre a injustiça, e, assim, ao tentar corrigi-la (pensamento e vontade “agem” novamente), o indivíduo passa a se dar as próprias leis. Dessa maneira, ele atinge o momento da moralidade e passa a ser chamado de sujeito.&lt;br /&gt;Na moralidade, o sujeito, ou seja, o agente percebe as ações como sendo suas ações, isto é, ele percebe que uma ação sua corresponde a um propósito seu. A partir de então, ele começa a refletir sobre o conjunto de suas ações e a se perguntar sobre as suas intenções e a sua relação com o bem: o que regem essas ações, o que as preside. Ele se pergunta por máximas. Quando, da sua reflexão sobre suas ações particulares, ele avança sobre o conjunto de ações de todos, ele começa a pensar no bem, em contraposição ao mal, ou seja, ele começa a formar a sua consciência moral. Neste ponto, o indivíduo já é mais concreto que no início de sua jornada; todavia, para ser efetivamente concreto, é preciso que ele seja de vez um ser objetivo, isto é, ele precisa perceber que, além de pessoa e de sujeito, ele é membro de algo (Mitglied). É assim que ele passa ao momento do espírito objetivo chamado eticidade.&lt;br /&gt;A eticidade compreende momentos nos quais os indivíduos exprimem sua vontade de maneira mais abstrata – como membros da família, eles “pensam” em si e nos outros, mas imediatamente, principalmente com as emoções – parcialmente abstrata e parcialmente concreta – como membros da sociedade civil, eles pensam em si, e por isso, pensam nos outros; é a razão instrumental que “pensa” – e mais concreta – como membros do Estado, os indivíduos pensam racionalmente nos outros; a razão está aqui bem desenvolvida&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=14672418#_ftn2" name="_ftnref2"&gt;[2]&lt;/a&gt;. Todavia, assim como o mais singular, é, para Hegel, também o mais abstrato e, por sua vez, o mais universal é o mais concreto, o desejo de ser reconhecido como membro do Estado é o fim último dos indivíduos éticos. Para tanto, é necessário que ele viva os momentos anteriores, assim como foi necessário até aqui viver os momentos que antecedem a eticidade. Uma vez que a eticidade é apresentada em três momentos, o indivíduo que a percorre, como membro da sociedade, não é mais apenas membro da família, mas ainda não é membro do Estado. Assim, a sociedade civil, se põe como o desenvolvimento da particularidade em direção à totalidade&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=14672418#_ftn3" name="_ftnref3"&gt;[3]&lt;/a&gt;, e, por ser intermediária, está “perdida nos seus extremos” (HEGEL, FD, §184), isto é, o indivíduo singular vai rumo à universalidade, mas ainda não a alcança – ou melhor, a alcança somente na forma da particularidade. Esse desenvolvimento é gerado pela aparência de universalidade que permeia as relações sociais e se dá através de um processo de reflexão, de formação do saber e do querer, do “cultivo a subjetividade na sua particularidade” (HEGEL, FD, §187). Essa formação é o esforço de se libertar da mera subjetividade e refiná-la, a ponto de chegar à vontade substancial: uma vontade que não é mais contingente, ou seja, que não é mais imediata, mas nem por isso deixa de ser subjetiva, de cada um. A racionalidade, para Hegel, é o fim do ser humano, e a reflexão e o polimento da particularidade em direção à universalidade é o caminho para exercer a verdadeira liberdade: uma liberdade racional. O início do desenvolvimento da particularidade à universalidade se dá através do sistema de carências que permeia a sociedade: lugar onde estão presentes tanto a contingência quanto a necessidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Considerações sobre o sistema de carências&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A contingência presente no sistema de carências é a singularização delas pelo homem. Ao visar o gosto e a utilidade, ela modifica as necessidades. Não basta apenas comer, mas é preciso comer algo que se goste; não basta apenas usar algo para carregar documentos, mas é preciso que se use uma bolsa com compartimentos diferentes para uma melhor organização, e assim por diante. O gosto e a utilidade são como que incorporadas às necessidades universais, particularizando-as. "No fim das contas, não é tanto o carecimento, mas a opinião que tem que ser satisfeita" (HEGEL, FD, §190A – grifo meu).&lt;br /&gt;A fim de atender essas “novas” carências, o homem depara-se com outro tipo de singularização: a dos meios para saciá-las. O modo com o qual se pretende saciar as opiniões – o conforto – também é levado em consideração. Ir a uma pizzaria ou pedir a pizza em casa, alugar um filme na locadora ou baixá-lo pela internet, comprar uma bolsa a vista ou a prazo são representações que cada indivíduo tem do melhor modo de saciar suas carências.&lt;br /&gt;O que media as carências particularizadas, ou seja, transforma a natureza em algo que possa ser consumido para satisfazer as carências (as opiniões e as representações) é o trabalho. Através do trabalho se pode ter para o jantar macarrão ao molho de quatro queijos acompanhado de um bom vinho em um restaurante agradável. Entretanto, não se pode ir entrando na cozinha dos restaurantes a fim de preparar os próprios pratos sempre que se quiser. É possível ser o cozinheiro desse restaurante, mas não é possível ser também o garçom desse e de todos os restaurantes que houver. Há uma rede social na qual cada trabalhador exerce uma função – a do garçom e a do cozinheiro, por exemplo – e é aí que está a aparência da universalidade da sociedade civil-burguesa: quando um indivíduo busca a sua própria satisfação, ele só a encontra se também satisfaz aos outros. O cozinheiro faz esse prato para um indivíduo, que pagará por ele, e esse pagamento fará parte do salário do cozinheiro, que, com isso, pretende ir ao cinema com a esposa no final de semana. O indivíduo que foi jantar macarronada só se saciou porque havia um outro indivíduo que também precisava ser saciado. A universalidade, aqui, está presente, como aparência, pois os interesses que estão em jogo são os particulares, não os universais.&lt;br /&gt;A aparência de universalidade pode ser interpretada de duas formas: ela pode ser ou ilusória ou não tão ilusória quanto parece – e Hegel aposta nessa segunda tese. Não é o caso de ela ser uma ilusão: parece existir, mas, na verdade, não existe. Ela não está sendo usada como significando algo que ela não é, mas que através dela algo se perfaz&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=14672418#_ftn4" name="_ftnref4"&gt;[4]&lt;/a&gt;, isto é, ela apresenta uma positividade da coisa. É através da aparência que a essência se expõe&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn5" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=14672418#_ftn5" name="_ftnref5"&gt;[5]&lt;/a&gt;. Os indivíduos que participam da sociedade civil não querem, neste momento da eticidade, a universalidade por ela mesma, mas a praticam: ela existe de alguma maneira, isto é, ela aparece, ou melhor, a essência da universalidade aparece, expõe-se. Mas ela ainda não está desenvolvida: ela satisfaz a particularidade, mas não é apenas um meio para isso, e sim, o seu fim. Porém, esse fim só é plenamente alcançado na forma do Estado.&lt;br /&gt;A fim de se inserir como trabalhador na sociedade civil-burguesa, o homem se interessa em aprender: quer melhorar a sua formação teórica – o como fazer algo – e a formação prática – o fazer em si – para, com isso, desenvolver uma ocupação. Uma vez que o trabalho é um meio para saciar carências, a formação, que também é uma carência, à medida que se pretende exercer uma profissão, está condicionada a essas carências: o indivíduo se instrui o suficiente para exercer uma ocupação que lhe atenda certas necessidades. Portanto, o desenvolvimento da formação não é igual entre os homens. Entretanto, cada um é livre para escolher novas carências e, conseqüentemente, sua formação também pode mudar. A formação de cada um é de sua responsabilidade, pois está diretamente condicionada às carências (opiniões e representações) de cada um.&lt;br /&gt; Há processos para transformar o material que a natureza fornece em algo que possa ser consumido que são curtos, outros, que são longos. Há uma diferença entre fazer uma caneca de cerâmica e um carro. Para esses processos que são mais demorados, é comum que ocorra a divisão do trabalho: ao invés de um homem fabricar uma Ferrari sozinho, muitos homens fabricam, cada um, uma parte. Com isso, o tempo da produção do carro diminui, e podem-se fazer mais carros no tempo em que se levaria para fazer apenas um. O trabalho é simplificado. Entretanto, o homem que se dispusesse a fabricar o carro sozinho, apreenderia o conjunto do produto, e esse conjunto, segundo Hegel, é o espírito do trabalho: o entendimento está na forma universal das tarefas. O produto finalizado é produto concreto, mas os trabalhos envolvidos em sua produção podem ser tratados abstratamente. Dificilmente esse homem que monta o carro sozinho trataria seu processo abstratamente, mas muitos indivíduos fazendo apenas uma parte têm mais chance de que isso aconteça. Fazer apenas uma parte do trabalho o torna cada vez mais mecânico e, possivelmente, alienado&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn6" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=14672418#_ftn6" name="_ftnref6"&gt;[6]&lt;/a&gt;. Mas é aí que o entendimento precisa de espaço para agir: ele não deixa o indivíduo esquecer a universalidade presente na relação dele com os outros trabalhadores que pretendem finalizar um produto.&lt;br /&gt;Na verdade, essa é, em geral, conforme a Enciclopédia das Ciências Filosóficas, no primeiro volume, a saber, na Ciência da Lógica, a atividade do entendimento: “conferir a seu conteúdo a forma da universalidade [...]. Enquanto o entendimento se refere a seus objetos, separando e abstraindo, ele é o contrário da intuição e sensação imediata, que como tal só lida exclusivamente com o concreto e nele permanece” (HEGEL, ECF, §80A). O entendimento, segundo Hegel, é o primeiro passo do pensar. Pode-se dizer que o entendimento é pensar, mas pensar não é somente entendimento. Assim, um indivíduo que reflete sobre seu trabalho e suas relações sociais, a fim de se desenvolver para o universal, começa necessariamente pelo entendimento, deixando que ele faça o seu papel: superar o nebuloso e o indeterminado e apreender os objetos em sua determinidade fixa&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn7" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=14672418#_ftn7" name="_ftnref7"&gt;[7]&lt;/a&gt;, ou seja, encontrar o que tem de universal nos objetos examinados, superando a imediatez dos mesmos. Dessa maneira, para evitar a alienação que a divisão do trabalho pode gerar, o entendimento analisa essa relação de trabalho e encontra a universalidade ali presente.&lt;br /&gt;Assim, o sistema de carências presente na sociedade civil-burguesa caracteriza-se pela rede que se forma, a partir das carências de cada um, e que encontra sua satisfação tanto no trabalho de cada um, como no trabalho do outro. É através da universalidade que aparece aqui, em formas particulares, que há a possibilidade do indivíduo se formar em direção a uma universalidade não somente aparente, mas efetiva. Todavia, isso é impossível sem que haja o reconhecimento da universalidade presente na sociedade civil, da dimensão de cada indivíduo, de suas carências e de seu trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. A Dialética do Senhor e do Escravo: a dialética do reconhecimento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hegel inicia o processo do conhecimento, assim como exposto na Fenomenologia do Espírito, com a experiência da consciência em relação a outros objetos. Assim, o início do conhecimento, a certeza sensível, seu primeiro capítulo, se dá com a separação entre sujeito e objeto. Mas através da percepção, o sujeito se dá conta de que “se não houver objeto visado, não há do que ter certeza, do mesmo modo como se não houver quem vise esse objeto”, isto é, ao suprassumir (aufheben) o momento anterior, ele vê que, efetivamente, o sujeito faz parte da verdade do objeto e, quando ele compreende essa dependência, essa unidade, ele “apreende verdadeiramente um objeto”(PERTILLE, 2000, p. 75). Mas ainda é preciso suprassumir a percepção, ou seja, dar um passo na direção do entendimento. O entendimento, segundo Pertille, procura compreender os objetos, não como determinação estáticas, mas “a partir de forças que os formam, isto é, supondo aquele reino das leis que tornariam constante o fenômeno instável” (2000, p. 75). Como já visto, o entendimento suprassume a imediatez dos objetos.&lt;br /&gt; Mas então acontece de outra consciência assumir essa posição de objeto, a oposição (Gegenstand, gegen stand) entre consciências, ou seja, entre consciências que só se percebiam até então como sujeitos. Só que, para cada uma das consciências, a outra é um objeto, e ela mesma é o sujeito. A relação sujeito-objeto parece ser posta à prova (novamente) no momento em que em que aparece outro objeto que é, segundo a consciência, idêntico a ela (no caso, outra consciência, viva). Assim, é a própria afirmação da identidade que é posta à prova. A carência dessas consciências é responder à pergunta que surge: afinal, o que sou eu? E é na descoberta do que é o outro que se responde a essa dúvida.&lt;br /&gt;Entretanto, a fim de responder a essa pergunta, ou melhor, pressupondo uma resposta, cada uma das consciências quer manter a relação sujeito-objeto, isto é, quer ser reconhecida como independente, e quer que o outro reconheça a si mesmo como dependente de algo. Ora, cada uma tem a sua própria carência, mas sua realização colide com a realização da carência da outra, ou seja, ambas desejam o mesmo “objeto” e a satisfação desse desejo por uma implica na não-satisfação dele pela outra.&lt;br /&gt;Embora colocada nestes termos, a dialética do reconhecimento, pelo menos até agora, se parece com o estado de natureza apresentado por Hobbes, como o estado de todos contra todos. No entanto, é preciso ter cautela ao fazer tal comparação, uma vez que Hobbes, no capítulo XIII do Leviatã, assume que todos os indivíduos sejam iguais por natureza, enquanto que Hegel, na Filosofia do Direito, assume justamente o contrário&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn8" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=14672418#_ftn8" name="_ftnref8"&gt;[8]&lt;/a&gt;. Por isso, a formulação hegeliana desse momento da dialética, a saber, a “luta de vida e morte” (HEGEL, FE, §187) é, neste texto, a mais adequada.&lt;br /&gt;Este momento, o da luta, é crucial, pois é nele que as consciências põem em jogo o que exatamente elas desejam, ou melhor, a satisfação dos seus desejos. E o meio para essa satisfação é a outra consciência: é preciso que alguém perca a luta, para que o desejo inicial (manter a si mesmo como sujeito, manter, portanto, a oposição sujeito-objeto, isto é, a tentativa de ambos de se apresentarem como “puros ser-para-si”, “de se mostrar livre no sentido de indeterminado por sua natureza biológica” (BUSCH, 2005 p. 95 – grifo do autor)) seja realizado. Assim, uma consciência vence a outra no combate, mas, apesar de a luta ser de vida e morte, ela não pode acabar em morte: radicalmente, “é luta só de vida” (LIMA, 1989, p. 21). Se houver de fato a aniquilação da outra consciência, o reconhecimento não se dá – nem a satisfação da carência da consciência. A consciência vencedora não quer apenas reconhecer, mas quer ser reconhecida&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn9" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=14672418#_ftn9" name="_ftnref9"&gt;[9]&lt;/a&gt;. A consciência que perde, por sua vez, aceita perder a sua independência, ser o objeto, mas porque deseja manter-se viva, ou seja, não se mostrou livre de suas determinações biológicas, pois prefere a vida à liberdade. A essa consciência, a que renega a liberdade e agora só é para outra, Hegel denomina escravo; à consciência vencedora, senhor.&lt;br /&gt;Foi necessário que a consciência pusesse à prova a sua identidade, ou seja, que saísse de si, para que, após a luta de vida e morte, pudesse a si retornar; foi preciso que houvesse reflexão para que a consciência se tornasse consciência-de-si ou autoconsciência (Selbstbewusstsein). Assim, “a relação entre senhor e escravo exemplifica e encarna a consciência que sai de si e, na outra consciência se encontra a si mesma. O senhor só é senhor porque o escravo o olha e determina como tal, e vice-versa” (LIMA, 1989, p. 21-22).  Dessa forma, podemos perceber que a&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     essência da consciência [...] é a fluidez prestes a desaparecer, ou desaparecimento continuado do puro ser-para-si. [...] Aqui no entanto a noção de desaparecimento indica a precariedade da consciência e sua necessidade de autoprodução contínua. O reconhecimento é uma luta pela estabilidade, pela permanência em meio à fluidez&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn10" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=14672418#_ftn10" name="_ftnref10"&gt;[10]&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As consciências que travaram a luta de vida e morte trilham, a partir do fim da luta, caminhos diferentes na busca pelo seu reconhecimento, ou seja, não têm as mesmas experiências da consciência. O senhor vence a luta, escraviza o outro, e o põe como meio entre ele mesmo e a natureza. O escravo, por sua vez, perde a luta, é tornado escravo, e é um meio de dominação da natureza para o senhor. O senhor é, portanto, aquele que não aceita não ser reconhecido; escravo é o que aceita ser reconhecido como o que ele não é, a saber, como um objeto, como uma coisa. Todavia, o escravo percebe que, na verdade, quem é dominado é o senhor, pois é o escravo quem transforma a natureza, quem trabalha, quem se educa para transformar matéria-prima em produto. Sem o escravo, o senhor não sabe o que fazer, está perdido: nem sabe lidar com a natureza, dominar os objetos, nem é reconhecido (e nem pode se reconhecer) como consciência-de-si.&lt;br /&gt;É através do seu trabalho, então, que o escravo se liberta da condição de meramente dominado. “O trabalho forma” (HEGEL, FE, §195 – grifo do autor). Por meio do trabalhar, obrigado pelo senhor, ele aprende a dominar os seus próprios desejos particulares, e qualquer desejo que tenha, pois a sua satisfação não depende mais dele, e sim do senhor. Assim, ele se liberta da sua mera condição biológica. O trabalho educa o escravo também no sentido de que ele possa lidar com algo independente, com a negação, a saber, com a natureza, para transformá-la em algo dependente, em objeto de satisfação de desejo do senhor – e esse apenas o recebe; ele lida com a mesma negação que o escravo lida, mas somente através dele. O trabalho assume, conseqüentemente, um papel importante para o escravo, pois permite que ele “complete” o seu reconhecimento: ele permite tanto que o escravo experiencie não poder lidar com a negação absoluta (ele não pode destruir a natureza, pois dela precisa, assim como o senhor não pode destruir o escravo) e não se “assenhorar-se do ser” (HEGEL, FE, §191), isto é, não poder tratar a outra consciência-de-si como coisa (momento que o senhor não vive, pois é justamente assim que ele trata o escravo), ao mesmo tempo em que se livra de uma mera subjetividade, pois passa a dominar seus próprios desejos. Ao senhor parece, então, faltar uma etapa, ou seja, a dialética do senhor e do escravo apresenta o reconhecimento de maneira desigual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. A sociedade civil-burguesa e o reconhecimento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após uma breve visão geral sobre o sistema de carências, que perpassa a sociedade civil-burguesa, e sobre a dialética do senhor e do escravo, “expressão hegeliana da dialética do reconhecimento” (PERTILLE, 2000, p. 71), podemos notar como os elementos de uma transitam pelos elementos de outra, embora essa última seja própria do espírito subjetivo e a outra, do espírito objetivo.&lt;br /&gt;Em ambos os momentos, é preciso que certos tipos de carências sejam satisfeitas: no texto da Fenomenologia, há, inicialmente, somente a carência de saber o que se é, ou seja, há a busca pela identidade, pela afirmação de que se é uma consciência livre da imediaticidade; com a decisão da luta de vida e morte, o vencedor tem as suas demais carências satisfeitas pelas mãos do escravo – o perdedor – que transforma a natureza em produto para o consumo do senhor. Pode-se dizer que a carência que aparece ao escravo é a de ele aprender a se dominar, ou ainda, a de se educar, a fim de dominar os seus desejos. Já no texto da Filosofia do Direito, as carências que de início são naturais, como comer, beber e se vestir, passam, através das mediações do gosto, da utilidade e do conforto, às mais diversas formas de carências, como comer sushi em casa, bebendo vodka e vestindo apenas roupas de baixo.&lt;br /&gt;Também aparece nos textos citados a necessidade do outro para que essas carências sejam satisfeitas: as consciências só se tornam consciências-de-si quando uma confronta a outra (gegen stand); só há “estabelecimento de uma identidade através da não-identidade” (PERTILLE, 2000, p. 70), “a consciência-de-si só alcança satisfação em uma outra consciência-de-si” (HEGEL, FE, §175). Os membros da sociedade civil também só satisfazem todas as suas carências porque há outros indivíduos que interagem com eles, que cozinham, que costuram, que são donos de alambiques, e assim por diante, assim como esses últimos também precisam de outros membros para satisfazer as suas próprias carências.&lt;br /&gt;É interessante notar que tanto na dialética do senhor e do escravo quanto no sistema de carências – e na sociedade civil como um todo – o reconhecimento efetivo é parcial. Na primeira, o senhor é privado de alguns momentos da dialética, como não poder tratar outra consciência-de-si como coisa, como a vivência do medo da morte, momentos que somente o escravo vive. Na última, há o reconhecimento de que a satisfação das minhas carências depende da satisfação das carências dos outros, e vice-versa, mas esse reconhecer é racionalmente instrumental: é um cálculo que cada indivíduo faz, visando à satisfação de seus próprios interesses, ou seja, o outro é reconhecido como um meio para realização dos desejos. A razão propriamente dita, no sentido de logos, de Vernunft, plenamente racional, e, por conseguinte, o reconhecimento total, simétrico, só se dá no Estado, onde cada cidadão se reconhece e reconhece os outros como cidadãos, reconhece-se nos grupos e esses se reconhecem no cidadão, e se reconhece nas instituições e essas a reconhece como cidadão, isto é, onde todos se reconhecem como fins em si mesmos – como uma ampliação do imperativo categórico kantiano do campo da moral para o campo político. Esse seria o reconhecimento racional propriamente dito do espírito objetivo.&lt;br /&gt;Esses três pontos de comparação entre os textos, a saber, que ambos têm carências a serem saciadas, que em ambos o papel da alteridade é fundamental para que elas sejam saciadas e que o reconhecimento efetivo nos dois são parciais ou assimétricos constituem momentos lógicos do conceito de reconhecimento nos dados estágios da experiência, isto é, momentos necessários, sem os quais seria impossível a consciência ou os indivíduos percorrerem o caminho da formação e seguirem adiante no processo do saber. É preciso que, no momento da consciência em que ela se afirma como autoconsciente, haja essa carência, essa necessidade de afirmação, haja o outro que põe isso em dúvida, para, depois, lhe devolver a verdade da certeza de si mesmo, e que, neste estágio, esse reconhecimento seja assimétrico. É possível defender que o reconhecimento simétrico da consciência-de-si se dá na certeza e verdade da razão, capítulo conseguinte da dialética do senhor e do escravo na Fenomenologia do Espírito, ou seja, no espírito, e não na consciência, passo seguinte do espírito subjetivo que antecede o espírito objetivo (na Filosofia do Espírito&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn11" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=14672418#_ftn11" name="_ftnref11"&gt;[11]&lt;/a&gt;). É preciso também que, na sociedade civil, haja carências particulares, que elas sejam saciadas, e que isso envolva todos os membros da sociedade, assim como é preciso que seja feito esse cálculo instrumental sobre os indivíduos, que eles sejam reconhecidos neste estágio da experiência como meios para obtenção dos meus objetivos, e não como fins em si mesmos. O que não pode é se limitar a isso. Esses passos são necessários para ir adiante, pois só assim a particularidade se prepara para a universalidade. Assim, tanto a dialética do senhor e do escravo, quanto a sociedade civil-burguesa são momentos intermediários de uma experiência do espírito, uma do subjetivo, outra do objetivo.&lt;br /&gt;Mas há, no mínimo, mais um ponto passível de comparação entre ambos os momentos, não necessariamente lógica, mas no que diz respeito à efetividade desses momentos: o trabalho aparece como elemento mediador, por um lado, da formação, por outro, da satisfação das carências.&lt;br /&gt;Na passagem da Fenomenologia, o escravo se torna um ser-para-si através do trabalho (que não é emancipado, mas forçado). Ele forma, educa tanto o escravo quanto o senhor no sentido da sua identidade, da verdade da certeza de si mesmo: o escravo agora percebe não só ser-para-outro, como também para-si, e o senhor percebe que não é tão independente como pensava ser, pois, uma vez que ele mesmo não trabalha, depende do escravo para satisfazer qualquer das suas necessidades.&lt;br /&gt;Já na passagem da Filosofia do Direito, o trabalho, além de atuar como mediador para a satisfação das necessidades, também fomenta a educação de cada indivíduo. A fim de satisfazer melhor suas carências – de satisfazer novas ou mais luxuosas carências – o indivíduo busca uma educação que dê conta disso – seja pelo produto que ela ofereça, seja pelo salário. Por exemplo, alguém que tenha necessidade de comprar roupas de marca, não vai se contentar com um emprego que pague um salário mínimo. Então, vai buscar uma educação que o propicie a buscar um emprego cuja remuneração seja maior. O cálculo ainda é sempre para satisfazer as carências. Ainda assim, é só porque um indivíduo percebe que é no seu trabalho e também no do outro que ele sacia suas necessidades, que ele apreende a noção de universalidade que aparece na sociedade civil. Dessa forma, assim como para o senhor e para o escravo, o trabalho exerce a função de ampliar a visão dos indivíduos.&lt;br /&gt;Outro ponto importante na noção de trabalho que aparece nos dois textos é com relação ao seu produto. Quando o escravo dá forma à natureza, isto é, transforma-a em objeto para ser consumido (pelo senhor), ele se exterioriza nesse objeto. “Assim, precisamente no trabalho, onde parecia ser apenas um sentido alheio, a consciência, mediante esse reencontrar-se de si por si mesma, vem-a-ser sentido próprio” (HEGEL, FE, §196 – grifo do autor). As coisas que o escravo produz permanecem, perpetuam-se neste mundo; ele é, de certa forma, o seu trabalho, pois é isso que dá o seu ser-aí: “ele vê e reconhece a si mesmo nas coisas que o cercam. Sua consciência está agora 'exteriorizada' no seu trabalho”. Quando o senhor, que não trabalha, recebe os produtos que o escravo produziu, ele “está lidando com outra autoconsciência” (MARCUSE, 1969, p. 115), isto é, ao consumir o produto do trabalho do escravo, ele reconhece o próprio escravo no produto, e consome também os seus esforços. É o que aparece também na Filosofia do Direito, no §196: “Este dar forma (Formierung) confere, então, ao meio o valor e sua conformidade ao fim, de sorte que o homem no seu consumo se relaciona precipuamente a produções humanas, e o que ele consome são precisamente tais esforços” (grifo do autor).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Conclusão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É necessário pensar sobre os textos de Hegel lembrando que fazem parte de um sistema, com uma forma definida, embora os seus conteúdos possam variar. Compreender o vir-a-ser da ciência com que Hegel tanto se preocupa só é possível se se compreende que as partes não são distintas de si, mas se diferenciam em um todo orgânico, que, em contrapartida com um todo mecânico, envolve um logos interno em suas relações, logos esse que, nas relações mecanicistas, é externo. É preciso olhar cada parte não separada, pois, sozinhas, elas existem, mas são um nada, vazias no entendimento, como um membro do corpo só o é para outro e para o todo, separado, não tem nenhuma função.  Por isso, a análise dos textos hegelianos por si só já são interessantes, mas os cruzamentos entre eles são mais instigadores e, por isso mesmo, mais conveniente, não apenas para repensar Hegel e o seu sistema, mas também para discutir Filosofia, pensar em outros problemas filosóficos, de um modo geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.   BUSCH, H. C. S. “Exteriorização e Economia: A Teoria Hegeliana do Trabalho e da Sociedade Civil.” In: Mercure, D., Spurk, J. O trabalho na história do pensamento ocidental. [trad. Patrícia Chittoni Ramos Reuillard e Sônia Guimarães Taborda] Petrópolis, Vozes, 2005. p. 88-112.&lt;br /&gt;2.   HEGEL, G. W. F. Enciclopédia das Ciências Filosóficas em Compêndio: 1830. v. 1 e 3 [trad. Paulo Meneses] São Paulo, Loyola, , 1995.&lt;br /&gt;3.  _________ Fenomenologia do Espírito. [trad. Paulo Meneses] Petrópolis, Vozes, Editora Universitária São Francisco, 2005.&lt;br /&gt;4.   __________ Linhas Fundamentais da Filosofia do Direito ou Direito Natural e Ciência do Estado em Compêndio. Terceira Parte: A Eticidade. Segunda Seção: A Sociedade Civil. [Textos Didáticos, nº21, setembro de 2000] [trad. Marcos Lutz Müller] Campinas, IFCH/UNICAMP, 2000.&lt;br /&gt;5.   HOBBES, T. Leviatã. [trad. João Paulo Monteiro e Maria Beatriz Nizza da Silva] São Paulo, Martins Fontes, 2008.&lt;br /&gt;6.    LIMA, C. R. C. “A Dialética do Senhor e do Escravo e a Idéia de Revolução.” In: Bombassaro, L. C. Ética e Trabalho: Cinco Estudos. Caxias do Sul, De Zorzi Editores, Pyr Edições, 1989. p. 11-30.&lt;br /&gt;7.   MARCUSE, H. Razão e Revolução. [trad. Marília Barroso] Rio de Janeiro, Editora Saga S. A., 1969.&lt;br /&gt;8.   PERTILLE, J. P. “Dialética e Reconhecimento: Consciência e Consciência de Si.” In: Miranda, N., Francischelli, L. Cruzamentos: psicanálise, filosofia, política e ética. Porto Alegre, Criação Humana, 2000.  p. 67-81.&lt;br /&gt;9.   SANTOS, J. H. Trabalho e Riqueza na Fenomenologia do Espírito de Hegel. [Coleção Filosofia] São Paulo, Loyola, 1993.&lt;br /&gt;10. ROSENFIELD, D. L. É a aparência uma mera encenação? Análise. Separata, vol. 2, n. 1, s. local, 1985.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=14672418#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;[1]&lt;/a&gt; Ver Enciclopédia das Ciências Filosóficas, Vol. 3.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=14672418#_ftnref2" name="_ftn2"&gt;[2]&lt;/a&gt;    É importante ressaltar que esses momentos éticos, como aparecem na Filosofia do Direito, são apenas apresentados de forma separada, para melhor compreender cada conceito. Na história, por exemplo, o surgimento da segunda é posterior ao do terceiro, pois é uma nova figura, proveniente do Estado Moderno. Entretanto, “no seu processo de constituição como ‘sistema dos carecimentos’, ela e o Estado engendram-se simultaneamente” (ROSENFIELD, 1983, p.157). Hegel mesmo afirma que a sociedade civil-burguesa, para existir, “pressupõe o Estado” e o “tem de ter diante de si como algo subsistente por si” (HEGEL, FD, §182). Todavia, o que Hegel avalia é um novo conceito de Estado, tomando Aristóteles por base e assumindo que a finalidade do ser humano é a realização efetiva da Idéia de liberdade, que só é possível através da eticidade.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=14672418#_ftnref3" name="_ftn3"&gt;[3]&lt;/a&gt;    Ver Hegel, FD, §186.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=14672418#_ftnref4" name="_ftn4"&gt;[4]&lt;/a&gt;    Cf. Rosenfield, 1985, p. 132.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn5" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=14672418#_ftnref5" name="_ftn5"&gt;[5]&lt;/a&gt;    Cf. Idem, ibidem p. 132.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn6" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=14672418#_ftnref6" name="_ftn6"&gt;[6]&lt;/a&gt;    Não tratarei do conceito de alienação neste texto, mas para compreender a asserção, apenas defino a alienação como quando o sujeito não reconhece (não entende) o produto como algo que ele tenha produzido; ele não se reconhece no que produziu: isso é algo exterior a ele. Quando um indivíduo escreve um texto, quando ele externa algo, por exemplo, e consegue dizer o que pretendia, ele se reconhece no texto e ocorre uma exteriorização – o sujeito conseguiu se exteriorizar, dizer o que queria dizer. Entretanto, se o indivíduo escreve algo que não faz sentido nem para ele, e que é totalmente diverso ao que queria dizer, ocorre a alienação: ele produz algo estranho a ele e não se reconhece naquilo.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn7" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=14672418#_ftnref7" name="_ftn7"&gt;[7]&lt;/a&gt;    Cf. ECF§80A&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn8" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=14672418#_ftnref8" name="_ftn8"&gt;[8]&lt;/a&gt; No texto hobbesiano, lê-se: “A natureza fez dos homens tão iguais, quanto às faculdades do corpo e do espírito [mind], que, embora por vezes se encontre um homem manifestamente mais forte de corpo, ou de espírito mais vivo do que outro, mesmo assim, quando se considera tudo isso em conjunto, a diferença entre um e outro homem não é suficientemente considerável para que um deles possa com base nela reclamar algum benefício a que outro não possa facilmente aspirar. Porque quanto à força corporal o mais fraco tem força suficiente para matar o mais forte, quer por secreta maquinação, quer aliando-se com outros que se encontrem ameaçados pelo mesmo perigo. Quanto às faculdades do espírito [...], encontro entre os homens uma igualdade ainda maior do que a de força. Porque a prudência nada mais é do que a experiência, que um tempo igual concede igualmente a todos os homens, naquelas coisas a que igualmente se dedicam.” (HOBBES, Leviatã, cap. XIII); já no texto hegeliano, lê-se: “[...] a possibilidade de participação na riqueza universal, a riqueza particular, está condicionada, [...]pelas circunstâncias contingentes, cuja multiplicidade produz a diversidade no desenvolvimento das disposições naturais, corporais, e espirituais, já por si desiguais [...].” (HEGEL, FD, §200 – grifos do autor).&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn9" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=14672418#_ftnref9" name="_ftn9"&gt;[9]&lt;/a&gt;    Cf. Pertille, 2000, p. 78.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn10" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=14672418#_ftnref10" name="_ftn10"&gt;[10]&lt;/a&gt;  Santos, José Henrique. Trabalho e Riqueza na Fenomenologia do Espírito de Hegel, p. 90.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn11" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=14672418#_ftnref11" name="_ftn11"&gt;[11]&lt;/a&gt; Terceiro volume da Enciclopédia das Ciências Filosóficas.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-1162135849599329555?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/1162135849599329555/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=1162135849599329555&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/1162135849599329555'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/1162135849599329555'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2009/09/texto-da-apresentacao-no-seminario.html' title='Texto da apresentação no Seminário sobre a Fenomenologia'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-2279613782926904561</id><published>2009-09-10T11:17:00.003-03:00</published><updated>2009-09-10T11:34:37.354-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Games'/><title type='text'>Vídeo-game nacional? Zeebo da Tectoy</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;É, a Tectoy está lançando um vídeo game nacional - na verdade, faz um tempinho que estão divulgando isso. O nome é Zeebo, e dizem eles que querem competir com o Ps2. O que é legal nessa história é que os jogos são para ser vendidos bem mais baratos do que um jogo original de Ps2, como R$19,90, e podem ser baixados direto pro vídeo-game via uma conexão 3g interna - Mas, em compensação, ele custa cerca de 500 reais - quase um Ps2? Hmm... A idéia parece bem inteligente, e eles também tem contratos assinados com a Capcom, a Eletronic Arts, Activision, Sega, Namco, etc. Mas o Ps2 pode ser desbloqueado e os jogos pirateados, o que faz o preço deles ser abaixo de 19,90 (beeem abaixo... de grátis?)... Bem, algumas discussões se encontram no Youtube nos vídeos relacionados ao console, como "tão querendo voltar pro passado; vídeo-game hoje é Ps3 ou Xbox"; "gráfico 3d de celular", "que porcaria", "im ashamed to be brazilian many times, thats one of﻿ them ", ... mas tem alguns cometários interessantes também, como "a super legal o brasil tá começando com isso ai. se for ver claro que é uma merda mais essa ideia do 3g é genial. torço para que o projeto melhore. e que um dia possa estar entre os﻿ grandes nomes de consoles.", "galera, vamos dar um crédito pros caras, apesar dos gráficos serem bem primários a idéia é muito boa,﻿ se der certo mesmo podem lançar uma versão mais avançada." e "Dêem um tempo pro zeebo, q depois vcs vao querer comprá-los mais tarde, so q ele vai estar mais caro. Imaginem o zeebo conectado em uma rede sem fio, todo mundo jogando mmorpg, interagindo entre si gratuitamente, sem precisar de linha telefônica nem de computador pra jogar. Imaginem quantos jogos de pc online poderiam ser colocados no zeebo com os mesmos gráficos, como o﻿ counter strike, the sims, ragnarok, tibia (lol), lineage etc " . Abaixo algumas demontrações dos gráficos:&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/EgoDnLTRvTQ&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/EgoDnLTRvTQ&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/pBDP4ow4HM4&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/pBDP4ow4HM4&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/raTjXtdIAyY&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/raTjXtdIAyY&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Saiba mais sobre o Zeebo também &lt;a href="http://www.portaldasnoticias.com/zeebo-tectoy-lanca-console-nacional-para-competir-com-ps2/"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Bem... o negócio é aguardar pra ver o que acontece, mas bem que seria legal ter um console 100% brazuca rodando mundo afora... o problema mesmo é lá fora competir com um Ps3 que, fora do Brasil, custa US$ 300,00...&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-2279613782926904561?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/2279613782926904561/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=2279613782926904561&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/2279613782926904561'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/2279613782926904561'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2009/09/video-game-nacional-zeebo-da-tectoy.html' title='Vídeo-game nacional? Zeebo da Tectoy'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-6410609545499198341</id><published>2009-09-08T09:49:00.002-03:00</published><updated>2009-09-08T10:09:34.794-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='turista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Animais'/><title type='text'>Uma visita a Expointer</title><content type='html'>Na sexta-feira, dia 04-09-09, fui visitar a Expointer, evento que ocorre todos os anos no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS). Não tinha noção de como aquele treco é grande! Não parei de andar desde que cheguei - ali pela 1 e meia da tarde - até a hora que fui embora - ali pelas 6 da tarde. Ainda deu pra curtir um pôr-do-sol e tudo. E mesmo assim, não deu pra ver tudo. Em compensação, me matava de rir daqueles bichos - eles são muito engraçados, e parece que, de tão acostumados a se exibir, pra ganhar prêmios, e tal, se exibiam pra nós, só porque eu tava com uma cãmera na mão! Confira no vídeo abaixo alguns animais que vimos por lá:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/TW4_AvzUsNU&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/TW4_AvzUsNU&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste outro vídeo, acabei filmando um coelho muito sapeca... Olha só:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/jkYIH2WWGBI&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/jkYIH2WWGBI&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, por enquanto, é só. Até!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-6410609545499198341?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/6410609545499198341/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=6410609545499198341&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/6410609545499198341'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/6410609545499198341'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2009/09/uma-visita-expointer.html' title='Uma visita a Expointer'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-3545626241766369639</id><published>2009-09-02T13:07:00.004-03:00</published><updated>2009-09-02T13:30:05.656-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alemanha'/><title type='text'>Eine neue Welle</title><content type='html'>Depois de tirar algumas férias do blog, cá estamos nós novamente!&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como estou? Depois de duas semanas de aula, estou entupida de textos para ler - graças ao Paulo Faria e à continuação do TCC - e empolgada com as novas aulas de lingua alemã e cultura alemã. Até comprei "O Cão dos Baskervilles" em alemão, pra "relaxar" (na verdade, eu comprei "Der Hund der Baskerviles"...).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Essa empolgação toda com a língua alemã, além do fato de eu estar falando razoavelmente (eba!), me fez procurar na internet por mais bandas, para escutar outras coisas além das que eu já escuto e treinar mais o ouvido, enfim. Acabei achando umas coisas bem legais, que até então não conhecia - eu estava limitada a ouvir Rammstein, die Prinzen (algumas músicas), Nena, Juli, Wir sind Helden. Aí busquei algumas coisas que eu já tinha em casa, como Die Toten Hosen e procurei outras na internet. Ouvindo agora: Silbermond, Christina Stürmer, Rosenstolz... e ainda procurando mais!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Caso você também queira conhecer algumas coisas diferentes, entra nesse site &lt;a href="http://www.lastfm.com.br/music"&gt;aqui&lt;/a&gt; e procure por uma banda que você já gosta. Daí se pode pedir ao site - bizarro isso... - que mostre bandas parecidas. Bem legal!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Bom, hoje vou ficando por aqui, porque, como já disse, to atrolhada de textos para ler.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;:P&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em tempo: quem gosta de matanza e sente falta de ouvir outras bandas no estilo, ouça &lt;a href="http://www.korpiklaani.com/"&gt;Korpiklaani&lt;/a&gt;!!! (è da Finlândia!)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-3545626241766369639?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/3545626241766369639/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=3545626241766369639&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/3545626241766369639'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/3545626241766369639'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2009/09/eine-neue-welle.html' title='Eine neue Welle'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-5285177146852271935</id><published>2009-08-17T12:40:00.003-03:00</published><updated>2009-08-17T13:24:59.145-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fotos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Zé'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='férias'/><title type='text'>Sunsets!</title><content type='html'>O fim das férias foram estranhos. Dias de treinar mais cliques de pôr-do-sol (eu não sei qual é o plural de pôr-do-sol), que foram trocados pela chuva e de dar adeus ao Zé, que nos deixou no sábado, dia 15 de agosto.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/Sol_X3SoJJI/AAAAAAAABA4/uCzFrUoteAQ/s1600-h/100_0510.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/Sol_XYQRVTI/AAAAAAAABAw/BHEP-Cj6CbU/s1600-h/100_0525.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5370964070240441650" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/Sol_XYQRVTI/AAAAAAAABAw/BHEP-Cj6CbU/s320/100_0525.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/Sol_W1YBuzI/AAAAAAAABAo/P7gPeF-rVVU/s1600-h/100_0450.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5370964060877732658" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/Sol_W1YBuzI/AAAAAAAABAo/P7gPeF-rVVU/s320/100_0450.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/Sol_WkYZhOI/AAAAAAAABAg/el3EVKJNsh8/s1600-h/100_0306.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5370964056315888866" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/Sol_WkYZhOI/AAAAAAAABAg/el3EVKJNsh8/s320/100_0306.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/Sol_WGgBV5I/AAAAAAAABAY/cFc2gEsS4IY/s1600-h/100_0355.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5370964048294795154" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/Sol_WGgBV5I/AAAAAAAABAY/cFc2gEsS4IY/s320/100_0355.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Abaixo, um dos vídeos do Zé. Ainda tenho que editar os últimos videos que gravei dele - depois do banhinho que ele tomou - então, segue esse mesmo. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=D5gN4-bgGEI"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=D5gN4-bgGEI&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;:3&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-5285177146852271935?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/5285177146852271935/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=5285177146852271935&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/5285177146852271935'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/5285177146852271935'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2009/08/sunsets.html' title='Sunsets!'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/Sol_XYQRVTI/AAAAAAAABAw/BHEP-Cj6CbU/s72-c/100_0525.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-480636440879003816</id><published>2009-08-14T15:26:00.004-03:00</published><updated>2009-08-14T15:57:42.178-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fotos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sunset'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Porto Alegre'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='férias'/><title type='text'>O "Sunset" de Porto Alegre</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/SoWwtQT1ZGI/AAAAAAAAA_Q/f-pdF16NxqM/s1600-h/100_0044.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 112px; FLOAT: left; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5369892422227944546" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/SoWwtQT1ZGI/AAAAAAAAA_Q/f-pdF16NxqM/s200/100_0044.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/SoWwualf26I/AAAAAAAAA_g/etfmRMSKUIc/s1600-h/100_0104.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 112px; FLOAT: left; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5369892442166254498" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/SoWwualf26I/AAAAAAAAA_g/etfmRMSKUIc/s200/100_0104.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/SoWwukniPcI/AAAAAAAAA_o/2C5uu3F5LCc/s1600-h/100_0112.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 112px; FLOAT: left; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5369892444859153858" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/SoWwukniPcI/AAAAAAAAA_o/2C5uu3F5LCc/s200/100_0112.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/SoWwwjHvQaI/AAAAAAAAA_w/ex2P24_glog/s1600-h/100_0202.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 112px; FLOAT: left; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5369892478817092002" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/SoWwwjHvQaI/AAAAAAAAA_w/ex2P24_glog/s200/100_0202.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/SoWwt1AvU1I/AAAAAAAAA_Y/900qAo_VAQU/s1600-h/100_0189.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 181px; FLOAT: left; HEIGHT: 95px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5369892432079967058" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/SoWwt1AvU1I/AAAAAAAAA_Y/900qAo_VAQU/s200/100_0189.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há dois dias venho testando minha "super micro câmera" Kodak Easyshare C610. Estes foram os resultados que eu consegui, após umas lidas em blogs (como o Aprendendo Fotografia, que está na minha lista de links aqui do lado!) e umas futricadas na câmera. Como falta grana para comprar uma profissional - ou semi... ou alguma coisa perto disso - o jeito é usar o que eu tenho mesmo, da melhor maneira possível. Acho que essas fotos ainda não são a melhor maneira possível, mas estamos chegando lá. Da esquerda para a direita: vista do sunset do quarto da minha mãe, e as outras são lá no guaíba mesmo. (Obs.: as fotos perderam alguma qualidade quando coloquei aqui, mas... fazê o quê?!)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Era isso. Preparo-me psicologicamente para as aulas que iniciam "confirmadamente" na segunda.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;:P&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-480636440879003816?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/480636440879003816/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=480636440879003816&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/480636440879003816'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/480636440879003816'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2009/08/o-sunset-de-porto-alegre.html' title='O &quot;Sunset&quot; de Porto Alegre'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/SoWwtQT1ZGI/AAAAAAAAA_Q/f-pdF16NxqM/s72-c/100_0044.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-8614699066474774465</id><published>2009-08-10T13:04:00.005-03:00</published><updated>2009-08-10T14:14:29.802-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pai'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='férias'/><title type='text'>Dia dos papais!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Olá! Estou escrevendo neste dia 10 de agosto lembrando que ontem foi dia dos pais. E, como deixar passar essa data tão importante, sem fazer um textinho de homenagem?!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pois é! Meu pai é carioca - e ele diz que nem tem sotaque, mas pede pra ele falar "mesmo" pra ver se não chia... :P - nasceu no Rio de Janeiro (capital) no dia 12 de novembro de 1945 e recebeu o nome de Antonio de Aquino Miranda - mas agora todo mundo conhece ele como Tom Miranda (o nome de guerra, sabe?!). Serviu no exército e foi enviado em missão de paz para São Domingos, na América Central. Veio para Porto Alegre devido a uma promoção da empresa onde trabalhava, há uns... quase 40 anos? Mais de 40 anos? Não sei precisar essa data. Pois bem, entre idas e vindas, virou torcedor gremista (!), apesar de ter visto o incrível time do Internacional nos anos dourados. Depois de se envolver com o carnaval portoalegrense - porque com o carioca ele já era envolvido desde pequeno - que só parou porque quem vos escreve aqui nasceu, de ter trabalhado como comunicador na Rádio Gaúcha, tornou-se artista plástico, que é o que gosta mesmo de fazer e faz até hoje. Eis o meu papai!&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 220px; DISPLAY: block; HEIGHT: 165px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5368382814204560626" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/SoBTugL5hPI/AAAAAAAAA_I/MV1Av7ELTdI/s400/tom+vinho.jpg" /&gt;Atrás dele aí, estão duas de suas obras. A ele, desejo um feliz dias dos pais - que eu mesma já festejei com ele, em casa, com um vinhozinho uruguaio pra acompanhar!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Veja os blogs do Sr. Tom Miranda! Lá tem os mais recentes trabalhos dele!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://tomartistaplastico.blogspot.com/"&gt;http://tomartistaplastico.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://tommirandaartecontempornea.blogspot.com/"&gt;http://tommirandaartecontempornea.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.fotolog.pop.com.br/tomesculturas"&gt;http://www.fotolog.pop.com.br/tomesculturas&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.talentosdamaturidade.com.br/galeria/detalhe/work/678"&gt;http://www.talentosdamaturidade.com.br/galeria/detalhe/work/678&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Bom, era isso!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Feliz dia dos pais a todos os pais!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-8614699066474774465?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/8614699066474774465/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=8614699066474774465&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/8614699066474774465'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/8614699066474774465'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2009/08/dia-dos-papais.html' title='Dia dos papais!'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/SoBTugL5hPI/AAAAAAAAA_I/MV1Av7ELTdI/s72-c/tom+vinho.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-1997160019539253726</id><published>2009-08-05T17:21:00.004-03:00</published><updated>2009-08-05T18:05:45.363-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TV'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='férias'/><title type='text'>Come back, old times!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Olá! tava assistindo o SBT hoje - sabe, férias, e coisa e tal - e tava dando os mesmos seriadinhos de sempre - "Eu, a Patroa e as Crianças", "As Visões da Raven" e agora também tá passando "Cory na Casa Branca". Mas ver "Arnold", quando o Gary Coleman ainda era uma criança pequena, é triste. Sabe, tá mais depressivo que ver "Três é Demais"! Olha, se é pre relembrar os anos passados - "Arnold" é filmado de 78 a 86... eu nem era nascida!!! - bem que poderia passar Blossom! Ah, Blossom era tri! Eu tentava fazer a &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=so7E0yBc-rc"&gt;dancinha da abertura da primeira temporada&lt;/a&gt;... mas, não... o SBT tem os episódios, mas prefere reprisar "Um Maluco no Pedaço" 500 mil vezes a passar Blossom novamente. Ou pior: compra episódios de "Arnold"!!!! Bem estilo Sílvio Santos... Wadafuck?! Claro que tem o youtube, mas tv é tv, né?! (Hehehe...) Mas por isso eu crio a nova campanha: Come back, Blossom!!! E por favor, não às 5 e meia da manhã! Tipo, passa "Arnold" esse horário... Coloquem em seus blogs e seus twitters: Volta, Blossom!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/SnnzyRf1r5I/AAAAAAAAA-g/gKaEV-KKAGo/s1600-h/blossom.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 300px; height: 290px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/SnnzyRf1r5I/AAAAAAAAA-g/gKaEV-KKAGo/s400/blossom.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5366588476004609938" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Claro que dei uma futricada no Google pra ver como estariam os personagens hoje e encontrei este blog &lt;a href="http://ohomemqueprogramava.wordpress.com/tag/sbt/"&gt;aqui&lt;/a&gt;. Tem algumas imagens dos "antes e depois" dos personagens da série. Bom, veja com seus próprios olhinhos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era isso... então, volte, Blossom!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-1997160019539253726?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/1997160019539253726/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=1997160019539253726&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/1997160019539253726'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/1997160019539253726'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2009/08/come-back-old-times.html' title='Come back, old times!'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/SnnzyRf1r5I/AAAAAAAAA-g/gKaEV-KKAGo/s72-c/blossom.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-2519887796887670933</id><published>2009-08-03T20:24:00.002-03:00</published><updated>2009-08-03T20:39:02.797-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Zé'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='férias'/><title type='text'>Feliz Agosto!</title><content type='html'>Olá! Mais um mês se inicia! Bem, pra começar este mês, eu selecionei alguns dos melhores vídeos de porquinhos da índia que vi no &lt;a href="http://www.youtube.com/"&gt;youtube&lt;/a&gt;. Esses bichinhos são mesmo uma graça só! Claro, nenhum supera meu querido Zé (Veja o vídeo dele &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=9oAilcoHVc0"&gt;aqui&lt;/a&gt;), mas são todos muito &lt;span style="font-style: italic;"&gt;cuties&lt;/span&gt;! Olha só:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/kXczHKoPvuc&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/kXczHKoPvuc&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/HguJA4uEmo4&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/HguJA4uEmo4&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/3fpQVjx7xfQ&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/3fpQVjx7xfQ&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/BtOWK_uk6lc&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/BtOWK_uk6lc&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;:3&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-2519887796887670933?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/2519887796887670933/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=2519887796887670933&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/2519887796887670933'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/2519887796887670933'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2009/08/feliz-agosto.html' title='Feliz Agosto!'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-6887890674047517777</id><published>2009-07-30T16:50:00.003-03:00</published><updated>2009-07-30T17:46:12.394-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='turista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='férias'/><title type='text'>Agilizando para Outubro!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;É. Ócio sempre gera idéias boas. Fui visitar a &lt;a href="http://www.saoleopoldofest.com/"&gt;São Leopoldo Fest&lt;/a&gt; dia 25 de julho. Posso dizer que deixou um pouco a desejar, já que faltaram mais comidinhas e coisinhas alemãs, apesar de ter uma bandinha passeando pela festa com os bonecos (Fritz e Frida? Hans e Hannah? Não sei!) e com a corte. Mas o legal mesmo foi ter visitado o centro de São Leopoldo - que fica a 40 minutos de trem do centro de Porto Alegre, isto é, aproximadamente 31 Km. Saí da festa e fui no &lt;a href="http://www.museuhistoricosl.com.br/"&gt;Museu Histórico Visconde de São Leopoldo&lt;/a&gt;, onde paguei 2 reais pela visita - que foi muito boa! Vi vários objetos históricos e instrumentos musicais - tinha um muito bizarro, parecia um contrabaixo, só que mais fino e menor, com das cornetinhas dos lados! Não sei explicar direito (mas depois eu ponho a foto!). Muito bacana a visita. Depois, fui na Praça do Imigrante, onde, como fazia 185 anos da Imigração Alemã e era bem no dia 25 de julho, o prefeito da cidade tava fazendo um discurso sobre a data. Daí dei mais um passeio rápido e voltei pra casa (pena!) A idéia é voltar lá outro dia, pra ver os outros pontos turísticos. (Pra saber mais sobre os pontos turísticos de São Leopoldo, clique &lt;a href="https://www.saoleopoldo.rs.gov.br/"&gt;aqui&lt;/a&gt;.) Mas esse passeio me deu outra idéia: ir para a Oktoberfest - que certamente terá mais comidinhas e coisinhas alemãs, inclusive mais choppinhos! Claro, devido à dificuldade orçamentária, não vou pra Oktoberfest de Munique - não este ano! - mas sim pra alguma aqui do Rio Grande do Sul. Aí comecei a futricar na internet pra ver datas e talz. Encontrei os sites da Oktober de &lt;a href="http://www.oktoberfest.org.br/2009/home.php"&gt;Igrejinha&lt;/a&gt; e de &lt;a href="http://www.oktoberfestsantacruz.com.br/"&gt;Santa Cruz do Sul&lt;/a&gt;. bem, sabemos que a festa de Santa Cruz é enorme etal, mas até o momento, a de Igrejinha está saindo mais em conta. A passagem para Igrejinha fica em torno de 15 reais, enquanto para Santa Cruz sobe para 25... E o ingresso na festa de Igrejinha é de 8 reais, e o de Santa Cruz ainda não sei. Mas a sugestão é fazer esse passeio com a minha turma de alemão, pra gente poder sair um pouco da sala de aula. Claro, aberto aos amigos e tal - tem que ter transporte, né?! Enquanto isso, o próximo passo é ver justamente o transporte - já que de van deve sair mais barato. Bem, a aposta tá aí. E eu vou mesmo hein!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-6887890674047517777?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/6887890674047517777/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=6887890674047517777&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/6887890674047517777'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/6887890674047517777'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2009/07/agilizando-para-outubro.html' title='Agilizando para Outubro!'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-54771174001584055</id><published>2009-07-30T11:59:00.002-03:00</published><updated>2009-07-30T12:04:51.681-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='férias'/><title type='text'>Mais 2 semanas!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Sim! Está lá na página da &lt;a href="http://www.ufrgs.br/"&gt;UFRGS&lt;/a&gt;: "A Universidade Federal do Rio Grande do Sul decidiu hoje, dia 29, adiar o início das atividades letivas do segundo semestre para o dia 17 de agosto, quando o assunto será reavaliado pela reitoria." Iupiii!!! Mais duas semaninhas!!! O que será que dá pra fazer com mais duas semanas inteiras de férias? (Faz tempo que não tenho férias assim!!!) Bom, certamente vou aproveitar como venho aproveitando, e como dá pra ver nos posts anteriores!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Bom... era isso por enquanto. vejam o vídeo do Zé aí!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;:P&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-54771174001584055?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/54771174001584055/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=54771174001584055&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/54771174001584055'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/54771174001584055'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2009/07/mais-2-semanas.html' title='Mais 2 semanas!'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-3482576094596448634</id><published>2009-07-27T16:50:00.003-03:00</published><updated>2009-07-27T17:06:49.013-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Zé'/><title type='text'>Meu porquinho da índia</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: georgia;font-size:100%;" &gt;Apesar do nome ser "porquinho da índia", ele não é um suíno, é um roedor; não é de origem indiana, mas sim, peruana (e na verdade, falando com a veterinária, ela me informou que a raça do meu é peruano, por causa dos pelos todos louquinhos), onde são chamados de "cuí", que é o som que eles fazem - bem alto, por sinal - e são servidos como churrasco! &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: georgia;font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style=""&gt;Michael Schleissner, um aficcionado criador alemão de Porquinhos há 32               anos, esclarece: "Existe               uma teoria de que tal nome lhe foi atribuído porque os navegantes               (agora ingleses), ao retornarem da América do Sul trazendo o               mascote predileto da Europa, paravam na Guiné, um país da costa               africana. Ao saber da parada, as pessoas achavam que o bichinho               vinha da Guiné, e não do Peru. E ele continua: "Outros               atribuem o nome Porco-da-Guiné ao preço que era cobrado pelos               marinheiros ingleses pelos bichinhos, um Guinea, uma moeda de ouro               muito utilizada na época". Por isso, em inglês, o nome dele é "Guinea Pig". Em alemão o chamam de Meerschweinchen, que é "porquinho do mar", e em espanhol &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;,"conejillo de India"(coelhinho da Índia). Mas esse aki em baixo é o Zé, o meu porquinho!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;object style="font-family: georgia;" width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/9oAilcoHVc0&amp;amp;hl=pt&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/9oAilcoHVc0&amp;amp;hl=pt&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;Fofo, não!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;Tá sem audio mesmo, que é pra colocar a dublagem que quiser... heheeh! (Ainda não consegui gravar ele fazendo os cuís!)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;Ate´!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-3482576094596448634?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/3482576094596448634/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=3482576094596448634&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/3482576094596448634'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/3482576094596448634'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2009/07/meu-porquinho-da-india.html' title='Meu porquinho da índia'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-6271042452120908148</id><published>2009-07-27T14:57:00.003-03:00</published><updated>2009-07-27T15:28:46.729-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='férias'/><title type='text'>Minhas Férias - Parte 2</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como prometido no post anterior, vou falar da nossa curta viagem ao Japão! Hehehe! Não, infelizmente não fui ao Japão, não atravessei oceanos e tal... mas estive no dia 23 de Julho na Praça Província de Shiga, que fica aqui em Porto Alegre, na Plínio Brasil Milano esquina com a Cristóvão Colombo. É uma praça cercada, mas a entrada é gratuita. E, olha, vale a pena dá uma passada por lá. Ela foi "oferecida ao povo gaúcho pela província de Shiga-Japão, estado irmão do Rio Grande do Sul, em comemoração ao convênio de fraternidade assinado entre os dois estados", conforme monumento em frente à praça. Ela foi inaugurada em outubro de 1983 e tem elementos orientais - com exceção do quiosque, que é bem "normal". fica aberta de terça a domingo, das 9h às 12h e das13h30min às 18h. A-mei! Seguem fotos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/Sm3wFkdBkUI/AAAAAAAAA9Q/HshoE2LxFJ4/s1600-h/julho_140.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/Sm3wFkdBkUI/AAAAAAAAA9Q/HshoE2LxFJ4/s320/julho_140.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5363206709743554882" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/Sm3wGdD6qcI/AAAAAAAAA9g/02FoSjbHQBg/s1600-h/julho_217.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 240px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/Sm3wGdD6qcI/AAAAAAAAA9g/02FoSjbHQBg/s320/julho_217.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5363206724939065794" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/Sm3wGJmw4HI/AAAAAAAAA9Y/YPspA-Xgj_U/s1600-h/julho_186.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/Sm3wGJmw4HI/AAAAAAAAA9Y/YPspA-Xgj_U/s320/julho_186.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5363206719716515954" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/Sm3wHVFVopI/AAAAAAAAA9w/MFy-9OxZoJ8/s1600-h/julho_155.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/Sm3wHVFVopI/AAAAAAAAA9w/MFy-9OxZoJ8/s320/julho_155.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5363206739977413266" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/Sm3wGmVpsCI/AAAAAAAAA9o/BzJSXsZlzYI/s1600-h/julho_215.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/Sm3wGmVpsCI/AAAAAAAAA9o/BzJSXsZlzYI/s320/julho_215.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5363206727429369890" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Bem, lugar legal, clima legal - sim, tava overfrio nesse dia!!! Férias bem bacanas. No próximo post, falo da minha ida a São Leopoldo, na São Leopoldo Fest.&lt;br /&gt;Até!&lt;br /&gt;:P&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-6271042452120908148?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/6271042452120908148/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=6271042452120908148&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/6271042452120908148'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/6271042452120908148'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2009/07/minhas-ferias-parte-2.html' title='Minhas Férias - Parte 2'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/Sm3wFkdBkUI/AAAAAAAAA9Q/HshoE2LxFJ4/s72-c/julho_140.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-3889672567274283318</id><published>2009-07-24T23:37:00.003-03:00</published><updated>2009-07-27T14:52:44.017-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='férias'/><title type='text'>Minhas férias - Parte 1</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Porto Alegre em julho. Sinônimo: máxima de 10°C, mínima de 1°C, sensação térmica de -5°C. Frio? Nah. Muuuuiiito frio!!! Ainda bem que eu tô de férias, embora elas acabem algum dia e muito provavelmente continue frio... e eu tenha que acordar cedinho pra ir pra aula... no frio... tá, não quero pensar nisso ainda! Então, ando me aventurando nesses dias frios, tentando encontrar alguma coisa legal pra fazer (por que ela não fica em casa, vendo tv só? doida...). Mas, olha só, eu acho coisas legais pra fazer em Porto Alegre, em pleno julho de alguns poucos graus!!! E com pouquinho dinheiro, já que a grana tá (bem) curta. Essa semana fui no Jardim Botânico daqui de Porto Alegre - o ingresso é R$2,00 e estudante paga metade. Fica aberto de terça a domingo, das 8h às 17h e fica na Rua Dr. Salvador França, 1427 - Bairro, adivinha, Jardim Botânico! Olha, esse parque vale muito conhecer! Tem recantos muito bonitos, e na primavera fica todo florido. Tem até um casal de cisnes negros nadando nos lagos por lá. Mais informações podem ser vistas no site http://www.fzb.rs.gov.br/jardimbotanico/&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; Seguem algumas fotos da minha visita!&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/Sm3mXvwAiKI/AAAAAAAAA9A/GeemN_DmZoE/s1600-h/julho_130.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 200px; height: 150px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/Sm3mXvwAiKI/AAAAAAAAA9A/GeemN_DmZoE/s200/julho_130.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5363196026897336482" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/Sm3mXc7_TtI/AAAAAAAAA84/vmxeAuGdM_c/s1600-h/julho_124.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 200px; height: 150px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/Sm3mXc7_TtI/AAAAAAAAA84/vmxeAuGdM_c/s200/julho_124.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5363196021847314130" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/Sm3mXZHyIlI/AAAAAAAAA8w/x4aOqGZsDOc/s1600-h/julho_120.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 200px; height: 150px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/Sm3mXZHyIlI/AAAAAAAAA8w/x4aOqGZsDOc/s200/julho_120.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5363196020823040594" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/Sm3mXJrNgXI/AAAAAAAAA8o/pcORZc3uuLU/s1600-h/julho_97.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 150px; height: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/Sm3mXJrNgXI/AAAAAAAAA8o/pcORZc3uuLU/s200/julho_97.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5363196016676667762" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/Sm3mYdnzceI/AAAAAAAAA9I/99p11GYoJHY/s1600-h/julho_59.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 150px; height: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/Sm3mYdnzceI/AAAAAAAAA9I/99p11GYoJHY/s200/julho_59.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5363196039210955234" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Friooo...&lt;br /&gt;Bem, vou ficando hoje por aqui. Depois falo da nossa "viagem" ao Japão!&lt;br /&gt;Até!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-3889672567274283318?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/3889672567274283318/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=3889672567274283318&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/3889672567274283318'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/3889672567274283318'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2009/07/minhas-ferias-parte-1.html' title='Minhas férias - Parte 1'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/Sm3mXvwAiKI/AAAAAAAAA9A/GeemN_DmZoE/s72-c/julho_130.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-4949242782366042491</id><published>2009-07-16T17:59:00.005-03:00</published><updated>2009-07-16T18:10:36.428-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='férias'/><title type='text'>Playing For Change</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vendo a MTV, o Diego achou esse movimento de música, o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Playing for Change&lt;/span&gt; que, pelo que a gente entendeu, propõe-se a trazer mais paz ao mundo. Mas a gente adorou o Grampa Elliot, lá de New Orleans, matando a pau no blues! Assiste aí:&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/tGoBUnC809w&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/tGoBUnC809w&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=tGoBUnC809w"&gt;&lt;/a&gt;Para saber mais, tem o site oficial do movimento&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.playingforchange.com/"&gt;http://www.playingforchange.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;e segue os caras no twitter:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/twitter.com/playing4change"&gt;twitter.com/playing4change&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Bem, era isso. Ainda de férias, sem nenhuma vontade que elas acabem...&lt;br /&gt;:P&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-4949242782366042491?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/4949242782366042491/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=4949242782366042491&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/4949242782366042491'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/4949242782366042491'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2009/07/playing-for-change.html' title='Playing For Change'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-635856941748211833</id><published>2009-07-15T18:59:00.004-03:00</published><updated>2009-07-15T19:33:54.099-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='férias'/><title type='text'>Humor de Hoje</title><content type='html'>Sabe-se que férias geram alguns pensamentos... sabe, como o ócio criativo, do Bertrand Russel. Assim, estava comparando hoje, na minha cabecinha inquieta, o CQC e o Pânico na TV.  Fazendo isso, lembrei de uma conversa que tive com um amigo meu sobre como ser uma pessoa admirada hoje em dia. Chegamos à conclusão que, para que tu seja "o bom", é preciso que se faça piadas com os outros, de preferência avacalhando eles, e de uma maneira que não dê tempo para que ela responda, porque senão "o bom" será o outro. Até o Jonathan no programa A Fazenda chegou a essa conclusão (num dos poucos episódios que eu vi). Apesar de o CQC ter esse lado de pretensão jornalística, que o Pânico não têm - ponto para o CQC?  - ambos mantém o lado da comédia. E o que é a comédia mesmo? Ah, é, tirar sarro da cara dos outros, colocando-os num patamar de ridicularização total.Isso pode soar - e acho que de fato soa - como uma crítica aos dois programas citados, mas também é preciso fazer algumas ressalvas. Sob o ponto de vista jornalístico, que acho que é a pretensão apénas do CQC, ele cumpre bem a função: mesmo avacalhando parlamentares - alguns precisam mesmo ser avacalhados, diga-se de passagem - transmitem informação de utilidade, por exemplo, como esses parlamentares estão de fato despreparados para ocuparem a posição que ocupam, ou como a pedofilia pode ser violenta, como na matéria exibida na segunda, ou ainda que as empresas de viagens aéreas não estão nem aí para o bem-estar do passageiro, como se recusando a colocar alguém somente para conferir os tickets nas retiradas das malas, sabe, para evitar que as malas sumam... Até mesmo o Pânico consegue fazer a sua, com o quadro do Impostor (mostrando como a segurança de qualquer um, mesmo daqueles que podem pagar bem por isso, é falha). Enfim, talvez esse tipo de humor tenha o seu lado bom.. mas o problema é quando não se quer passar nada ao fazer esse tipo de piada, apenas dizer "olha como essa pessoa é um idiota". E nisso, sai ganhando o CQC, embora eles façam isso frequentemente. Mas a pergunta essencial é: como fazer um bom humor sem por alguém na roda?&lt;br /&gt;:P&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-635856941748211833?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/635856941748211833/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=635856941748211833&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/635856941748211833'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/635856941748211833'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2009/07/humor-de-hoje.html' title='Humor de Hoje'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-1497238283025601630</id><published>2009-07-13T13:48:00.003-03:00</published><updated>2009-07-13T14:10:35.598-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='receitas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='experimentos'/><title type='text'>Doce Japonês</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663333;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/Sltpa1Xy0kI/AAAAAAAAA6s/sDfZ7T0kcSo/s1600-h/anko.jpg"&gt;&lt;span style="color:#663333;"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 170px; FLOAT: left; HEIGHT: 138px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5357992091411731010" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/Sltpa1Xy0kI/AAAAAAAAA6s/sDfZ7T0kcSo/s320/anko.jpg" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;Olá!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#663333;"&gt;Esse fim de semana saí fazendo arte na cozinha: experimentei fazer um doce japonês - na verdade, a base para quase todos eles: o Anko. É uma espécie de geléia de feijão azuki - que é um feijão pequenininho e avermelhado. Parece nojento né? Mas eu curti. O Diego não gostou muito - na verdade, nem um pouco, mas eu... acho que viciei. Tem que cozinhar o feijão (que eu paguei 3,30 por 500g... momento facada no coração... &gt;_&lt;") só com a água primeiro - levou uma hora mais ou &lt;div&gt;menos, e eu não usei panela de pressão. Depois, tem que bater no &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/SltpbKFUpPI/AAAAAAAAA60/ouzxrQ3_vjc/s1600-h/azuki.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 251px; FLOAT: left; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5357992096971400434" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/SltpbKFUpPI/AAAAAAAAA60/ouzxrQ3_vjc/s320/azuki.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;liquidificador até virar uma pasta lisa - d&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#663333;"&gt;á pra deixar com alguns pedacinhos, mas aí eu acho que eu não ia encarar... Se preciso, tem que por mais água. Diz numa das receitas que eu peguei pra pôr num pano - que pode ser do mesmo tecido de um pano de prato - pra tirar a água, mas eu não fiz isso (nem tava tão aguado... u.u). Só botei na panela de novo com a mesma quantidade de açúcar que a de feijão - eu fiz 250g, então mais 250g de açúcar. E cozinhei até ficar no ponto de brigadeiro. daí tem que deixar esfriar - quente não dá, né?! Taí! Anko! Tri bão! E rende... mas tá quase acabando, então certo que eu vou fazer mais! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#663333;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#663333;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#663333;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#663333;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#663333;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#663333;"&gt;Bom, então, té mais!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#663333;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#663333;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-1497238283025601630?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/1497238283025601630/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=1497238283025601630&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/1497238283025601630'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/1497238283025601630'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2009/07/doce-japones.html' title='Doce Japonês'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/Sltpa1Xy0kI/AAAAAAAAA6s/sDfZ7T0kcSo/s72-c/anko.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-8244493085180176475</id><published>2009-07-08T17:05:00.002-03:00</published><updated>2009-07-08T17:08:12.940-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='férias'/><title type='text'>From Moon</title><content type='html'>Após elogios, segue-se a tristeza que diz:&lt;br /&gt;será mesmo que faço parte desse mundo?&lt;br /&gt;Ela pergunta, mas nunca responde.&lt;br /&gt;Aliás, não sei bem se há respostas. talvez nunca tenha havido.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-8244493085180176475?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/8244493085180176475/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=8244493085180176475&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/8244493085180176475'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/8244493085180176475'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2009/07/apos-elogios-segue-se-tristeza-que-diz.html' title='From Moon'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' 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type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/3700646293160477856'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/3700646293160477856'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2009/07/ferias.html' title='Férias!'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-1064242576468938051</id><published>2009-06-29T12:28:00.003-03:00</published><updated>2009-06-29T12:42:37.833-03:00</updated><title type='text'>Recordar é viver!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/Skjfbuwnb0I/AAAAAAAAA6M/NPybFESeTOk/s1600-h/009.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/Skjfbuwnb0I/AAAAAAAAA6M/NPybFESeTOk/s320/009.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5352773824631238466" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/SkjfbmybP7I/AAAAAAAAA6E/nSYJIsYdr_M/s1600-h/011.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/SkjfbmybP7I/AAAAAAAAA6E/nSYJIsYdr_M/s320/011.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5352773822491344818" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/SkjfbZpY_QI/AAAAAAAAA58/CK0tO0n--bA/s1600-h/010.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/SkjfbZpY_QI/AAAAAAAAA58/CK0tO0n--bA/s320/010.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5352773818963787010" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/SkjfbDSoSII/AAAAAAAAA50/iYVNL_MnrZ0/s1600-h/009.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/SkjfbDSoSII/AAAAAAAAA50/iYVNL_MnrZ0/s320/009.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5352773812962740354" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Ó, que saudades! Tudo junto e misturado, com chocolate quente e muitas comidinhas gostosas!&lt;br /&gt;Rever os amigos é tão legal!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;:P&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-1064242576468938051?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/1064242576468938051/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=1064242576468938051&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/1064242576468938051'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/1064242576468938051'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2009/06/recordar-e-viver.html' title='Recordar é viver!'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_XiQsF9qEoE4/Skjfbuwnb0I/AAAAAAAAA6M/NPybFESeTOk/s72-c/009.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-551709505962940175</id><published>2009-06-17T14:42:00.001-03:00</published><updated>2009-06-17T15:11:20.199-03:00</updated><title type='text'>In my life</title><content type='html'>In My Life&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;There are places&lt;br /&gt;I'll remember&lt;br /&gt;All my life&lt;br /&gt;Though some have changed&lt;br /&gt;Some forever&lt;br /&gt;Not for better&lt;br /&gt;Some have gone and some remain&lt;br /&gt;All these places have their moments&lt;br /&gt;With lovers and friends&lt;br /&gt;I still can recall&lt;br /&gt;Some are dead and some are living&lt;br /&gt;In my life&lt;br /&gt;I've loved them all&lt;br /&gt;But if all these friends and lovers&lt;br /&gt;There is no one&lt;br /&gt;Compares with you&lt;br /&gt;And these memories&lt;br /&gt;Lose their meaning&lt;br /&gt;When I think of love&lt;br /&gt;As something new&lt;br /&gt;Though I know I'll never lose affection&lt;br /&gt;For people and things that went before&lt;br /&gt;I know I'll often stop and think about them&lt;br /&gt;In my life&lt;br /&gt;I love you more&lt;br /&gt;Though I know I'll never lose affection&lt;br /&gt;For people and things that went beforeI know&lt;br /&gt;I'll often stop and think about them&lt;br /&gt;In my life&lt;br /&gt;I love you more&lt;br /&gt;In my life&lt;br /&gt;I love you more&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-551709505962940175?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/551709505962940175/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=551709505962940175&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/551709505962940175'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/551709505962940175'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2009/06/in-my-life.html' title='In my life'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-1021785454214429441</id><published>2009-05-22T15:35:00.004-03:00</published><updated>2009-05-22T15:45:37.249-03:00</updated><title type='text'>Sobre as coisas japonesas que invadiram o Brasil nos anos 90</title><content type='html'>Olha, estou baixando os episódios de um desses desenhos japoneses (animes) que eu A-M-A-V-A quando era criança e to adorando poder rever essas coisas todas... Aí, futricando ali e aqui, encontrei alguns sites bem bacanas pra matar a saudade da era Japão no Brasil:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.tokusatsubrasil.blogspot.com/"&gt;http://www.tokusatsubrasil.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Esse tem winspector, patrine etc., que enchiam as tardes da rede Manchete!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.animesdowns.blogspot.com/"&gt;http://www.animesdowns.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Esse tem animes, e é da onde eu tô baixando a Sailor Moon - sim, eu gosto. :P Tem tb mangás e outras coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.animeschool.com.br/"&gt;http://www.animeschool.com.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Esse tem vários animes e tokusatsus (os seriados japas), e mais algumas coisas, como a audiência dos animes no Japão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, acho que vou colocar aqui do lado uma nova lista de links, e salvá-los lá!&lt;br /&gt;:P&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14672418-1021785454214429441?l=cadernodaloren.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/feeds/1021785454214429441/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14672418&amp;postID=1021785454214429441&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/1021785454214429441'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14672418/posts/default/1021785454214429441'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cadernodaloren.blogspot.com/2009/05/sobre-as-coisas-japonesas-que-invadiram.html' title='Sobre as coisas japonesas que invadiram o Brasil nos anos 90'/><author><name>Loren</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01160148889441162270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-OJaz4PbjMIM/Tys8csAyVGI/AAAAAAAABWE/4hfTeP1kAjY/s220/DSCF0061111.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14672418.post-1960621832363454105</id><published>2009-05-21T14:05:00.001-03:00</published><updated>2009-05-21T14:07:59.358-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Hegel'/><title type='text'>Prefácio da Fenomenologia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#660000;"&gt;Para eu não esquecer...Segue o original do Prefácio da &lt;em&gt;Fenomenologia do Espírito&lt;/em&gt;, do Hegel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vorrede zur Phänomenologie des Geistes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eine Erklärung, wie sie einer Schrift in einer Vorrede nach der Gewohnheit vorausgeschickt wird - über den Zweck, den der Verfasser sich in ihr vorgesetzt, sowie über die Veranlassungen und das Verhältnis, worin er sie zu andern frühern oder gleichzeitigen Behandlungen desselben Gegenstandes zu stehen glaubt - scheint bei einer philosophischen Schrift nicht nur überflüssig, sondern um der Natur der Sache willen sogar unpassend und zweckwidrig zu sein. Denn wie und was von Philosophie in einer Vorrede zu sagen schicklich wäre - etwa eine historische Angabe der Tendenz und des Standpunkts, des allgemeinen Inhalts und der Resultate, eine Verbindung von hin und her sprechenden Behauptungen und Versicherungen über das Wahre -, kann nicht für die Art und Weise gelten, in der die philosophische Wahrheit darzustellen sei. - Auch weil die Philosophie wesentlich im Elemente der Allgemeinheit ist, die das Besondere in sich schließt, so findet bei ihr mehr als bei andern Wissenschaften der Schein statt, als ob in dem Zwecke oder den letzten Resultaten die Sache selbst und sogar in ihrem vollkommenen Wesen ausgedrückt wäre, gegen welches die Ausführung eigentlich das Unwesentliche sei. In der allgemeinen Vorstellung hingegen, zum Beispiel was Anatomie sei, etwa die Kenntnis der Teile des Körpers nach ihrem unlebendigen Dasein betrachtet, ist man überzeugt, die Sache selbst, den Inhalt dieser Wissenschaft, noch nicht zu besitzen, sondern außerdem um das Besondere sich bemühen zu müssen. - Ferner ist bei einem solchen Aggregate von Kenntnissen, das den Namen Wissenschaft nicht mit Recht führt, eine Konversation über Zweck und dergleichen Allgemeinheiten nicht von der historischen und begrifflosen Weise verschieden, worin von dem Inhalte selbst, diesen Nerven, Muskeln und so fort, gesprochen wird. Bei der Philosophie hingegen würde die Ungleichheit entstehen, daß von einer solchen Weise Gebrauch gemacht, und diese doch von ihr selbst als unfähig, die Wahrheit zu fassen, aufgezeigt würde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;So wird auch durch die Bestimmung des Verhältnisses, das ein philosophisches Werk zu andern Bestrebungen über denselben Gegenstand zu haben glaubt, ein fremdartiges Interesse hereingezogen, und das, worauf es bei der Erkenntnis der Wahrheit ankommt, verdunkelt. So fest der Meinung der Gegensatz des Wahren und des Falschen wird, so pflegt sie auch entweder Beistimmung oder Widerspruch gegen ein vorhandenes philosophisches System zu erwarten, und in einer Erklärung über ein solches nur entweder das eine oder das andre zu sehen. Sie begreift die Verschiedenheit philosophischer Systeme nicht so sehr als die fortschreitende Entwicklung der Wahrheit, als sie in der Verschiedenheit nur den Widerspruch sieht. Die Knospe verschwindet in dem Hervorbrechen der Blüte, und man könnte sagen, daß jene von dieser widerlegt wird, ebenso wird durch die Frucht die Blüte für ein falsches Dasein der Pflanze erklärt, und als ihre Wahrheit tritt jene an die Stelle von dieser. Diese Formen unterscheiden sich nicht nur, sondern verdrängen sich auch als unverträglich miteinander. Aber ihre flüssige Natur macht sie zugleich zu Momenten der organischen Einheit, worin sie sich nicht nur nicht widerstreiten, sondern eins so notwendig als das andere ist, und diese gleiche Notwendigkeit macht erst das Leben des Ganzen aus. Aber der Widerspruch gegen ein philosophisches System pflegt teils sich selbst nicht auf diese Weise zu begreifen, teils auch weiß das auffassende Bewußtsein gemeinhin nicht, ihn von seiner Einseitigkeit zu befreien oder frei zu erhalten, und in der Gestalt des streitend und sich zuwider Scheinenden gegenseitig notwendige Momente zu erkennen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Die Foderung von dergleichen Erklärungen sowie die Befriedigungen derselben scheinen vielleicht das Wesentliche zu betreiben. Worin könnte mehr das Innere einer philosophischen Schrift ausgesprochen sein als in den Zwecken und Resultaten derselben, und wodurch diese bestimmter erkannt werden als durch ihre Verschiedenheit von dem, was das Zeitalter sonst in derselben Sphäre hervorbringt? Wenn aber ein solches Tun für mehr als für den Anfang des Erkennens, wenn es für das wirkliche Erkennen gelten soll, ist es in der Tat zu den Erfindungen zu rechnen, die Sache selbst zu umgehen, und dieses beides zu verbinden, den Anschein des Ernstes und Bemühens um sie, und die wirkliche Ersparung desselben. - Denn die Sache ist nicht in ihrem Zwecke erschöpft, sondern in ihrer Ausführung, noch ist das Resultat das wirkliche Ganze, sondern es zusammen mit seinem Werden; der Zweck für sich ist das unlebendige Allgemeine, wie die Tendenz das bloße Treiben, das seiner Wirklichkeit noch entbehrt, und das nackte Resultat ist der Leichnam, der sie hinter sich gelassen. - Ebenso ist die Verschiedenheit vielmehr die Grenze der Sache; sie ist da, wo die Sache aufhört, oder sie ist das, was diese nicht ist. Solche Bemühungen mit dem Zwecke oder den Resultaten, sowie mit den Verschiedenheiten und Beurteilungen des einen und des andern, sind daher eine leichtere Arbeit, als sie vielleicht scheinen. Denn statt mit der Sache sich zu befassen, ist solches Tun immer über sie hinaus, statt in ihr zu verweilen und sich in ihr zu vergessen, greift solches Wissen immer nach einem Andern, und bleibt vielmehr bei sich selbst, als daß es bei der Sache ist und sich ihr hingibt. - Das leichteste ist, was Gehalt und Gediegenheit hat, zu beurteilen, schwerer, es zu fassen, das schwerste, was beides vereinigt, seine Darstellung hervorzubringen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Der Anfang der Bildung und des Herausarbeitens aus der Unmittelbarkeit des substantiellen Lebens wird immer damit gemacht werden müssen, Kenntnisse allgemeiner Grundsätze und Gesichtspunkte zu erwerben, sich nur erst zu dem Gedanken der Sache überhaupt heraufzuarbeiten, nicht weniger sie mit Gründen zu unterstützen oder zu widerlegen, die konkrete und reiche Fülle nach Bestimmtheiten aufzufassen, und ordentlichen Bescheid und ernsthaftes Urteil über sie zu erteilen zu wissen. Dieser Anfang der Bildung wird aber zunächst dem Ernste des erfüllten Lebens Platz machen, der in die Erfahrung der Sache selbst hineinführt, und wenn auch dies noch hinzukommt, daß der Ernst des Begriffs in ihre Tiefe steigt, so wird eine solche Kenntnis und Beurteilung in der Konversation ihre schickliche Stelle behalten.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Die wahre Gestalt, in welcher die Wahrheit existiert, kann allein das wissenschaftliche System derselben sein. Daran mitzuarbeiten, daß die Philosophie der Form der Wissenschaft näher komme - dem Ziele, ihren Namen der Liebe zum Wissen ablegen zu können und wirkliches Wissen zu sein -, ist es, was ich mir vorgesetzt. Die innere Notwendigkeit, daß das Wissen Wissenschaft sei, liegt in seiner Natur, und die befriedigende Erklärung hierüber ist allein die Darstellung der Philosophie selbst. Die äußere Notwendigkeit aber, insofern sie, abgesehen von der Zufälligkeit der Person und der individuellen Veranlassungen, auf eine allgemeine Weise gefaßt wird, ist dasselbe, was die innere, in der Gestalt, wie die Zeit das Dasein ihrer Momente vorstellt. Daß die Erhebung der Philosophie zur Wissenschaft an der Zeit ist, dies aufzuzeigen würde daher die einzig wahre Rechtfertigung der Versuche sein, die diesen Zweck haben, weil sie die Notwendigkeit desselben dartun, ja weil sie ihn zugleich ausführen würde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Indem die wahre Gestalt der Wahrheit in die Wissenschaftlichkeit gesetzt wird - oder, was dasselbe ist, indem die Wahrheit behauptet wird, an dem Begriffe allein das Element ihrer Existenz zu haben -, so weiß ich, daß dies im Widerspruch mit einer Vorstellung und deren Folgen zu stehen scheint, welche eine so große Anmaßung als Ausbreitung in der Überzeugung des Zeitalters hat. Eine Erklärung über diesen Widerspruch scheint darum nicht überflüssig; wenn sie auch hier weiter nichts als gleichfalls eine Versicherung, wie das, gegen was sie geht, sein kann. Wenn nämlich das Wahre nur in demjenigen oder vielmehr nur als dasjenige existiert, was bald Anschauung, bald unmittelbares Wissen des Absoluten, Religion, das Sein - nicht im Zentrum der göttlichen Liebe, sondern das Sein desselben selbst - genannt wird, so wird von da aus zugleich für die Darstellung der Philosophie vielmehr das Gegenteil der Form des Begriffs gefodert. Das Absolute soll nicht begriffen, sondern gefühlt und angeschaut, nicht sein Begriff, sondern sein Gefühl und Anschauung sollen das Wort führen und ausgesprochen werden.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Wird die Erscheinung einer solchen Foderung nach ihrem allgemeinem Zusammenhange aufgefaßt, und auf die Stufe gesehen, worauf der selbstbewußte Geist gegenwärtig steht, so ist er über das substantielle Leben, das er sonst im Elemente des Gedankens führte, hinaus, - über diese Unmittelbarkeit seines Glaubens, über die Befriedigung und Sicherheit der Gewißheit, welche das Bewußtsein von seiner Versöhnung mit dem Wesen und dessen allgemeiner, der innern und äußern, Gegenwart besaß. Er ist nicht nur darüber hinausgegangen, in das andere Extrem der substanzlosen Reflexion seiner in sich selbst, sondern auch über diese. Sein wesentliches Leben ist ihm nicht nur verloren, er ist auch dieses Verlustes, und der Endlichkeit, die sein Inhalt ist, bewußt. Von den Trebern sich wegwendend, daß er im Argen liegt, bekennend und darauf schmähend, verlangt er nun von der Philosophie nicht sowohl das Wissen dessen, was er ist, als zur Herstellung jener Substantialität und der Gediegenheit des Seins erst wieder durch sie zu gelangen. Diesem Bedürfnisse soll sie also nicht so sehr die Verschlossenheit der Substanz aufschließen, und diese zum Selbstbewußtsein erheben - nicht so sehr ihr chaotisches Bewußtsein zur gedachten Ordnung und zur Einfachheit des Begriffes zurückbringen, als vielmehr die Sonderungen des Gedankens zusammenschütten, den unterscheidenden Begriff unterdrücken und das Gefühl des Wesens herstellen, nicht sowohl Einsicht als Erbauung gewähren. Das Schöne, Heilige, Ewige, die Religion und Liebe sind der Köder, der gefodert wird, um die Lust zum Anbeißen zu erwecken, nicht der Begriff, sondern die Ekstase, nicht die kalt fortschreitende Notwendigkeit der Sache, sondern die gärende Begeisterung soll die Haltung und fortleitende Ausbreitung des Reichtums der Substanz sein.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dieser Foderung entspricht die angestrengte und fast eifernd und gereizt sich zeigende Bemühung, die Menschen aus der Versunkenheit ins Sinnliche, Gemeine und Einzelne herauszureißen und ihren Blick zu den Sternen aufzurichten; als ob sie, des Göttlichen ganz vergessend, mit Staub und Wasser, wie der Wurm, auf dem Punkte sich zu befriedigen stünden. Sonst hatten sie einen Himmel mit weitläufigem Reichtume von Gedanken und Bildern ausgestattet. Von allem, was ist, lag die Bedeutung in dem Lichtfaden, durch den es an den Himmel geknüpft war; an ihm, statt in dieser Gegenwart zu verweilen, glitt der Blick über sie hinaus, zum göttlichen Wesen, zu einer, wenn man so sagen kann, jenseitigen Gegenwart hinauf. Das Auge des Geistes mußte mit Zwang auf das Irdische gerichtet und bei ihm festgehalten werden; und es hat einer langen Zeit bedurft, jene Klarheit, die nur das Überirdische hatte, in die Dumpfheit und Verworrenheit, worin der Sinn des Diesseitigen lag, hineinzuarbeiten, und die Aufmerksamkeit auf das Gegenwärtige als solches, welche Erfahrung genannt wurde, interessant und geltend zu machen. - Jetzt scheint die Not des Gegenteils vorhanden, der Sinn so sehr in das Irdische festgewurzelt, daß es gleicher Gewalt bedarf, ihn darüber zu erheben. Der Geist zeigt sich so arm, daß er sich, wie in der Sandwüste der Wanderer nach einem einfachen Trunk Wasser, nur nach dem dürftigen Gefühle des Göttlichen überhaupt für seine Erquickung zu sehnen scheint. An diesem, woran dem Geiste genügt, ist die Größe seines Verlustes zu ermessen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diese Genügsamkeit des Empfangens oder Sparsamkeit des Gebens ziemt jedoch der Wissenschaft nicht. Wer nur die Erbauung sucht, wer seine irdische Mannigfaltigkeit des Daseins und des Gedankens in Nebel einzuhüllen und nach dem unbestimmten Genusse dieser unbestimmten Göttlichkeit verlangt, mag zusehen, wo er dies findet; er wird leicht selbst sich etwas vorzuschwärmen und damit sich aufzuspreizen die Mittel finden. Die Philosophie aber muß sich hüten, erbaulich sein zu wollen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Noch weniger muß diese Genügsamkeit, die auf die Wissenschaft Verzicht tut, darauf Anspruch machen, daß solche Begeisterung und Trübheit etwas Höheres sei als die Wissenschaft. Dieses prophetische Reden meint gerade so recht im Mittelpunkte und der Tiefe zu bleiben, blickt verächtlich auf die Bestimmtheit (den Horos) und hält sich absichtlich von dem Begriffe und der Notwendigkeit entfernt, als von der Reflexion, die nur in der Endlichkeit hause. Wie es aber eine leere Breite gibt, so auch eine leere Tiefe, wie eine Extension der Substanz, die sich in endliche Mannigfaltigkeit ergießt, ohne Kraft, sie zusammenzuhalten - so ist dies eine gehaltlose Intensität, welche als lautere Kraft ohne Ausbreitung sich haltend, dasselbe ist, was die Oberflächlichkeit. Die Kraft des Geistes ist nur so groß als ihre Äußerung, seine Tiefe nur so tief, als er in seiner Auslegung sich auszubreiten und sich zu verlieren getraut. - Zugleich wenn dies begrifflose substantielle Wissen die Eigenheit des Selbsts in dem Wesen versenkt zu haben und wahr und heilig zu philosophieren vorgibt, so verbirgt es sich, daß es, statt dem Gotte ergeben zu sein, durch die Verschmähung des Maßes und der Bestimmung vielmehr nur bald in sich selbst die Zufälligkeit des Inhalts, bald in ihm die eigne Willkür gewähren läßt. - Indem sie sich dem ungebändigten Gären der Substanz überlassen, meinen sie, durch die Einhüllung des Selbstbewußtseins und Aufgeben des Verstands, die Seinen zu sein, denen Gott die Weisheit im Schlafe gibt; was sie so in der Tat im Schlafe empfangen und gebären, sind darum auch Träume.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Es ist übrigens nicht schwer, zu sehen, daß unsre Zeit eine Zeit der Geburt und des Übergangs zu einer neuen Periode ist. Der Geist hat mit der bisherigen Welt seines Daseins und Vorstellens gebrochen und steht im Begriffe, es in die Vergangenheit hinab zu versenken, und in der Arbeit seiner Umgestaltung. Zwar ist er nie in Ruhe, sondern in immer fortschreitender Bewegung begriffen. Aber wie beim Kinde nach langer stiller Ernährung der erste Atemzug jene Allmählichkeit des nur vermehrenden Fortgangs abbricht - ein qualitativer Sprung - und itzt das Kind geboren ist, so reift der sich bildende Geist langsam und stille der neuen Gestalt entgegen, löst ein Teilchen des Baues seiner vorgehenden Welt nach dem andern auf, ihr Wanken wird nur durch einzelne Symptome angedeutet; der Leichtsinn wie die Langeweile, die im Bestehenden einreißen, die unbestimmte Ahnung eines Unbekannten sind Vorboten, daß etwas anderes im Anzuge ist. Dies allmähliche Zerbröckeln, das die Physiognomie des Ganzen nicht veränderte, wird durch den Aufgang unterbrochen, der, ein Blitz, in einem Male das Gebilde der neuen Welt hinstellt.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Allein eine vollkommne Wirklichkeit hat dies Neue sowenig als das eben geborne Kind; und dies ist wesentlich nicht außer acht zu lassen. Das erste Auftreten ist erst seine Unmittelbarkeit oder sein Begriff. Sowenig ein Gebäude fertig ist, wenn sein Grund gelegt worden, sowenig ist der erreichte Begriff des Ganzen das Ganze selbst. Wo wir eine Eiche in der Kraft ihres Stammes und in der Ausbreitung ihrer Äste und den Massen ihrer Belaubung zu sehen wünschen, sind wir nicht zufrieden, wenn uns an dieser Stelle eine Eichel gezeigt wird. So ist die Wissenschaft, die Krone einer Welt des Geistes, nicht in ihrem Anfange vollendet. Der Anfang des neuen Geistes ist das Produkt einer weitläufigen Umwälzung von mannigfaltigen Bildungsformen, der Preis eines vielfach verschlungnen Weges und ebenso vielfacher Anstrengung und Bemühung. Er ist das aus der Sukzession wie aus seiner Ausdehnung in sich zurückgegangene Ganze, der gewordne einfache Begriff desselben. Die Wirklichkeit dieses einfachen Ganzen aber besteht darin, daß jene zu Momenten gewordne Gestaltungen sich wieder von neuem, aber in ihrem neuen Elemente, in dem gewordenen Sinne entwickeln und Gestaltung geben.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Indem einerseits die erste Erscheinung der neuen Welt nur erst das in seine Einfachheit verhüllte Ganze oder sein allgemeiner Grund ist, so ist dem Bewußtsein dagegen der Reichtum des vorhergehenden Daseins noch in der Erinnerung gegenwärtig. Es vermißt an der neu erscheinenden Gestalt die Ausbreitung und Besonderung des Inhalts; noch mehr aber vermißt es die Ausbildung der Form, wodurch die Unterschiede mit Sicherheit bestimmt und in ihre festen Verhältnisse geordnet sind. Ohne diese Ausbildung entbehrt die Wissenschaft der allgemeinen Verständlichkeit, und hat den Schein, ein esoterisches Besitztum einiger Einzelnen zu sein; - ein esoterisches Besitztum: denn sie ist nur erst in ihrem Begriffe oder ihr Innres vorhanden; einiger Einzelnen: denn ihre unausgebreitete Erscheinung macht ihr Dasein zum Einzelnen. Erst was vollkommen bestimmt ist, ist zugleich exoterisch, begreiflich, und fähig, gelernt und das Eigentum aller zu sein. Die verständige Form der Wissenschaft ist der allen dargebotene und für alle gleichgemachte Weg zu ihr, und durch den Verstand zum vernünftigen Wissen zu gelangen ist die gerechte Foderung des Bewußtseins, das zur Wissenschaft hinzutritt; denn der Verstand ist das Denken, das reine Ich überhaupt; und das Verständige ist das schon Bekannte und das Gemeinschaftliche der Wissenschaft und des unwissenschaftlichen Bewußtseins, wodurch dieses unmittelbar in jene einzutreten vermag.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Die Wissenschaft, die erst beginnt, und es also noch weder zur Vollständigkeit des Details noch zur Vollkommenheit der Form gebracht hat, ist dem Tadel darüber ausgesetzt. Aber wenn dieser ihr Wesen treffen soll, so würde er ebenso ungerecht sein, als es unstatthaft ist, die Foderung jener Ausbildung nicht anerkennen zu wollen. Dieser Gegensatz scheint der hauptsächlichste Knoten zu sein, an dem die wissenschaftliche Bildung sich gegenwärtig zerarbeitet und worüber sie sich noch nicht gehörig versteht. Der eine Teil pocht auf den Reichtum des Materials und die Verständlichkeit, der andre verschmäht wenigstens diese und pocht auf die unmittelbare Vernünftigkeit und Göttlichkeit. Wenn auch jener Teil, es sei durch die Kraft der Wahrheit allein oder auch durch das Ungestüm des andern, zum Stillschweigen gebracht ist, und wenn er in Ansehung des Grunds der Sache sich überwältigt fühlte, so ist er darum in Ansehung jener Foderungen nicht befriedigt, denn sie sind gerecht, aber nicht erfüllt. Sein Stillschweigen gehört nur halb dem Siege, halb aber der Langeweile und Gleichgültigkeit, welche die Folge einer beständig erregten Erwartung und nicht erfolgten Erfüllung der Versprechungen zu sein pflegt.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In Ansehung des Inhalts machen die andern sich es wohl zuweilen leicht genug, eine große Ausdehnung zu haben. Sie ziehen auf ihren Boden eine Menge Material, nämlich das schon Bekannte und Geordnete, herein, und indem sie sich vornehmlich mit den Sonderbarkeiten und Kuriositäten zu tun machen, scheinen sie um so mehr das übrige, womit das Wissen in seiner Art schon fertig war, zu besitzen, zugleich auch das noch Ungeregelte zu beherrschen, und somit alles der absoluten Idee zu unterwerfen, welche hiemit in allem erkannt, und zur ausgebreiteten Wissenschaft gediehen zu sein scheint. Näher aber diese Ausbreitung betrachtet, so zeigt sie sich nicht dadurch zustande gekommen, daß ein und dasselbe sich selbst verschieden gestaltet hätte, sondern sie ist die gestaltlose Wiederholung des einen und desselben, das nur an das verschiedene Material äußerlich angewendet ist, und einen langweiligen Schein der Verschiedenheit erhält. Die für sich wohl wahre Idee bleibt in der Tat nur immer in ihrem Anfange stehen, wenn die Entwicklung in nichts als in einer solchen Wiederholung derselben Formel besteht. Die eine unbewegte Form vom wissenden Subjekte an dem Vorhandenen herumgeführt, das Material in dies ruhende Element von außenher eingetaucht, dies ist so wenig, als willkürliche Einfälle über den Inhalt, die Erfüllung dessen, was gefodert wird, nämlich der aus sich entspringende Reichtum und sich selbst bestimmende Unterschied der Gestalten. Es ist vielmehr ein einfarbiger Formalismus, der nur zum Unterschiede des Stoffes, und zwar dadurch kommt, weil dieser schon bereitet und bekannt ist.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dabei behauptet er diese Eintönigkeit und die abstrakte Allgemeinheit für das Absolute; er versichert, daß die Ungenügsamkeit mit ihr eine Unfähigkeit sei, sich des absoluten Standpunktes zu bemächtigen und auf ihm festzuhalten. Wenn sonst die leere Möglichkeit, sich etwas auf eine andere Weise vorzustellen, hinreichte, um eine Vorstellung zu widerlegen, und dieselbe bloße Möglichkeit, der allgemeine Gedanke, auch den ganzen positiven Wert des wirklichen Erkennens hatte, so sehen wir hier ebenso der allgemeinen Idee in dieser Form der Unwirklichkeit allen Wert zugeschrieben, und die Auflösung des Unterschiedenen und Bestimmten, oder vielmehr das weiter nicht entwickelte noch an ihm selbst sich rechtfertigende Hinunterwerfen desselben in den Abgrund des Leeren für spekulative Betrachtungsart gelten. Irgendein Dasein, wie es im Absoluten ist, betrachten, besteht hier in nichts anderem, als daß davon gesagt wird, es sei zwar jetzt von ihm gesprochen worden, als von einem Etwas, im Absoluten, dem A = A, jedoch gebe es dergleichen gar nicht, sondern darin sei alles eins. Dies eine Wissen, daß im Absoluten alles gleich ist, der unterscheidenden und erfüllten oder Erfüllung suchenden und fodernden Erkenntnis entgegenzusetzen - oder sein Absolutes für die Nacht auszugeben, worin, wie man zu sagen pflegt, alle Kühe schwarz sind, ist die Naivität der Leere an Erkenntnis. - Der Formalismus, den die Philosophie neuerer Zeit verklagt und geschmäht, und der sich in ihr selbst wieder erzeugte, wird, wenn auch seine Ungenügsamkeit bekannt und gefühlt ist, aus der Wissenschaft nicht verschwinden, bis das Erkennen der absoluten Wirklichkeit sich über seine Natur vollkommen klar geworden ist. - In der Rücksicht, daß die allgemeine Vorstellung, wenn sie dem, was ein Versuch ihrer Ausführung ist, vorangeht, das Auffassen der letztern erleichtert, ist es dienlich, das Ungefähre derselben hier anzudeuten, in der Absicht zugleich, bei dieser Gelegenheit einige Formen zu entfernen, deren Gewohnheit ein Hindernis für das philosophische Erkennen ist.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Es kömmt nach meiner Einsicht, welche sich durch die Darstellung des Systems selbst rechtfertigen muß, alles darauf an, das Wahre nicht als Substanz, sondern ebensosehr als Subjekt aufzufassen und auszudrücken. Zugleich ist zu bemerken, daß die Substantialität sosehr das Allgemeine oder die Unmittelbarkeit des Wissens als diejenige, welche Sein oder Unmittelbarkeit für das Wissen ist, in sich schließt. - Wenn, Gott als die eine Substanz zu fassen, das Zeitalter empörte, worin diese Bestimmung ausgesprochen wurde, so lag teils der Grund hievon in dem Instinkte, daß darin das Selbstbewußtsein nur untergegangen, nicht erhalten ist, teils aber ist das Gegenteil, welches das Denken als Denken festhält, die Allgemeinheit, dieselbe Einfachheit oder ununterschiedne, unbewegte Substantialität, und wenn drittens das Denken das Sein der Substanz als solche mit sich vereint und die Unmittelbarkeit oder das Anschauen als Denken erfaßt, so kömmt es noch darauf an, ob dieses intellektuelle Anschauen nicht wieder in die träge Einfachheit zurückfällt, und die Wirklichkeit selbst auf eine unwirkliche Weise darstellt.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Die lebendige Substanz ist ferner das Sein, welches in Wahrheit Subjekt, oder, was dasselbe heißt, welches in Wahrheit wirklich ist, nur insofern sie die Bewegung des Sich-selbst-setzens, oder die Vermittlung des Sich-anders-werdens mit sich selbst ist. Sie ist als Subjekt die reine einfache Negativität, eben dadurch die Entzweiung des Einfachen, oder die entgegensetzende Verdopplung, welche wieder die Negation dieser gleichgültigen Verschiedenheit und ihres Gegensatzes ist; nur diese sich wiederherstellende Gleichheit oder die Reflexion im Anderssein in sich selbst - nicht eine ursprüngliche Einheit als solche, oder unmittelbare als solche, ist das Wahre. Es ist das Werden seiner selbst, der Kreis, der sein Ende als seinen Zweck voraussetzt und zum Anfange hat, und nur durch die Ausführung und sein Ende wirklich ist.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Das Leben Gottes und das göttliche Erkennen mag also wohl als ein Spielen der Liebe mit sich selbst ausgesprochen werden; diese Idee sinkt zur Erbaulichkeit und selbst zur Fadheit herab, wenn der Ernst, der Schmerz, die Geduld und Arbeit des Negativen darin fehlt. An sich ist jenes Leben wohl die ungetrübte Gleichheit und Einheit mit sich selbst, der es kein Ernst mit dem Anderssein und der Entfremdung, so wie mit dem Überwinden dieser Entfremdung ist. Aber dies An-sich ist die abstrakte Allgemeinheit, in welcher von seiner Natur, für sich zu sein, und damit überhaupt von der Selbstbewegung der Form abgesehen wird. Wenn die Form als dem Wesen gleich ausgesagt wird, so ist es eben darum ein Mißverstand, zu meinen, daß das Erkennen sich mit dem An-sich oder dem Wesen begnügen, die Form aber ersparen könne; - daß der absolute Grundsatz oder die absolute Anschauung, die Ausführung des erstern oder die Entwicklung der andern entbehrlich mache. Gerade weil die Form dem Wesen so wesentlich ist, als es sich selbst, ist es nicht bloß als Wesen, d.h. als unmittelbare Substanz, oder als reine Selbstanschauung des Göttlichen zu fassen und auszudrücken, sondern ebensosehr als Form und im ganzen Reichtum der entwickelten Form; dadurch wird es erst als Wirkliches gefaßt und ausgedrückt.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Das Wahre ist das Ganze. Das Ganze aber ist nur das durch seine Entwicklung sich vollendende Wesen. Es ist von dem Absoluten zu sagen, daß es wesentlich Resultat, daß es erst am Ende das ist, was es in Wahrheit ist; und hierin eben besteht seine Natur, Wirkliches, Subjekt, oder Sich-selbst-werden, zu sein. So widersprechend es scheinen mag, daß das Absolute wesentlich als Resultat zu begreifen sei, so stellt doch eine geringe Überlegung diesen Schein von Widerspruch zurecht. Der Anfang, das Prinzip, oder das Absolute, wie es zuerst und unmittelbar ausgesprochen wird, ist nur das Allgemeine. Sowenig, wenn ich sage: alle Tiere, dies Wort für eine Zoologie gelten kann, ebenso fällt es auf, daß die Worte des Göttlichen, Absoluten, Ewigen u.s.w. das nicht aussprechen, was darin enthalten ist; - und nur solche Worte drücken in der Tat die Anschauung als das Unmittelbare aus. Was mehr ist, als ein solches Wort, der Übergang auch nur zu einem Satze, ist ein Anderswerden, das zurückgenommen werden muß, ist eine Vermittlung. Diese aber ist das, was perhorresziert wird, als ob dadurch, daß mehr aus ihr gemacht wird denn nur dies, daß sie nichts Absolutes und im Absoluten gar nicht sei, die absolute Erkenntnis aufgegeben wäre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dies Perhorreszieren stammt aber in der Tat aus der Unbekanntschaft mit der Natur der Vermittlung und des absoluten Erkennens selbst. Denn die Vermittlung ist nichts anders als die sich bewegende Sichselbstgleichheit, oder sie ist die Reflexion in sich selbst, das Moment des fürsichseienden ich, die reine Negativität oder das einfache Werden. Das Ich, oder das Werden überhaupt, dieses Vermitteln ist um seiner Einfachheit willen eben die werdende Unmittelbarkeit und das Unmittelbare selbst. - Es ist daher ein Verkennen der Vernunft, wenn die Reflexion aus dem Wahren ausgeschlossen und nicht als positives Moment des Absoluten erfaßt wird. Sie ist es, die das Wahre zum Resultate macht, aber diesen Gegensatz gegen sein Werden ebenso aufhebt, denn dies Werden ist ebenso einfach und daher von der Form des Wahren, im Resultate sich als einfach zu zeigen, nicht verschieden; es ist vielmehr eben dies Zurückgegangensein in die Einfachheit. - Wenn der Embryo wohl an sich Mensch ist, so ist er es aber nicht für sich; für sich ist er es nur als gebildete Vernunft, die sich zu dem gemacht hat, was sie an sich ist. Dies erst ist ihre Wirklichkeit. Aber dies Resultat ist selbst einfache Unmittelbarkeit, denn es ist die selbstbewußte Freiheit, die in sich selbst ruht, und den Gegensatz nicht auf die Seite gebracht hat und ihn da liegen läßt, sondern mit ihm versöhnt ist.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Das Gesagte kann auch so ausgedrückt werden, daß die Vernunft das zweckmäßige Tun ist. Die Erhebung der vermeinten Natur über das mißkannte Denken, und zunächst die Verbannung der äußern Zweckmäßigkeit hat die Form des Zwecks überhaupt in Mißkredit gebracht. Allein, wie auch Aristoteles die Natur als das zweckmäßige Tun bestimmt, der Zweck ist das Unmittelbare, das Ruhende, welches selbst bewegend oder Subjekt ist. Seine abstrakte Kraft zu bewegen ist das Für-sich-sein oder die reine Negativität. Das Resultat ist nur darum dasselbe, was der Anfang, weil der Anfang Zweck ist; - oder das Wirkliche ist nur darum dasselbe, was sein Begriff, weil das Unmittelbare als Zweck das Selbst oder die reine Wirklichkeit in ihm selbst hat. Der ausgeführte Zweck oder das daseiende Wirkliche ist die Bewegung und das entfaltete Werden; eben diese Unruhe aber ist das Selbst; und jener Unmittelbarkeit und Einfachheit des Anfangs ist es darum gleich, weil es das Resultat, das in sich Zurückgekehrte, - das in sich Zurückgekehrte aber eben das Selbst, und das Selbst die sich auf sich beziehende Gleichheit und Einfachheit ist.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Das Bedürfnis, das Absolute als Subjekt vorzustellen, bediente sich der Sätze: Gott ist das Ewige, oder die moralische Weltordnung oder die Liebe u.s.f. In solchen Sätzen ist das Wahre nur geradezu als Subjekt gesetzt, nicht aber als die Bewegung des sich In-sich-selbst-reflektierens dargestellt. Es wird in einem Satze der Art mit dem Worte: Gott angefangen. Dies für sich ist ein sinnloser Laut, ein bloßer Name; erst das Prädikat sagt, was er ist, ist seine Erfüllung und Bedeutung; der leere Anfang wird nur in diesem Ende ein wirkliches Wissen. Insofern ist nicht abzusehen, warum nicht vom Ewigen, der moralischen Weltordnung u.s.f., oder, wie die Alten taten, von reinen Begriffen, dem Sein, dem Einen u.s.f., von dem, was die Bedeutung ist, allein gesprochen wird, ohne den sinnlosen Laut noch hinzuzufügen. Aber durch dies Wort wird eben bezeichnet, daß nicht ein Sein oder Wesen oder Allgemeines überhaupt, sondern ein in sich Reflektiertes, ein Subjekt gesetzt ist. Allein zugleich ist dies nur antizipiert. Das Subjekt ist als fester Punkt angenommen, an den als ihren Halt die Prädikate geheftet sind, durch eine Bewegung, die dem von ihm Wissenden angehört, und die auch nicht dafür angesehen wird, dem Punkte selbst anzugehören; durch sie aber wäre allein der Inhalt als Subjekt dargestellt. In der Art, wie diese Bewegung beschaffen ist, kann sie ihm nicht angehören; aber nach Voraussetzung jenes Punkts kann sie auch nicht anders beschaffen, kann sie nur äußerlich sein. Jene Antizipation, daß das Absolute Subjekt ist, ist daher nicht nur nicht die Wirklichkeit dieses Begriffs, sondern macht sie sogar unmöglich, denn jene setzt ihn als ruhenden Punkt, diese aber ist die Selbstbewegung.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Unter mancherlei Folgerungen, die aus dem Gesagten fließen, kann diese herausgehoben werden, daß das Wissen nur als Wissenschaft oder als System wirklich ist und dargestellt werden kann. Daß ferner ein sogenannter Grundsatz oder Prinzip der Philosophie, wenn es wahr ist, schon darum auch falsch ist, weil er Grundsatz oder Prinzip ist. - Es ist deswegen leicht, ihn zu widerlegen. Die Widerlegung besteht darin, daß sein Mangel aufgezeigt wird; mangelhaft aber ist er, weil er nur das Allgemeine oder Prinzip, der Anfang, ist. Ist die Widerlegung gründlich, so ist sie aus ihm selbst genommen und entwickelt, - nicht durch entgegengesetzte Versicherungen und Einfälle von außen her bewerkstelligt. Sie würde also eigentlich seine Entwicklung und somit die Ergänzung seiner Mangelhaftigkeit sein, wenn sie sich nicht darin verkännte, daß sie ihre negative Seite allein beachtet, und ihres Fortgangs und Resultates nicht auch nach seiner positiven Seite bewußt wird. - Die eigentliche positive Ausführung des Anfangs ist zugleich umgekehrt ebensosehr ein negatives Verhalten gegen ihn, nämlich gegen seine einseitige Form, erst unmittelbar oder Zweck zu sein. Sie kann somit ebensosehr als die Widerlegung desjenigen genommen werden, was den Grund des Systems ausmacht, besser aber als ein Aufzeigen, daß der Grund oder das Prinzip des Systems in der Tat nur sein Anfang ist.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daß das Wahre nur als System wirklich, oder daß die Substanz wesentlich Subjekt ist, ist in der Vorstellung ausgedrückt, welche das Absolute als Geist ausspricht, - der erhabenste Begriff, und der der neuern Zeit und ihrer Religion angehört. Das Geistige allein ist das Wirkliche; es ist das Wesen oder An-sich-seiende, - das sich Verhaltende oder Bestimmte, das Anderssein und Für-sich-sein - und in dieser Bestimmtheit oder seinem Außer-sich-sein in sich selbst Bleibende; - oder es ist an und für sich. - Dies An-und-für-sich-sein aber ist es erst für uns oder an sich, oder es ist die geistige Substanz. Es muß dies auch für sich selbst - muß das Wissen von dem Geistigen und das Wissen von sich als dem Geiste sein; das heißt, es muß sich als Gegenstand sein, aber ebenso unmittelbar als vermittelter, das heißt aufgehobener, in sich reflektierter Gegenstand. Er ist für sich nur für uns, insofern sein geistiger Inhalt durch ihn selbst erzeugt ist; insofern er aber auch für sich selbst für sich ist, so ist dieses Selbsterzeugen, der reine Begriff, ihm zugleich das gegenständliche Element, worin er sein Dasein hat; und er ist auf diese Weise in seinem Dasein für sich selbst in sich reflektierter Gegenstand. - Der Geist, der sich so als Geist weiß, ist die Wissenschaft. Sie ist seine Wirklichkeit und das Reich, das er sich in seinem eigenen Elemente erbaut.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Das reine Selbsterkennen im absoluten Anderssein, dieser Äther als solcher, ist der Grund und Boden der Wissenschaft oder das Wissen im Allgemeinen. Der Anfang der Philosophie macht die Voraussetzung oder Foderung, daß das Bewußtsein sich in diesem Elemente befinde. Aber dieses Element hat seine Vollendung und Durchsichtigkeit selbst nur durch die Bewegung seines Werdens. Es ist die reine Geistigkeit, oder das Allgemeine, das die Weise der einfachen Unmittelbarkeit hat. Weil es die Unmittelbarkeit des Geistes, weil die Substanz überhaupt der Geists ist, ist sie die verklärte Wesenheit, die Reflexion, die selbst einfach oder die Unmittelbarkeit ist, das Sein, das die Reflexion in sich selbst ist. Die Wissenschaft von ihrer Seite verlangt vom Selbstbewußtsein, daß es in diesen Äther sich erhoben habe, um mit ihr und in ihr leben zu können und zu leben. Umgekehrt hat das Individuum das Recht zu fodern, daß die Wissenschaft ihm die Leiter wenigstens zu diesem Standpunkte reiche. Sein Recht gründet sich auf seine absolute Selbstständigkeit, die es in jeder Gestalt seines Wissens zu besitzen weiß, denn in jeder, sei sie von der Wissenschaft anerkannt oder nicht, und der Inhalt sei welcher er wolle, ist es die absolute Form zugleich oder hat die unmittelbare Gewißheit seiner selbst; und, wenn dieser Ausdruck vorgezogen würde, damit unbedingtes Sein. Wenn der Standpunkt des Bewußtseins, von gegenständlichen Dingen im Gegensatze gegen sich selbst und von sich selbst im Gegensatze gegen sie zu wissen, der Wissenschaft als das Andre gilt - das, worin es bei sich selbst ist, vielmehr als der Verlust des Geistes -, so ist ihm dagegen das Element der Wissenschaft eine jenseitige Ferne, worin es nicht mehr sich selbst besitzt. Jeder von diesen beiden Teilen scheint für den andern das Verkehrte der Wahrheit zu sein. Daß das natürliche Bewußtsein sich der Wissenschaft unmittelbar anvertraut, ist ein Versuch, den es, es weiß nicht von was angezogen, macht, auch einmal auf dem Kopfe zu gehen; der Zwang, diese ungewohnte Stellung anzunehmen und sich in ihr zu bewegen, ist eine so unvorbereitete als unnötig scheinende Gewalt, die ihm angemutet wird, sich anzutun. - Die Wissenschaft sei an ihr selbst, was sie will, im Verhältnisse zum unmittelbaren Selbstbewußtsein stellt sie sich als ein Verkehrtes gegen es dar, oder weil das unmittelbare Selbstbewußtsein das Prinzip der Wirklichkeit ist, trägt sie, indem es für sich außer ihr ist, die Form der Unwirklichkeit. Sie hat darum jenes Element mit ihr zu vereinigen, oder vielmehr zu zeigen, daß und wie es ihr selbst angehört. Der Wirklichkeit entbehrend, ist sie nur das An-sich, der Zweck, der erst noch ein Innres, nicht als Geist, nur erst geistige Substanz ist. Sie hat sich zu äußern und für sich selbst zu werden, dies heißt nichts anders als: sie hat das Selbstbewußtsein als eins mit sich zu setzen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dies Werden der Wissenschaft überhaupt, oder des Wissens, ist es, was diese Phänomenologie des Geistes, als der erste Teil des Systems derselben, darstellt. Das Wissen, wie es zuerst ist, oder der unmittelbare Geist ist das Geistlose, oder ist das sinnliche Bewußtsein. Um zum eigentlichen Wissen zu werden, oder das Element der Wissenschaft, was ihr reiner Begriff ist, zu erzeugen, hat er durch einen langen Weg sich hindurchzuarbeiten. - Dieses Werden, wie es in seinem Inhalte und den Gestalten, die sich in ihm zeigen, aufgestellt ist, erscheint als etwas anderes denn als die Anleitung des unwissenschaftlichen Bewußtseins zur Wissenschaft; auch etwas anderes als die Begründung der Wissenschaft; - so ohnehin, als die Begeisterung, die wie aus der Pistole mit dem absoluten Wissen unmittelbar anfängt, und mit andern Standpunkten dadurch schon fertig ist, daß sie keine Notiz davon zu nehmen erklärt.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Die Aufgabe aber, das Individuum von seinem ungebildeten Standpunkte aus zum Wissen zu führen, war in ihrem allgemeinen Sinn zu fassen, und das allgemeine Individuum, der Weltgeist, in seiner Bildung zu betrachten. - Was das Verhältnis beider betrifft, so zeigt sich in dem allgemeinen Individuum jedes Moment, wie es die konkrete Form und eigne Gestaltung gewinnt. Das besondre Individuum aber ist der unvollständige Geist, eine konkrete Gestalt, deren ganzes Dasein einer Bestimmtheit zufällt, und worin die andern nur in vermischten Zügen vorhanden sind. In dem Geiste, der höher steht als ein anderer, ist das niedrigere konkrete Dasein zu einem unscheinbaren Momente herabgesunken; was vorher die Sache selbst war, ist nur noch eine Spur; ihre Gestalt ist eingehüllt und eine einfache Schattierung geworden. Diese Vergangenheit durchläuft das Individuum, dessen Substanz der höherstehende Geist ist, auf die Art, wie der eine höhere Wissenschaft vornimmt, die Vorbereitungskenntnisse, die er längst innehat, um sich ihren Inhalt gegenwärtig zu machen, durchgeht; er ruft die Erinnerung desselben zurück, ohne darin sein Interesse und Verweilen zu haben. So durchlauft jeder einzelne auch die Bildungsstufen des allgemeinen Geistes, aber als vom Geiste schon abgelegte Gestalten, als Stufen eines Wegs, der ausgearbeitet und geebnet ist; wie wir in Ansehung der Kenntnisse das, was in frühern Zeitaltern den reifen Geist der Männer beschäftigte, zu Kenntnissen, Übungen und selbst Spielen des Knabensalters herabgesunken sehen, und in dem pädagogischen Fortschreiten die wie im Schattenrisse nachgezeichnete Geschichte der Bildung der Welt erkennen werden. Dies vergangne Dasein ist schon erworbnes Eigentum des allgemeinen Geistes, der die Substanz des Individuums oder seine unorganische Natur ausmacht. - Die Bildung des Individuums in dieser Rücksicht besteht, von seiner Seite aus betrachtet, darin, daß es dies Vorhandne erwerbe, seine unorganische Natur in sich zehre und für sich in Besitz nehme. Dies ist aber ebensosehr nichts anders, als daß der allgemeine Geist oder die Substanz sich ihr Selbstbewußtsein gibt, oder ihr Werden und Reflexion in sich.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Die Wissenschaft stellt diese bildende Bewegung sowohl in ihrer Ausführlichkeit und Notwendigkeit, als das, was schon zum Momente und Eigentum des Geists herabgesunken ist, in seiner Gestaltung dar. Das Ziel ist die Einsicht des Geistes in das, was das Wissen ist. Die Ungeduld verlangt das Unmögliche, nämlich die Erreichung des Ziels ohne die Mittel. Einesteils ist die Länge dieses Wegs zu ertragen, denn jedes Moment ist notwendig, - andernteils bei jedem sich zu verweilen, denn jedes ist selbst eine individuelle ganze Gestalt, und wird nur absolut betrachtet, insofern seine Bestimmtheit als Ganzes oder Konkretes, oder das Ganze in der Eigentümlichkeit dieser Bestimmung betrachtet wird. - Weil die Substanz des Individuums, weil der Weltgeist die Geduld gehabt, diese Formen in der langen Ausdehnung der Zeit zu durchgehen und die ungeheure Arbeit der Weltgeschichte zu übernehmen, und weil er durch keine geringere das Bewußtsein über sich erreichen konnte, so kann zwar das Individuum nicht mit weniger seine Substanz begreifen. Inzwischen hat es zugleich geringere Mühe, weil an sich dies vollbracht, - der Inhalt schon die zur Möglichkeit getilgte Wirklichkeit und die bezwungne Unmittelbarkeit ist. Schon ein Gedachtes, ist er Eigentum der Individualität; es ist nicht mehr das Dasein in das An-sich-sein, sondern nur das An-sich in die Form des Für-sich-seins umzukehren, dessen Art näher zu bestimmen ist.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Was dem Individuum an dieser Bewegung erspart ist, ist das Aufheben des Daseins; was aber noch übrig ist, ist die Vorstellung und die Bekanntschaft mit den Formen. Das in die Substanz zurückgenommne Dasein ist durch jene erste Negation nur erst unmittelbar in das Element des Selbsts versetzt; es hat also noch denselben Charakter der unbegriffnen Unmittelbarkeit oder unbewegten Gleichgültigkeit als das Dasein selbst, oder es ist nur in die Vorstellung übergegangen. - Zugleich ist es dadurch ein Bekanntes, ein solches, mit dem der Geist fertig geworden, worin daher seine Tätigkeit und somit sein Interesse nicht mehr ist. Wenn die Tätigkeit, die mit dem Dasein fertig wird, die unmittelbare oder daseiende Vermittlung, und hiemit die Bewegung nur des besondern sich nicht begreifenden Geistes ist, so ist dagegen das Wissen gegen die hiedurch zustande gekommne Vorstellung, gegen dies Bekanntsein gerichtet, ist das Tun des allgemeinen Selbsts und das Interesse des Denkens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Das Bekannte überhaupt ist darum, weil es bekannt ist, nicht erkannt. Es ist die gewöhnlichste Selbsttäuschung wie Täuschung anderer, beim Erkennen etwas als bekannt vorauszusetzen, und es sich ebenso gefallen zu lassen; mit allem Hin- und Herreden kommt solches Wissen, ohne zu wissen, wie ihm geschieht, nicht von der Stelle. Das Subjekt und Objekt u.s.f., Gott, Natur, der Verstand, die Sinnlichkeit u.s.f. werden unbesehen als bekannt und als etwas Gültiges zugrunde gelegt und machen feste Punkte sowohl des Ausgangs als der Rückkehr aus. Die Bewegung geht zwischen ihnen, die unbewegt bleiben, hin und her, und somit nur auf ihrer Oberfläche vor. So besteht auch das Auffassen und Prüfen darin, zu sehen, ob jeder das von ihnen Gesagte auch in seiner Vorstellung findet, ob es ihm so scheint und bekannt ist oder nicht.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Das Analysieren einer Vorstellung, wie es sonst getrieben worden, war schon nichts anderes als das Aufheben der Form ihres Bekanntseins. Eine Vorstellung in ihre ursprünglichen Elemente auseinanderlegen, ist das Zurückgehen zu ihren Momenten, die wenigstens nicht die Form der vorgefundenen Vorstellung haben, sondern das unmittelbare Eigentum des Selbsts ausmachen. Diese Analyse kömmt zwar nur zu Gedanken, welche selbst bekannte, feste und ruhende Bestimmungen sind. Aber ein wesentliches Moment ist dies Geschiedne, Unwirkliche selbst; denn nur darum, daß das Konkrete sich scheidet und zum Unwirklichen macht, ist es das sich Bewegende. Die Tätigkeit des Scheidens ist die Kraft und Arbeit des Verstandes, der verwundersamsten und größten, oder vielmehr der absoluten Macht. Der Kreis, der in sich geschlossen ruht, und als Substanz seine Momente hält, ist das unmittelbare und darum nicht verwundersame Verhältnis. Aber daß das von seinem Umfange getrennte Akzidentelle als solches, das gebundne und nur in seinem Zusammenhange mit anderm Wirkliche ein eigenes Dasein und abgesonderte Freiheit gewinnt, ist die ungeheure Macht des Negativen; es ist die Energie des Denkens, des reinen Ichs. Der Tod, wenn wir jene Unwirklichkeit so nennen wollen, ist das Furchtbarste, und das Tote festzuhalten das, was die größte Kraft erfodert. Die kraftlose Schönheit haßt den Verstand, weil er ihr dies zumutet, was sie nicht vermag. Aber nicht das Leben, das sich vor dem Tode scheut und von der Verwüstung rein bewahrt, sondern das ihn erträgt und in ihm sich erhält, ist das Leben des Geistes. Er gewinnt seine Wahrheit nur, indem er in der absoluten Zerrissenheit sich selbst findet. Diese Macht ist er nicht als das Positive, welches von dem Negativen wegsieht, wie wenn wir von etwas sagen, dies ist nichts oder falsch, und nun, damit fertig, davon weg zu irgend etwas anderem übergehen; sondern er ist diese Macht nur, indem er dem Negativen ins Angesicht schaut, bei ihm verweilt. Dieses Verweilen ist die Zauberkraft, die es in das Sein umkehrt. - Sie ist dasselbe, was oben das Subjekt genannt worden, welches darin, daß es der Bestimmtheit in seinem Elemente Dasein gibt, die abstrakte, d.h. nur überhaupt seiende Unmittelbarkeit aufhebt, und dadurch die wahrhafte Substanz ist, das Sein oder die Unmittelbarkeit, welche nicht die Vermittlung außer ihr hat, sondern diese selbst ist.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daß das Vorgestellte Eigentum des reinen Selbstbewußtseins wird, diese Erhebung zur Allgemeinheit überhaupt ist nur die eine Seite, noch nicht die vollendete Bildung. - Die Art des Studiums der alten Zeit hat diese Verschiedenheit von dem der neuern, daß jenes die eigentliche Durchbildung des natürlichen Bewußtseins war. An jedem Teile seines Daseins sich besonders versuchend und über alles Vorkommende philosophierend, erzeugte es sich zu einer durch und durch betätigten Allgemeinheit. In der neuern Zeit hingegen findet das Individuum die abstrakte Form vorbereitet; die Anstrengung, sie zu ergreifen und sich zu eigen zu machen, ist mehr das unvermittelte Hervortreiben des Innern und abgeschnittne Erzeugen des Allgemeinen als ein Hervorgehen desselben aus dem Konkreten und der Mannigfaltigkeit des Daseins. Itzt besteht darum die Arbeit nicht so sehr darin, das Individuum aus der unmittelbaren sinnlichen Weise zu reinigen und es zur gedachten und denkenden Substanz zu machen, als vielmehr in dem Entgegengesetzten, durch das Aufheben der festen bestimmten Gedanken das Allgemeine zu verwirklichen und zu begeistert. Es ist aber weit schwerer, die festen Gedanken in Flüssigkeit zu bringen, als das sinnliche Dasein. Der Grund ist das vorhin Angegebene; jene Bestimmungen haben das Ich, die Macht des Negativen oder die reine Wirklichkeit zur Substanz und zum Element ihres Daseins; die sinnlichen Bestimmungen dagegen nur die unmächtige abstrakte Unmittelbarkeit oder das Sein als solches. Die Gedanken werden flüssig, indem das reine Denken, diese innere Unmittelbarkeit, sich als Moment erkennt oder indem die reine Gewißheit seiner selbst von sich abstrahiert; - nicht sich wegläßt, auf die Seite setzt, sondern das Fixe ihres Sich-selbst-setzens aufgibt, sowohl das Fixe des reinen Konkreten, welches Ich selbst im Gegensatze gegen unterschiedenen Inhalt ist, - als das Fixe von Unterschiedenen, die im Elemente des reinen Denkens gesetzt an jener Unbedingtheit des Ich Anteil haben. Durch diese Bewegung werden die reinen Gedanken Begriffe, und sind erst, was sie in Wahrheit sind, Selbstbewegungen, Kreise, das, was ihre Substanz ist, geistige Wesenheiten.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diese Bewegung der reinen Wesenheiten macht die Natur der Wissenschaftlichkeit überhaupt aus. Als der Zusammenhang ihres Inhalts betrachtet, ist sie die Notwendigkeit und Ausbreitung desselben zum organischen Ganzen. Der Weg, wodurch der Begriff des Wissens erreicht wird, wird durch sie gleichfalls ein notwendiges und vollständiges Werden, so daß diese Vorbereitung aufhört, ein zufälliges Philosophieren zu sein, das sich an diese und jene Gegenstände, Verhältnisse und Gedanken des unvollkommenen Bewußtseins, wie die Zufälligkeit es mit sich bringt, anknüpft, oder durch ein hin- und hergehendes Räsonnement, Schließen und Folgern aus bestimmten Gedanken das Wahre zu begründen sucht; sondern dieser Weg wird durch die Bewegung des Begriffs die vollständige Weltlichkeit des Bewußtseins in ihrer Notwendigkeit umfassen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eine solche Darstellung macht ferner den ersten Teil der Wissenschaft darum aus, weil das Dasein des Geistes als Erstes nichts anderes als das Unmittelbare oder der Anfang, der Anfang aber noch nicht seine Rückkehr in sich ist. Das Element des unmittelbaren Daseins ist daher die Bestimmtheit, wodurch sich dieser Teil der Wissenschaft von den andern unterscheidet. - Die Angabe dieses Unterschiedes führt zur Erörterung einiger festen Gedanken, die hiebei vorzukommen pflegen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Das unmittelbare Dasein des Geistes, das Bewußtsein, hat die zwei Momente des Wissens und der dem Wissen negativen Gegenständlichkeit. Indem in diesem Elemente sich der Geist entwickelt und seine Momente auslegt, so kommt ihnen dieser Gegensatz zu, und sie treten alle als Gestalten des Bewußtseins auf. Die Wissenschaft dieses Wegs ist Wissenschaft der Erfahrung, die das Bewußtsein macht; die Substanz wird betrachtet, wie sie und ihre Bewegung sein Gegenstand ist. Das Bewußtsein weiß und begreift nichts, als was in seiner Erfahrung ist; denn was in dieser ist, ist nur die geistige Substanz, und zwar als Gegenstand ihres Selbsts. Der Geist wird aber Gegenstand, denn er ist diese Bewegung, sich ein anderes, d.h. Gegenstand seines Selbsts zu werden, und dieses Anderssein aufzuheben. Und die Erfahrung wird eben diese Bewegung genannt, worin das Unmittelbare, das Unerfahrne, d. h. das Abstrakte, es sei des sinnlichen Seins oder des nur gedachten Einfachen, sich entfremdet, und dann aus dieser Entfremdung zu sich zurückgeht, und hiemit itzt erst in seiner Wirklichkeit und Wahrheit dargestellt wie auch Eigentum des Bewußtseins ist.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Die Ungleichheit, die im Bewußtsein zwischen dem Ich und der Substanz, die sein Gegenstand ist, stattfindet, ist ihr Unterschied, das Negative überhaupt. Es kann als der Mangel beider angesehen werden, ist aber ihre Seele oder das Bewegende derselben; weswegen einige Alte das Leere als das Bewegende begriffen, indem sie das Bewegende zwar als das Negative, aber dieses noch nicht als das Selbst erfaßten. - Wenn nun dies Negative zunächst als Ungleichheit des Ichs zum Gegenstande erscheint, so ist es ebensosehr die Ungleichheit der Substanz zu sich selbst. Was außer ihr vorzugehen, eine Tätigkeit gegen sie zu sein scheint, ist ihr eigenes Tun, und sie zeigt sich wesentlich Subjekt zu sein. Indem sie dies vollkommen gezeigt, hat der Geist sein Dasein seinem Wesen gleich gemacht; er ist sich Gegenstand, wie er ist, und das abstrakte Element der Unmittelbarkeit und der Trennung des Wissens und der Wahrheit ist überwunden. Das Sein ist absolut vermittelt; - es ist substantieller Inhalt, der ebenso unmittelbar Eigentum des Ich, selbstisch oder der Begriff ist. Hiemit beschließt sich die Phänomenologie des Geistes. Was er in ihr sich bereitet, ist das Element des Wissens. In diesem breiten sich nun die Momente des Geistes in der Form der Einfachheit aus, die ihren Gegenstand als sich selbst weiß. Sie fallen nicht mehr in den Gegensatz des Seins und Wissens auseinander, sondern bleiben in der Einfachheit des Wissens, sind das Wahre in der Form des Wahren, und ihre Verschiedenheit ist nur Verschiedenheit des Inhalts. Ihre Bewegung, die sich in diesem Elemente zum Ganzen organisiert, ist die Logik oder spekulative Philosophie.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Weil nun jenes System der Erfahrung des Geistes nur die Erscheinung desselben befaßt, so scheint der Fortgang von ihm zur Wissenschaft des Wahren, das in der Gestalt des Wahren ist, bloß negativ zu sein, und man könnte mit dem Negativen als dem Falschen verschont bleiben wollen und verlangen, ohne weiteres zur Wahrheit geführt zu werden; wozu sich mit dem Falschen abgeben? - Wovon schon oben die Rede war, daß sogleich mit der Wissenschaft sollte angefangen werden, darauf ist hier nach der Seite zu antworten, welche Beschaffenheit es mit dem Negativen als Falschem überhaupt hat. Die Vorstellungen hierüber hindern vornehmlich den Eingang zur Wahrheit. Dies wird Veranlassung geben, vom mathematischen Erkennen zu sprechen, welches das unphilosophische Wissen als das Ideal ansieht, das zu erreichen die Philosophie streben müßte, bisher aber vergeblich gestrebt habe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Das Wahre und Falsche gehört zu den bestimmten Gedanken, die bewegungslos für eigne Wesen gelten, deren eines drüben, das andre hüben ohne Gemeinschaft mit dem andern isoliert und fest steht. Dagegen muß behauptet werden, daß die Wahrheit nicht eine ausgeprägte Münze ist, die fertig gegeben und so eingestrichen werden kann. Noch gibt es ein Falsches, sowenig es ein Böses gibt. So schlimm zwar als der Teufel ist das Böse und Falsche nicht, denn als dieser sind sie sogar zum besondern Subjekte gemacht; als Falsches und Böses sind sie nur Allgemeine, haben aber doch eigne Wesenheit gegeneinander. - Das Falsche, denn nur von ihm ist hier die Rede, wäre das Andre, das Negative der Substanz, die als Inhalt des Wissens das Wahre ist. Aber die Substanz ist selbst wesentlich das Negative, teils als Unterscheidung und Bestimmung des Inhalts, teils als ein einfaches Unterscheiden, d.h. als Selbst und Wissen überhaupt. Man kann wohl falsch wissen. Es wird etwas falsch gewußt, heißt, das Wissen ist in Ungleichheit mit seiner Substanz. Allein eben diese Ungleichheit ist das Unterscheiden überhaupt, das wesentliches Moment ist. Es wird aus dieser Unterscheidung wohl ihre Gleichheit, und diese gewordene Gleichheit ist die Wahrheit. Aber sie ist nicht so Wahrheit, als ob die Ungleichheit weggeworfen worden wäre, wie die Schlacke vom reinen Metall, auch nicht einmal so, wie das Werkzeug von dem fertigen Gefäße wegbleibt, sondern die Ungleichheit ist als das Negative, als das Selbst im Wahren als solchem selbst noch unmittelbar vorhanden. Es kann jedoch darum nicht gesagt werden, daß das Falsche ein Moment oder gar einen Bestandteil des Wahren ausmache. Daß an jedem Falschen etwas Wahres sei - in diesem Ausdrucke gelten beide, wie Öl und Wasser, die unmischbar nur äußerlich verbunden sind. Gerade um der Bedeutung willen, das Moment des vollkommenen Andersseins zu bezeichnen, müssen ihre Ausdrücke da, wo ihr Anderssein aufgehoben ist, nicht mehr gebraucht werden. So wie d
